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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

CAOS: Policiais decidem entrar em greve por tempo indeterminado a partir de hoje

Se com a atuação dos policias, a Paraíba é recordista em arrombamentos de bancos, os serviços na área de Segurança Pública podem piorar nos próximos dias com a decisão dos policiais militares de entrarem em greve a partir de hoje, já os civis e delegados iniciam o movimento a partir do dia 4 de março.

Os policiais militares, civis, bombeiros, delegados e agentes penitenciários decidiram tomar esta decisão na tarde desta segunda-feira (28) após realizarem várias Assembleias alertando o governo sobre esta possibilidade.

Durante a Assembleia Geral, a secretária Aracilba Rocha ainda chegou a reduziu para 15 dias o prazo para o governo apresentar uma proposta de reajuste salarial aos policiais que a rejeitaram.

Mais de dois mil profissionais da Segurança Pública participaram da Assembleia Geral que decidiu pela greve
Fonte: ClickPB

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SEM CONSENSO: policiais rejeitam proposta apresentada pelo Governo Ricardo e categoria deve deflagrar greve geral já nesta terça-feira


SEM CONSENSO: policiais rejeitam proposta apresentada pelo Governo Ricardo e categoria deve deflagrar greve geral já nesta terça-feira
A proposta apresentada pelo governo da Paraíba foi rejeitada pelas entidades que representam a Segurança Pública do Estado. A proposta governamental foi apresentar um reajuste salarial para a categoria no prazo de 30 dias. A assembleia dos policiais ocorreu agora há pouco.

O governo sugeriu a criação de uma comissão entre todas as forças para que em 30 dias pudesse apresentar uma proposta concreta de reajuste salarial para as categorias em questão. A justificativa é a mesma: necessidade de se adequar aos limites estabelecidos pela Lei De Responsabilidade Fiscal. Coisa que, pelos prazos da equipe econômica do governo, só acontecerá a partir de setembro. Os policiais, por sua vez, não aceitaram. O governo explicou que qualquer proposta precipitada seria “chute”. E não compromisso real.

O vice-presidente da Associação dos Delegados da Polícia civil da Paraíba, Sterferson Nogueira a Assembleia deve agora referendar a greve geral a partir de amanhã, 1º de março.


PB Agora

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Educação perde R$ 3,1 bi e Transportes, R$ 2,3 bi



Agencia Estado

De acordo com dados divulgados hoje pelo Ministério do Planejamento, o Ministério da Educação (MEC) sofreu o terceiro maior corte em valores nominais em seu orçamento para este ano: R$ 3,10 bilhões. A medida faz parte do corte de R$ 50 bilhões no Orçamento Geral da União de 2011, apresentado hoje. O segundo maior corte ocorreu no Ministério da Defesa, com R$ 4,38 bilhões. Em primeiro lugar ficou o Ministério das Cidades, com redução de R$ 8,58 bilhões.
Depois do MEC, estão os ministérios de: Turismo, com R$ 3,08 bilhões, Transportes, com R$ 2,39 bilhões, Integração Nacional, com R$ 1,82 bilhão, Justiça, com R$ 1,53 bilhão, Esportes, com R$ 1,52 bilhão, e Agricultura, com R$ 1,47 bilhão.
No grupo de ministérios com cortes abaixo de R$ 1 bilhão se destacam Ciência e Tecnologia (R$ 953 milhões), Desenvolvimento Agrário (R$ 929 milhões) e Fazenda (R$ 803 milhões).
Fonte: G1

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Polícia Militar de São Paulo lança


Candidatos devem ter nível médio e idade entre 18 e 30 anos. 

Só podem se inscrever pessoas do sexo masculino.

Do G1, em São Paulo
Polícia Militar de São Paulo
Inscrições
De 21 de março a 20 de abril
Vagas
500
Salário
não informado
Taxa de inscrição
R$ 50
Prova
5 de junho
A Polícia Militar de São Paulo divulgou edital de concurso público para 500 vagas de soldado PM de 2ª classe para o quadro de praças -veja aqui o edital.
Os candidatos devem ter nível médio, idade entre 18 e 30 anos, carteira nacional de habilitação entre as categorias B e E e altura mínima de 1,65m.
Os candidatos farão estágio probatório por dois anos no curso superior de técnico de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Concluído o curso, o soldado PM de 2ª classe inicia o estágio administrativo-operacional até se tornar soldado PM de 1ª classe. Os salários não foram informados. A data de posse está prevista para 3 de abril de 2012.
As inscrições devem ser feitas das 10h de 21 de março até as 16h do dia 20 de abril pelo site www.vunesp.com.br. A taxa é de R$ 50. Terá direito à redução de 50% do pagamento da taxa de inscrição o candidato que for estudante e tiver remuneração mensal inferior a 2 salários mínimos ou estiver desempregado. Nesse caso as inscrições devem ser feitas das 10h de 22 de março às 23h59 de 23 de março.
O concurso terá prova de escolaridade e de redação, prova de condicionamento físico, exames de saúde e exames psicológicos, investigação social e análise de documentos e títulos.
A prova de escolaridade e de redação serão aplicadas às 14h do dia 5 de junho nas cidades de Araçatuba, Bauru, Campinas Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba.

