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terça-feira, 30 de novembro de 2010

Militares encontram túnel por onde criminosos fugiram do Alemão

Entrada do túnel é pequena e fica ao lado do Colégio estadual Tim Lopes.
Saída é uma grande cratera e fica cerca de 300 metros à frente.

Glauco Araújo Do G1 RJ

buraco no alemãoMilitar recolhe partes de carroceria perto da cratera usada para fuga de criminosos (Foto: Glauco Araújo/G1)
O Exército encontrou nesta terça-feira (30) dois buracos usados por criminosos para fugir do Conjunto de Favelas do Alemão, na Penha, Zona Norte do Rio, durante a megaoperação das forças de segurança para ocupação da região.
A entrada do túnel é pequena e fica ao lado da Escola Estadual Tim Lopes. No local, há uma grade arrombada, ao lado de um pequeno buraco por onde eles entraram e saído na Rua Arapá, fugindo para o Morro do Adeus, segundo a polícia.
buraco no alemãoCratera é a saída de túnel usado para fuga em direção ao Morro do Adeus (Foto: Glauco Araújo/G1)
A Rua Arapá é transversal à Estrada do Itararé, uma das principais do Alemão. A distância entre a entrada e saída do túnel de fuga é estimada em cerca de 300 metros.
A rota de fuga foi encontrada depois que os militares receberam a denúncia de um morador.

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PMBA terá novos uniformes para o Carnaval 2011


PMBA terá novos uniformes para o Carnaval 2011


Fonte: PMBA
Fardamentos em tecido Hip Stop, capacetes mais leves com faixa reflexiva, cinto tático, coldre de perna multiuso ambidestro e coturnos com amortecedores e zipper embutido, farão parte dos novos uniformes e equipamentos que serão utilizados pelos policiais militares baianos a partir do carnaval de 2011. A novidade inclui pistolas modelo PT 840 (com nova tecnologia) e o gorro de pala, que substituirá a boina nos uniformes operacionais.
Segundo o Chefe da Unidade de Material e Patrimônio do Departamento de Apoio Logístico, Capitão Fábio Rodrigo as novas aquisições oferecerão mais conforto e segurança à tropa, além de atender aos requisitos técnicos facilitadores da atividade policial.
A previsão é que em janeiro de 2011 os materiais sejam disponibilizados a todos policiais militares pelo Departamento de Apoio Logístico da PM, o que não ocorre desde 1998, ano de substituição do antigo fardamento na cor azul. A incrementação dos novos acessórios integra o projeto da Comissão de Uniformes da PMBA, presidida pelo Coronel Francisco Teles, com a participação da designer de moda, soldado PM Lívia Chaves.
Fonte: Anjos Guardiões

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PEC 300 - Ato no Rio de Janeiro - 09 e 10 DEZ 2010.


PEC 300 - Ato no Rio de Janeiro - 09 e 10 DEZ 2010.

ATENÇÃO POLICIAIS E BOMBEIROS DO BRASIL.

PEC 300 



Fonte: Blog da Renata
Todos nós devemos nos reunir nos dias 09 e 10 de dezembro de 2010, quando realizaremos um ato e uma caminhada no Centro do Rio de Janeiro.

Concentração: 14:00 hs, nos dias 09 e 10 de dezembro de 2010, na Igreja da Candelária, e caminhada às 16:00 hs até a Cinelândia.

Vamos todos nós, POLICIAIS e BOMBEIROS de todo Brasil, nos reunirmos e nos solidarizarmos com o Estado Rio de Janeiro, que recebe um dos piores salários do Brasil e onde o Governo e parte da população ainda não valorizam os nossos serviços, somente quando são atacados, como está acontecendo agora no Rio de Janeiro. Peçam apoio de todas as associações de classes, sindicatos, políticos e até mesmo empresários, para viabilizarem essa empreitada de luta por todos nós, e principalmente, por nós do Rio de Janeiro, que estamos precisando do apoio de todos vocês, porque o nosso atual Governador não valoriza a segurança do nosso estado.

Contatos:

Sgt. BM Valdelei; (21) 7701- 4859 Id 80* 182479 / 8684 - 0287 / 3394- 6951.