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“A Paraíba pode deflagrar uma das maiores greves do país”, adverte Sérgio Rafael


Militar lembra que o estado de Sergipe arrecada menos do que a Paraíba, mas já paga um salário justo aos policiais.
(3 comentários)


Raríssimos são os casos em que os quatro pilares da segurança pública estadual – Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e Sistema Penitenciário – entram em greve simultaneamente. Sem dúvidas, o caos total.
Foi por isso que durante o debate promovido pela rádio Campina FM, nesse sábado (26), o cabo/PM Sérgio Rafael advertiu as autoridades competentes que procurem atender as reivindicações das categorias, sob pena de mergulhar este estado numa onde de violência jamais vista.
E se o problema é ‘ilegalidade’ da lei que concede o reajuste, outra proposta poderia ser criada e aprovada dentro dos trâmites legais, conforme opinou o militar.
- Vamos criar um subsidio, já que dizem que essa lei [PEC 300] não vale. A Paraíba pode deflagrar uma das maiores greves deste país – alertou Rafael.
Ele lembrou ainda que o estado de Sergipe arrecada menos do que a Paraíba, mas já concedeu um reajuste salarial compatível com a função policial.
ParaibaemQAP

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“Se um político faz uma promessa para o policial, ele tem que cumprir!”, defende advogado


Para evitar transtornos de maior gravidade, ele defendeu que o estado tente solucionar o problema das categorias.
(1 comentários)


Promessa é dívida. E tem de ser quitada. Pelo menos é esse o entendimento do advogado e professor universitário Aécio Melo, que participou do debate promovido pela rádio Campina FM nesse sábado (26).
Mostrando-se bastante ciente da situação em que se apresenta o cenário de segurança pública na Paraíba, o entrevistado foi ‘na ferida’ quando falou sobre o início de toda essa confusão que poderá resultar em greve geral na segurança.
- Não se faz promessa para a polícia, porque se fizer uma promessa para um policial, tem que cumprir. Por conta de ser um serviço essencial, pelo fato de o policial andar armado, da delicadeza do serviço, dos problemas que ele enfrenta e das pressões que ele recebe nas casernas e nas delegacias. Então, se um político faz uma promessa para o policial, ele tem que cumprir – disse Aécio.
Para evitar transtornos de maior gravidade, ele defendeu que o estado tente solucionar o problema das categorias. E que estas busquem ampliar as possibilidades de diálogo. 
ParaibaemQAP

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

PEC300 - Bombeiros e policiais militares fazem passeata por melhores salários

Profissionais buscam coerência salarial em todo o país pela PEC 300


Cerca de 120 bombeiros e policiais militares realizaram das 10h às 12h, neste domingo (27), uma passeata em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, pela PEC 300 - a Proposta de Emenda Constitucional de número 300 para a unificação dos salários das polícias militares e bombeiros de todos os Estados com os praticados hoje pelo distrito federal.
O major da Polícia Militar Pulo Cesar Pereira da Silva, presidente da comissão de acompanhamento da PEC 300, explica que o pedido é por coerência nos salários desses trabalhadores.
- O salário dos policiais e dos bombeiros gira em torno de R$ 1.000, e nosso pleito é de R$ 3.500 para todos que exercem essas profissões no Brasil. Em Sergipe, um coronel da polícia ganha R$ 12.400 mais 60% desse salário, ou seja, cerca de R$ 19.00. No Rio, na mesma função, a pessoa ganha R$ 7.300.
Ainda segundo o major, é preciso considerar o dinheiro arrecadado no Rio nos últimos anos.
 - Em 2007, o Rio arrecadou R$ 36 bilhões, em 2008, foram R$ 43 bilhões, e em 2009, R$ 44 bilhões. Com essa arrecadação não dá para acreditar que é difícil aumentar os salários desses trabalhadores. 
Fonte: R7

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Justiça Militar arquiva quase 2000 processos contra colegas de farda

Cerca de 40% dos acusados nem se dão ao trabalho de aparecer nas audiências

Agência Estado


Somente em 2010, 1.936 inquéritos criminais investigados por agentes da Polícia Militar contra seus colegas fardados foram parar nos arquivos. O corporativismo é reprovado pelo próprio Tribunal de Justiça Militar, que condena a falta de empenho dos oficiais indicados para julgarem os casos envolvendo a classe. Existem, hoje, 864 processos aguardando julgamento.
Relatório anual elaborado pela Corregedoria da Justiça Militar aponta que 39% dos acusados não se dão ao trabalho nem de aparecer nas audiências. O dado, de acordo com o Tribunal, mostra a necessidade de melhorar a comunicação com as unidades militares responsáveis por fazer a apresentação do policial.
No ano passado, dos 340 julgamentos, só 156 acabaram em condenações.
"Os números sugerem que a investigação criminal está sendo mal utilizada, o que compromete a credibilidade da Justiça Militar, já que a imensa maioria das investigações acaba sendo arquivada", diz o documento.
Ao comentar o número de casos arquivados, o chefe de gabinete do Tribunal, coronel João Bosco da Costa Paz diz que "muitos processos estão sendo arquivados por causa de erros no decorrer do procedimento".
Já o corregedor da PM, coronel Hebert Fernandes Souto Silva, revela que, no mesmo ano de 2010, 1.672 denúncias chegaram até a corregedoria. Dos 6 milhões de ocorrências, o militar não soube precisar quantas delas se transformaram em inquéritos.
Fonte: R7

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Parentes de vítimas assassinadas pedem afastamento de militares


Exoneração do cargo público só é prevista em caso de condenação superior a dois anos


RENATO COBUCCI/ARQUIVO
pai de Ana Paula Nápoles da Silva
Familiares da vendedora que foi morta em ação desastrada da PM pedem justiça
Parentes de pessoas mortas por militares cobram o afastamento do trabalho e também a prisão dos envolvidos, assim como aconteceu com os quatro policiais do Batalhão Rotam. Eles foram presos na última quarta-feira (23), sob acusação de participar de uma possível execução de dois moradores do Aglomerado da Serra.

Por causa da demora para a realização dos julgamentos na Justiça comum, parte dos réus continua a prestar serviço para a Polícia Militar. Somente em caso de condenação superior a dois anos, eles ficam sujeitos à exoneração do cargo.

Na última sexta-feira (25), completaram-se sete anos que a vendedora Ana Paula Nápoles da Silva foi morta em uma ação desastrada da PM na MG-010, em Vespasiano, na Grande BH. Os policiais fizeram um bloqueio na pista usando veículos particulares que passavam pelo local. Os motoristas foram obrigados a descer dos carros, momento em que houve uma troca de tiros entre militares e criminosos. Ana Paula foi atingida quando descia do automóvel.

Seis PMs são acusados de envolvimento no crime. O autor do disparo não foi identificado, e todos os policiais que participavam da ação foram indiciados. “Eles continuam trabalhando, não passaram nem um dia presos. Espero uma resposta coerente da Justiça comum”, afirma o pai de Ana Paula, José Adilson da Silva.

O policial acusado de matar o garçom José Arlindo dos Anjos, em 2005, também continua na corporação. O soldado Felipe Lucas Soares teria atirado durante uma abordagem, ao suspeitar que a vítima fosse um ladrão. O processo está em andamento no 2º Tribunal do Júri de BH. Em audiência, o acusado afirmou que o disparo foi acidental.

O sargento acusado de matar o estudante de Educação Física Rodrigo Luiz Correa Medina, em 2006, foi expulso da PM dois anos depois. A decisão foi tomada em um processo administrativo disciplinar. Giovani Pedrosa Dias fazia “bico” de segurança na festa onde Rodrigo estava, em Contagem, e teria atirado depois do início de uma briga generalizada. Dias foi condenado a 13 anos de prisão, mas aguarda julgamento de recurso em liberdade. Soldados do caso Serra serão ouvidos na segunda-feira (28).

A Corregedoria da PM garante que alvos de denúncias graves são afastados da função até o desfecho dos casos. Os três soldados envolvidos nas mortes do Aglomerado da Serra serão ouvidos na segunda na Corregedoria.

Na tarde de sábado, foi enterrado o corpo do cabo Fábio Oliveira, um dos quatro militares da Rotam que faziam operação na Serra. Ele foi encontrado morto na cela do 1º Batalhão da Polícia Militar na última sexta-feira. Neste domingo (27), a PM reduziu o efetivo no aglomerado. Moradores disseram que o clima no local está mais tranquilo e que não acreditam em novos confrontos.  (*) Colaborou Thiago Lemos

Famílias denunciam corporativismo

O corporativismo é a principal reclamação feita por familiares de vítimas de ações policiais, quando o assunto são as investigações lideradas pela Corregedoria da Polícia Militar. O órgão informa que apura todas as denúncias e pune quando são encontradas irregularidades. Especialistas em segurança pública defendem, porém, que o processo de investigação seja acompanhado por instituições independentes.