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Carta de uma mãe de policial federal


Carta de uma mãe de policial federal
Açoitada pela notícia do falecimento dos agentes da Polícia Federal no Amazonas, colegas de meu filho...




Fonte: Anjo da Noite

Senhor MARCOS VINICIO DE SOUZA WINK


Presidente da FENAPEF


Açoitada pela notícia do falecimento dos agentes da Polícia Federal no Amazonas, colegas de meu filho, também agente e estabelecido na cidade de Tabatinga, da qual regressei há pouco mais de 20 dias, não tive como me esquivar de lhes fazer este relato, pois a dor dessas famílias também é a minha e a de todos os que já passaram por situação semelhante.


Em Brasília, diante do quadro desesperador que esses momentos carregam, não pude deixar de pensar que aquele filho ali velado poderia ser o meu, ou o de outro casal, pois o que aconteceu não foi uma mera fatalidade, mas sim uma conjunção de fatos que, se levados em consideração, poderiam ter evitado a tragédia que estava por acontecer naquela região, por onde passa grande parte da cocaína comercializada e consumida no mundo.


Preciso falar que, nos dias que lá passei, fui testemunha do esquecimento e do abandono em que se encontram esses profissionais - e toda aquela região do país - e dizer que já se falava, há algum tempo, das ameaças que os policiais federais daquela cidade vinham recebendo por parte dos traficantes ali atuantes.


Além disso, é notório o sucateamento do material disponível para que os agentes exerçam o seu árduo e perigoso trabalho. Isso tudo - e muito mais - já está amplamente divulgado pela mídia, pelo Sindicato e agora, provavelmente, já constatado pelos responsáveis por essas averiguações, consequência dessa tragédia.


Espero que não seja preciso perdermos mais nossos filhos, maridos ou pais policiais para que se valorize e ampare o trabalho desenvolvido por esses homens que põem em risco as próprias vidas para salvar as dos consumidores dessa substância química entorpecente e ilegal, que circula em todas as camadas sociais do nosso planeta. E lhes peço isso em relação a todos os policiais, sejam eles federais, civis ou militares, que trabalham em nosso país a fim de livrar a sociedade do abraço amargo das drogas e da violência que já se banaliza em nossas cidades.


Há várias noites sem conseguir dormir, pensando que meu filho, e os de outras mães, ainda continuam - e continuarão – naquele lado do Brasil, porque foi isso que escolheram e idealizaram para si, estudando por vários anos, sem descanso, todos com curso superior completo e uma árdua passagem na Academia da Polícia Federal para a conclusão de sua formação, sigo questionando-me: por que o governo exigiu e investiu tanto nesses profissionais que protegem a fronteira oeste do nosso imenso país e agora os abandona a sua própria sorte, sem as condições mínimas necessárias para enfrentar homens fortemente equipados, como sabidamente são os grupos ligados ao tráfico de drogas e armas?


Por que o treinamento de tiros não é constante para que eles obtenham a destreza necessária para o exercício de suas funções? Por que a Aeronáutica pode ajudar no combate ao tráfico aéreo e a Marinha e o Exército não podem atuar dessa maneira quando se trata de tráfico por meio fluvial, marítimo ou terrestre? Por que o Exército é responsável pela compra do material bélico usado pela Polícia Federal e não ela própria?


Em 2010 o orçamento da União previu para a Polícia Federal a quantia de R$ 930.500.000,00 (novecentos e trinta milhões e quinhentos mil reais). Por que, então, os agentes têm que comprar o material e o uniforme de que necessitam para a execução do seu trabalho em vez de os receberem da instituição, como acontece em algumas categorias? Qual o critério de distribuição da verba e do número de agentes em cada Estado, uma vez que algumas Unidades da Federação são mais extensas, com maior área de fronteira que outras e, por isso, necessitam maior efetivo? Por que ainda existem essas diferenças gritantes nos aparatos das polícias do sul e do sudeste em relação às demais?


E assim como essas, assaltam-me outras muitas indagações em relação à organização, à conduta e à finalidade das polícias do nosso país, mas a minha intenção primeira foi a de fazer o que deveria ter feito – e não fiz - assim que retornei de Tabatinga: relatar a falta de pessoal e de condições adequadas e seguras de trabalho naquela região e pedir à Polícia Federal que não permita que nossos filhos – policiais ou não – continuem morrendo pelas mãos dos traficantes.