O corretor José Adilson da Silva diz que nunca recebeu retorno sobre as investigações dos militares envolvidos na ação que terminou com a morte de Ana Paula Nápoles da Silva, em 2004. O pai da vítima, baleada na MG-010, em Vespasiano, na Grande Belo Horizonte, não acredita que exista uma avaliação isenta por parte da Corregedoria.

“Eles são corporativistas. Enquanto eu viver, vou pedir que os policiais sejam punidos. No mínimo, eles não estavam preparados para o que faziam”, afirma José Adilson.

Para Robson Sávio de Souza, pesquisador de criminalidade e segurança da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o trabalho da Ouvidoria de Polícia de Minas Gerais deveria ser ampliado. “As investigações têm que ser feitas por órgãos que tenham autonomia e independência. Se a Ouvidoria tivesse mais meios para fazer apurações, poderia controlar mais de perto o que está em andamento nas corregedorias”.

A transparência nas investigações está entre os pontos considerados mais importantes pelo professor Luiz Antonio Francisco de Souza quando o assunto é envolvimento de policiais em crimes. O sociólogo é coordenador do Observatório de Segurança Pública da Universidade Estadual Paulista e também defende a interferência de órgãos externos nas apurações feitas pelas corregedorias. “Aliado a isso é necessário unificar as polícias Civil e Militar a fim de promover a desmilitarização. Com apenas um comando, é maior a possibilidade de transparência”, defende o sociólogo.

O corregedor da PM, coronel Herbert Fernandes, afirma que as investigações militares são sérias e as punições administrativas, duras, quando necessário. “Ao contrário do que é falado, 100% das reclamações que recebemos são apuradas. Damos as respostas aos denunciantes, não para a imprensa”, afirma.

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Acidente com trio elétrico deixa mortos e feridos no Sul de MG


Segundo Bombeiros, um cabo de energia partido bateu no trio elétrico.

Feridos são atendidos no hospital da cidade.

Cíntia Paes e Vanessa FajardoDo G1 MG e do G1 SP, com informações da EPTV
Um acidente grave em Bandeira do Sul, no Sul de Minas Gerais, deixou 16 mortos neste domingo (27), em uma festa de pré-carnaval, segundo informação confirmada pela Polícia Militar, às 22h15. Anteriormente, o Corpo de Bombeiros havia dito que seriam 13 mortos. Segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), uma serpentina metalizada teria sido jogada em um cabo de energia. O cabo teria se partido e caído no chão, atingindo também o trio.
Segundo os bombeiros, dezenas de pessoas ficaram feridas. Elas estão sendo atendidas no Hospital Paulina Damen, em Bandeira do Sul, na Santa Casa de Poços de Caldas e no Hospital São José, em Botelhos.
Mapa da cidade de Bandeira do Sul (Foto: Arte/G1)Mapa da cidade de Bandeira do Sul (Foto: Arte/G1)
De acordo com o Corpo de Bombeiros, 12 pessoas que estavam na rua e uma que estava em cima do trio morreram. Segundo a Cemig, a serpentina metalizada teria atingido um cabo de média tensão, de cerca de 7 mil Volts. Com o acidente, a cidade está sem energia.
O pré-carnaval deste domingo (27) foi organizado pela Prefeitura de Bandeira do Sul. O G1 tentou falar por telefone com a prefeitura, mas ninguém foi encontrado.
O secretário de Saúde de Poços de Caldas, Jose Julio Balducci, disse ao G1 que muitos pacientes estão sendo atendidos na Santa Casa da cidade, já que Poços fica a cerca de 20 km de distância de Bandeira do Sul, onde ocorreu o acidente.
"Disponibilizamos toda nossa estrutura de saúde. Inclusive temos equipes de médicos e enfermeiros em Bandeira do Sul", afirmou. Segundo Balducci, a Prefeitura reservou uma área no hospital para receber os familiares das vítimas que estão em busca de informações. "Foi uma catástrofe. Tinha muita gente no trio elétrico e ainda não sabemos o número exato de óbitos, além feridos entre leves e graves", disse.
Uma professora, que pediu para não ser identificada, disse ao G1 que a praça onde aconteceu o acidente é próxima à casa dela. Mas ela não estava na hora do acidente. "Cheguei na praça e vi tudo. É inexplicável. É doído demais. Não tem só vítima da cidade. Tem vítima de Poços (de Caldas), tem vítima de Botelhos". A moradora disse que, entre os mortos, estão adolescentes. "Eu sou professora. Tenho alunos adolescentes entre os mortos. Não tem parente meu, graças a Deus. Mas é todo mundo tão amigo que parece parente", relatou a professora, ainda chocada com a notícia.
Bandeira do Sul fica a 440 quilômetros de Belo Horizonte e tem 5.340 habitantes, segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A economia gira em torno da agropecuária, principalmente produção de tomate e arroz, de acordo com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

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