Urge que providências concretas sejam tomadas. A Pátria não precisa de heróis e o povo não carece de mártires. O aparelhamento e o aprimoramento constante das nossas polícias devem ser prioridade para que o crime organizado esteja sempre em desvantagem, seja aqui ou em qualquer ponto do Brasil, e principalmente em Tabatinga, uma das principais cidades do corredor do narcotráfico.


Brasília, 22 de novembro de 2010.


Aidarê Guerra Machado


Fonte: Anjos Guardiões

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PMMG: CRUELDADE SEM FIM, AINDA PERSISTEM COM TRANSFERÊNCIAS ABUSIVAS DE PRAÇAS



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Apesar dos discursos de humanização das relações interpessoais, aplicação dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade no exercício do poder disciplinar, o fato que iremos relatar demonstra, que, na prática, infelizmente, na Polícia Militar de Minas Gerais, a realidade é outra. Iremos omitir o nome do Soldado, para preservar-lhe a imagem, no entanto, os fatos são atuais e reais e estão comprovados documentalmente.

Situação do Soldado: Conceito A-50, lotado no 22º BPM, separado judicialmente, pai de uma criança de 08(oito) anos de idade, cuja guarda se encontra com a ex-esposa, possui em seu extrato de registros funcionais: 01 nota meritória, 03 dispensas do serviço e 03 Menções Elogiosas Escritas, em nenhuma punição disciplinar.

No mês de outubro o soldado em epígrafe, recebeu vencimento bruto de R$2.245, 91, sendo descontado R$ 711,20, referente ao IPSM, Imposto de Renda e empréstimos financeiros. Por isto a remuneração líquida do Soldado é R$ 1534,71. O Soldado paga R$ 400,00 de pensão judicial alimentícia ao filho, R$ 380, 00 de aluguel para sua moradia, despesas que acrescidas com luz e água, totalizam, em torno de R$ 450,00/mês. Sobram então menos de R$ 700,00 (setecentos reais) para todas as despesas com alimentação, moradia, transporte, vestuário, lazer, etc. Em apertada síntese, o Soldado terá que sobreviver com uma renda de R$ 23,00 (vinte e três reais) por dia na RMBH, isto se, ele ou seu filho não adoecerem.

Mas este soldado é honesto, e pela situação financeira difícil, acabou por aceitar, um bico de segurança no supermercado BH, onde arriscava sua vida para obter uma complementação de renda. Infelizmente o supermercado foi assaltado e uma arma da corporação, com a qual era armado fixo foi levada pelos meliantes.

Por ação do Comandante do 22º BPM, 14 dias após o fato, o soldado, foi transferido “por interesse do serviço” para a 9ª Região da PM, distante mais de 500 KM de Belo Horizonte.

Vejam bem senhores, a situação é a seguinte: Um Soldado honesto, por se encontrar em estado de necessidade, procurou trabalhar nas horas de folga, naquilo que sabe fazer, segurança, para uma atividade lícita (supermercado BH). Muitos dizem, que o bico de segurança é ilegal, e ele ainda teria usado uma arma da Corporação, por isto, precisa ser usado como “bode expiatório”, para servir de exemplo aos demais militares, que trabalham em bico de segurança.

Ocorrem Senhores Comandantes, que Vossas Excelências, estão, sob o pretexto de manter a disciplina, ao transferir este militar de Belo Horizonte para Uberlândia, agindo de forma ilegal, violando princípios e direitos fundamentais. Senão vejamos:

A Constituição da República, em seu artigo 227, com redação dada pela Emenda Constitucional nº65, de 2010, preceitua in verbis:

“Art. 227. É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, á educação, ao lazer, á profissionalização, à cultura, á dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão”.

Nessas condições, no presente caso, percebe-se com clareza, que a transferência do Soldado para um município distante mais de 500 km da cidade, do local onde a criança reside com sua mãe, está, com folga, privando ambos, autor e criança, de convivência familiar, não apenas pela distância entre os municípios, mas também, pelas condições econômicas do autor, cuja vulnerabilidade e precariedade são por demais cristalinas.

De igual sorte, a Constituição do Estado de Minas Gerais, em seu art. 13, preceitua verbis:

“Art. 13 – A atividade de administração pública dos Poderes do Estado e de entidade descentralizada de sujeitarão aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade, eficiência e razoabilidade.”

Cabe indagar, se a transferência para a 9ª RPM, considerada a situação familiar do Soldado é um ato administrativo revestido de razoabilidade e proporcionalidade?

Mas o que mais assusta nesta histórica, são os seguintes aspectos:

Primeiro: Nenhum Policial “faz bico”, por que deseja violar normas ou ser indisciplinado. A questão reside nos baixos salários, insuficientes para garantir a dignidade do policial e de sua família. Por que os nobres Comandantes não exigem do Governo, uma remuneração que permita ao policial dedicação exclusiva ao trabalho policial ou experimental viver uma mês na RMBH, com o vencimento líquido de um Soldado?

Segundo: Em diversos Estados do país, em face da remuneração insuficiente, foi oportunizado ao policial que precisar trabalhar em horário de folga, o pagamento de hora-extra ou por empenho em serviço extraordinário, como por exemplo, em policiamentos especiais e operações policiais. Em Minas Gerais o Policial trabalha, além da jornada, é de graça para o Estado. O Comando não trabalha pela regulamentação das horas extras ou do serviço extraordinário, em face do lobby de entidades que não aceitam criação de benefícios que não contemplam os militares inativos, sob a alegação de “quebra da paridade salarial”.

Ao nosso cuidar, respeitadas as opiniões em contrário, regulamentar pagamento de hora-extra e serviço extraordinário, não se trata de quebra de paridade entre ativos e inativos, mas de: aumento de policia na rua, motivação para o trabalho, tirar o PM do bico de segurança, e, pagar ao profissional de segurança pública pelo serviço prestado, além da jornada semanal de 44 horas trabalhadas.

Terceiro: Em Minas Gerais, as atividades dos militares professores que ministram, aulas em cursos já são remuneradas, e as diárias de viagem funcionam como complemento de renda de muitos, mas para o policial de rua, não se oferece qualquer alternativa, a não ser uma tolerância velada como o “Bico”, mas, se der problema a transferência de Região, é a vingança inexorável da administração.

Quarto: Todavia, o que mais assusta não são abusos e as violações praticadas pelo Comando, mas a falta de ações efetivas das entidades representativas de classe e representantes dos policiais de base, que ainda não se mobilizaram para resolver esta questão. Até quando os direitos e garantias fundamentais dos policiais de base e seus familiares continuarão sendo violados impunemente?

Por derradeiro, esclarecemos que cópia deste manifesto, contendo a documentação que comprova os fatos relatados, serão encaminhados aos Órgãos/Pessoas com pedido de providências:

Governador do Estado de Minas Gerais
Secretaria nacional de Segurança Pública
Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Deputado Estadual Sargento Rodrigues e Vereador Cabo Júlio
Ouvidor da Polícia;
Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa de Minas Gerais;

Belo Horizonte, 26 de novembro de 2010.

Domingos Sávio de Mendonça
Assessor Jurídico da Ascobom
OAB/MG 111515

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RN- DISCUSSÃO DO ESTATUTO COM A CATEGORIA


estatuto_pm_rn
O comando da PMRN e as Associações discutiram com a categoria que estava representada por 50 policiais no auditório do QCG a reformulação do novo Estatuto dos Militares Estaduais.
Foram discutidos a:
Jornada de trabalho;
Ingresso; e,
Interstício de promoção entre as graduações

A jornada de trabalho estabelecida no estatuto será de 160 horas, não podendo ultrapassar o número de 12 horas de trabalho por serviço.
A APM se apresentou a favor da jornada de 160 horas e contrária a limitação de 12 horas de serviço, pois em muitos casos é necessária a aplicação de 24 horas de serviço.
As demais associações presentes foram favoráveis a regulamentação do limite de 12 horas de trabalho por serviço.
Posto em deliberação ficou aprovado à regulamentação do limite de 12 horas.
O Ingresso na Polícia Militar se dará por concurso, onde o candidato tenha de 19 anos a 28 anos de idade e possua diploma de nível superior.
Cinquenta por cento das vagas para oficial será destinada a membros da corporação que tenha no mínimo de 3 anos de serviço, esta ultima proposta foi aprovada pelos presentes.
O Interstício será aplicado do soldado ao subtenente, tendo um mínimo com existência de vagas e um máximo para promoção ex-officio.
Veja o quadro de interstício:
Com a aplicação desta tabela, se o policial for promovido somente à graduação subsequente por ex-officio, dentro de 24 anos de serviço o policial estará na graduação de subtenente.
Devido ao tempo, não foi possível continuar a discussão. Ficando a critério da comissão a definição de uma nova data.
A Comissão é composta por:

Oficiais e Associações (ABM – ASS – ACS – ASSPRA – APRAM – APBMS).
A APM não participou, devida a discussão ter começada a bastante tempo e a criação ter sido criada recentemente. Mas a nossa participação foi bastante importante durante a discussão.
A Dr. Kátia também deu uma grande contribuição durante o debate.
A Sargento Regina e o Comandante Geral estiveram presentes.
Escrito por Cabo Heronides.
Fonte: ASSTBM

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Presos três acusados da morte de major do Exército em Deodoro

POR MARCELLO VICTOR

Rio - Cláudio Márcio Soares de Souza, de 32 anos, conhecido como Bonitinho, o menor R.S.A., 16, e uma mulher de 30 anos, identificada apenas como Loira, foram presos na noite de segunda-feira, acusados de participar do assalto que resultou na morte do major do Exército  Daniel Gustavo Guimarães, 36, em Deodoro, na Zona Norte, na tarde de segunda-feira. O veículo roubado foi recuperado.
Informações passadas pelo Disque Denúncia levaram policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT) e do Serviço Reservado (P-2) do 14º BPM (Bangu) aos acusados. Os dados ajudaram os PMs a confirmar algumas caraterísticas já identificada dos criminosos.
No local da prisão, segundo a P-2, moradores também contribuiram com mais dados que acabaram levando aos acusados. Eles estavam escondidos no interior de uma loja de bicicletas, na Rua Nova Trento, 42, próximo a Favela do Muquiço, em Deodoro.
O Gol preto placa LBS-7538, alvo dos bandidos na ação que terminou na morte do major, foi recuperado. Uma pistola calibre 40 com numeração raspada foi apreendida. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios (DH).
O major Cláudio Márcio foi assassinado com um tiro no rosto quando estava parado com seu carro em sinal de trânsito em  Deodoro. A polícia investiga se ele tentou reagir ao roubo de outro veículo  ou se foi executado por ser reconhecido pelos ladrões como militar, pois usava farda.
Lotado no Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOEsp), o major estava em seu Corsa prata quando foi alvejado, na esquina da Estrada do Camboatá com Avenida Brasil. O atirador e outro homem roubaram o Gol preto que estava parado no mesmo sinal na  frente do carro do militar.
O Comando Militar do Leste já havia informado que iria acompanhar o caso e  prestar  apoio à família do oficial.
Fonte: O Dia

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O povo é refém do Congresso

O combate ao crime organizado

O Rio de Janeiro, hoje, parece o cenário de mais um novo filme Tropa de Elite mas, infelizmente, a realidade é bem diferente da ficção. Desde o dia 21, a cidade vem travando uma batalha entre policiais e traficantes dos morros, resultando numa série de ataques, incêndios e mortes, causando terror em moradores. Em meio a tanta violência, não há como não colocar em xeque a falta das reformas processuais penais em nosso País. O Brasil tem lei de combate ao crime organizado, mas não tem procedimento. Com isso, o Estado acaba se tornando refém do Congresso para implementar medidas de segurança mais severas. Os projetos não caminham sequer para votação.

O País sofre pelas medidas midiáticas, onde o presidente afirma que vai adotar normas mais rígidas, mas 

acaba por não ter nenhum procedimento. Na prática, não há nenhuma ação. Isso prejudica tanto os cidadãos, que ficam à mercê da violência, como os presos, insatisfeitos, pois também dependem do Congresso para terem os direitos fundamentais garantidos pela Constituição e garantir a eficácia da Lei de Execução Criminal.


A solução ainda estará longe de ser resolvida enquanto não existir uma análise mais rápida sobre as questões urgentes, no que tange a segurança nos projetos de lei pendentes no Congresso. São Paulo parou em 2006 pelas ondas de ataques do crime organizado, hoje o Rio de janeiro também está parado. O que o Congresso vai esperar para criar subsídios para Estados poderem trabalhar em função da segurança, protegendo o cidadão?.

Artigo: Antonio Gonçalves especialista em Direito Penal.

Fonte: Justiça e Cidadania (O Dia)

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Polícia vai investigar abusos


Será criada uma ouvidoria para registrar queixas de moradores dos complexos da Penha e do Alemão

Rio - A Polícia Militar criará hoje à tarde uma ouvidoria para registrar queixas de moradores dos complexos da Penha e do Alemão que acusam policiais civis e militares de estarem saqueando suas casas durante as operações na região. Ontem, o comandante-geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, anunciou que, caso os saques sejam comprovados, irá expulsar os PMs que tiverem participado. 

Uma das denúncias que serão investigadas foi revelada com exclusividade por O DIA no sábado. O representante de vendas e pastor evangélico Ronai de Almeida Lima Braga Júnior, 32 anos, registrou queixa na 22ªDP (Penha) depois que, segundo seu relato, policiais invadiram sua casa e roubaram R$ 31 mil. A quantia foi sacada do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) dias antes. Ronai havia acabado de deixar a empresa onde trabalhara por 10 anos.

Muitos moradores também se queixam a repórteres no Alemão que, no dia seguinte à ocupação, encontraram suas casas com as portas arrombadas, eletrodomésticos quebrados e roupas reviradas. 

A ouvidoria funcionará no 16º BPM (Olaria). Um número de telefone será colocado à disposição. Antes de anunciar a medida, Mário Sérgio discutiu o assunto com o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, e o chefe de Polícia Civil, Allan Turnowski.

Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia
Vestidos com roupas brancas, moradores do Complexo do Alemão fazem um silencioso protesto pela paz | Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia
‘Agora é para sempre’

“A impressão que tenho é de que as pessoas se livraram de vermes e parasitas”. Foi assim que o comandante-geral da PM, Mário Sérgio Duarte, definiu o que sentiu depois de conversar com moradores das favelas ocupadas no começo da noite de ontem. O oficial garantiu que a invasão da polícia na região é definitiva. “Chegamos para não sair mais. Agora é para sempre. Para sempre”, disse para moradores que estavam em um bar na Rua Joaquim de Queiroz, um dos acessos ao Complexo do Alemão. “Fique com Deus. E bom trabalho para o senhor”, respondeu uma moradora.

O comandante disse ainda que o Bope poderá permanecer nas comunidades por mais de um ano e não descartou a instalação de uma unidade do batalhão dentro dos complexos de favelas. 

Em seguida, Mário Sérgio pediu aos moradores que não se esqueçam dos documentos. “Esse é um momento de varredura. É importante que vocês andem com algum documento com foto. Isso vai facilitar muito o nosso trabalho”, explicou.

Reportagens de Adriana Cruz, Beatriz Salomão, Diogo Dias, Francisco Édson Alves, Isabel Boechat, João Noé, Leslie Leitão, Luarlindo Ernesto, Lúcio Natalício, Mahomed Saigg, Marco Antonio Canosa, Maria Inez Magalhães, Maria Mazzei, Ricardo Albuquerque e Thiago Feres

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Polícia encontra indícios de fuga de criminosos por rede de esgoto


Na galeria foram achados papéis usados para embalar cocaína.

Para oficial do Bope, bandidos poderiam sair pelo local sem chamar atenção.

Do G1 RJ, com informações do Jornal Nacional

As galerias que podem ter sido usadas como rota de fuga de traficantes no Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro, têm trechos altos o bastante para que um homem de até 1,70m ande sem se curvar. A polícia passou a investigar se a obra de saneamento teria sido usada pelos criminosos após denúncia de morador feito ao disque-denúncia.
A rede de águas pluviais se mistura ao esgoto da favela. Uma equipe do Jornal Nacional entrou na galeria nesta segunda-feira (29) com o capitão Ivan Blaz, do Bope. Dentro da galeria, há papéis usados para embalar cocaína, sinal de que os criminosos podem ter passado por lá. São quilômetros de túneis que se estendem por toda a comunidade.
Pela rede de esgoto é possível seguir pelos túneis até o bairro do Engenho da Rainha e sair numa das principais avenidas da região, a dois quilômetros da área do conflito. Para o capitão do Bope, dessa maneira eles poderiam sair sem chamar atenção de ninguém.
Blaz afirma que os bandidos podem ter planejado com antecedência uma eficiente rota de fuga. O coronel Paulo Henrique Moraes, comandante do Bope, afirma que há sinais de que o projeto da rede de esgoto foi alterado, a pedido de traficantes, para facilitar a fuga.
Em nota, a Secretaria Estadual de Obras e a Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro informou que as galerias do Alemão foram construídas com extensão e diâmetro compatíveis com o escoamento do grande volume de águas pluviais e esgoto da comunidade

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Traficante Olho de Vidro morre durante confronto com policiais


Foto: Reprodução Dique-DenúnciaTraficante conhecido como Olho de Vidro era um dos chefes do tráfico no Morro da Mangueirinha, em Caxias
Traficante conhecido como Olho de Vidro era um dos chefes do tráfico no Morro da Mangueirinha, em Caxias



Um dos chefes do tráfico no Morro da Mangueirinha, em Caxias, na Baixada Fluminense, morreu neste domingo durante um confronto no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Luis Carlos Nesse José, conhecido como Olho de Vidro, era suspeito de ter comandado um ataque a veículos e estava no Alemão dando apoio aos traficantes do local.


O criminoso chegou a trocar tiros com a polícia quando foi atingido. Luis Carlos foi socorrido no Hospital Getúlio Vargas, mas não resistiu aos ferimentos.

Nesta segunda-feira, veículos do Bope (Batalhão de Operações Especiais), da Polícia Militar e da Polícia Civil, além de dois helicópteros, continuam revistando os moradores e as casas em busca de outros criminosos. A Secretaria de Segurança Pública do RJ não descarta a possibilidade de novos confrontos, pois ainda há traficantes no Complexo.

Apesar disso, o clima na região é de tranquilidade. Os ônibus e o comércio funcionam normal. Entretanto, em algumas áreas, as casas e o comércio ainda estão sem água e sem luz.

Redator: Marielly Campos

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Maranhão - Governo reduz pela metade tempo para promoção de PMs


A decisão beneficia cerca de 1.500 PMs, englobando soldados, cabos e sargentos.


SÃO LUÍS - A governadora Roseana Sarney assinou o decreto nº 26.189, nesta terça-feira (22), reduzindo o interstício dos policiais militares. A decisão beneficia cerca de 1.500 PMs, englobando soldados, cabos e sargentos. Com a medida, o tempo de serviço necessário para a promoção e para a estabilidade na função cai pela metade, a exemplo do posto de soldado que era de 10 anos e foi reduzido para 5 anos.
- É um marco histórico, pois nunca foi tomada uma decisão com essas proporções em benefício da corporação - festejou o comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Franklin Pacheco.
No caso da promoção da graduação de cabo para 3º Sargento, o período foi reduzido de 6 anos para 3 anos. O mesmo tempo vale de 3º Sargento para 2º Sargento. Já no caso de promoção de 2º Sargento para 1º Sargento e desta função para Subtenente a abreviação foi de 4 anos para 2 anos.
De acordo com o coronel Franklin Pacheco, os reflexos da decisão do governo serão sentidos nas ruas pela população. “São muitos os aspectos positivos que envolvem uma medida como esta. O policial terá maior motivação para o trabalho e isso repercute na comunidade. Por isso, a decisão da governadora de assinar o decreto”, declarou.
A medida atende a um antigo anseio dos policiais militares e é resultante de uma proposta encaminhada à governadora pelo comandante-geral da PM e que foi defendida pelo secretário de Segurança, Raimundo Cutrim. “O esforço diário dos policiais do Maranhão está sendo reconhecido com essa decisão do governo”, ressaltou Franklin Pacheco.
QUADRO
GRADUAÇÃO
COMO ERA COMO FICA
Soldado p/ Cabo 10 anos 5 anos
Cabo p/ 3º Sarge 6 anos 3 anos
3º Sarg. p/ 2º Sarg 6 anos 3 anos
2º Sarg. p/ 1º Sarg.4 anos 2 anos
1º Sarg. p/ Sub-tenente 4 anos 2 anos
Fonte: Imirante

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