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terça-feira, 31 de maio de 2011

Policial Civil é assassinado durante 'saidinha de banco'





Conforme a PM, dois policias revidaram ao 
assalto e trocaram tiros com os bandidos; dois suspeitos foram detidos


Um Policial Civil foi assassinado e um outro ficou ferido durante uma 'saidinha de banco'. Segundo a Polícia Militar (PM), o crime ocorreu na tarde desta terça-feira (31).

Conforme a PM, Vladmir Batista, que trabalhava na Delegacia de Menores de Contagem, e um colega de profissão foram abordados pelos bandidos quando deixavam uma agência bancária. Eles revidaram ao assalto e trocaram tiros com os criminosos.


Segundo testemunhas, os policiais estavam fazendo serviço de segurança para uma empresa e haviam sacado R$ 10 mil.

Dois homens suspeitos do homicídio foram detidos no Bairro das Indústrias, na Região do Barreiro. Um terceiro envolvido no crime continua sendo procurado pela polícia.

Wallyson Rodrigues Silva foi o primeiro dos criminosos a ser preso. Conforme a PM, ele cumpriu pena por roubo, até a noite de segunda-feira (30), na Penitenciária Dutra Ladeira, em Ribeirão das Neves. Outro suspeito foi detido pela Polícia Civil e identificado apenas como “Ratinho". O terceiro envolvido estaria apenas dando cobertura para os dois.  Com os suspeitos a PM apreendeu um revólver calibre 38.

Ainda de acordo com a polícia, Wallyson disse que iria roubar o dinheiro para dar uma festa de aniversário para uma pessoa da família.

Os bandidos foram detidos depois de uma operação conjunta feita entre os Batalhões Rotam, 41º, 5º, Polícia Militar Rodoviária e delegacias de Polícia Civil das regionais Oeste e Barreiro.

Vladmir foi atingido na cabeça e não resistiu aos ferimentos. O outro policial foi socorrido com ferimentos e levado para o Hospital Sarah Kubitschek.

Policiais que acompanha a ocorrência alegaram que as vítimas tinha que trabalhar com segurança particular porque o salário de Policial Civil é baixo.

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Garotinho propõe trocar convocação de Palocci por piso nacional para PMs




‘Palocci é diamante que custa R$ 20 milhões’, disse deputado.
Ele falou em lançamento de frente parlamentar em defesa da proposta.

Robson Bonin
Do G1, em Brasília

O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) convocou nesta terça (31) os deputados que defendem a proposta de um piso salarial nacional para policiais e bombeiros dos estados, objeto da proposta de emenda constituicional 300 (PEC 300), a utilizarem a convocação do ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, como moeda de troca na negociação da matéria com o governo.
Ele fez a proposta ao discursar durante o lançamento da Frente Parlamentar de Defesa da PEC 300 nesta terça-feira (31), no plenário Nereu Ramos.
“O momento político é esse. Hoje, para o governo, a pedra preciosa, um diamante que custa R$ 20 milhões, se chama Antonio Palocci. Vamos trocar a convocação pela PEC 300 e ver qual é o deputado federal que realmente defende o movimento da PEC”, discursou Garotinho.
Aplaudido por cerca de 200 policiais que participavam do lançamento da frente parlamentar, Garotinho lembrou a estratégia utilizada pela bancada evangélica para fazer com que o governo recuasse na proposta de distribuir um kit anti-homofobia nas escolas.Desde a crise envolvendo a evolução patrimonial do ministro da Casa Civil, a base governista no Congresso vem atuando para evitar que a oposição consiga convocar Palocci para falar sobre sua evolução patrimonial nas comissões da Câmara ou do Senado. Segundo reportagem do jornal "Folha de S.Paulo", Palocci teve o patrimônio multiplicado por 20 entre 2006 e 2010, período em que exerceu mandato de deputado federal e coordenou a campanha presidencial de Dilma Rousseff.
“A bancada evangélica pressionou, e o governo retirou o kit gay. Vamos ver agora quem é da bancada da polícia. Ou vota a PEC no plenário da Casa ou aprovamos a convocação do Palocci”, afirmou Garotinho.
O deputado disse que fez a proposta durante o lançamento da frente parlamentar porque identificou deputados da base governista no evento que teriam de demonstrar se defendem, de fato, a PEC 300.

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Corregedoria assume delegacia na Bahia, após prisão de policiais




Oito oficiais, inclusive o delegado, foram presos na Operação Esfinge. 
Delegacia fica no município de Camacan, no sul da Bahia

Do G1 BA, com informações da TV Santa Cruz

Agentes da Corregedoria da Polícia Civil assumiram nesta terça-feira (31) o comando da delegacia de Camacan, no sul do estado. A medida foi tomada depois que todos os oito oficiais da unidade policial foram presos, inclusive o delegado titular, na Operação Esfinge, iniciada nessa madrugada. Os oficiais e o delegado serão encaminhados para a sede da Corregedoria da Polícia Civil em Salvador. Os 27 detentos que estavam presos na delegacia da cidade vão ser transferidos para o presídio do município de Itabuna.
Operação prende quadrilha formada por policiais na Bahia (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)Operação prende quadrilha formada por policiais
na Bahia (Foto: Reprodução/TV Santa Cruz)
Dezessete pessoas foram presas na  Operação Esfinge, que teve por objetivo cumprir 21 mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão na capital baiana e nos municípios do interior do estado, expedidos pelo juiz Fábio Mello Veiga, da Vara Crime da comarca de Camacan.

A ação realizou sete flagrantes, sendo dois por peculato (crime contra administração pública), e cinco portes ilegais de arma, realizadas por cinco promotores de Justiça, o diretor da Depin (Delegacia de Polícia do Interior), Edenir Cerqueira, o corregedor da Polícia Militar Marconi do Nascimento.

A ação foi executada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais do Ministério Público Estadual (Gaeco), do Ministério Público Estadual, junto à Secretaria de Segurança Pública (SSP) e Corregedorias das Polícias Civil e Militar, com efetivo total de 131 policiais.

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Fraude faria rombo mensal de R$ 20 milhões no Detran






Suposto esquema beneficiaria locadoras de veículos e empresas de ônibus e transportes na hora da vistoria e do emplacamento


FREDERICO HAIKAL
Lucas Arcanjo
Vistoriador Lucas Arcanjo denuncia sangria nos cofres públicos

Um suposto esquema fraudulento no sistema de vistoria e emplacamento de veículos no Detran em Belo Horizonte estaria provocando uma evasão de tributos, em uma sangria avaliada em pelo menos R$ 20 milhões mensais. A fraude estaria beneficiando grandes locadoras de veículos e empresas de ônibus e transportes.


Outro braço ilegal do esquema ficaria por conta da entrega de documentos em branco para funcionários de empresas realizarem eles mesmos os emplacamentos de veículos sem vistoria, o que contraria normas do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Haveria ainda, um procedimento ilegal de não se exigir a numeração de motor e chassis quando a transferência for de veículos da capital.

A denúncia é do vistoriador Lucas Gomes Arcanjo, 40 anos, 15 deles como policial civil. Ele garante ter provas documentais e vídeos que comprovam as irregularidades, mas não apresentou nenhum deles. Ele alega que não é a primeira vez que denuncia esse esquema criminoso, que, de forma inexplicável, continuaria funcionando a todo vapor.

Lucas Arcanjo se diz ameaçado de morte e diz que já foi alvo de quatro atentados. Em um deles, foi ferido na perna esquerda, o que lhe afeta a mobilidade.

Sob alegação de que é um policial civil honesto, que sobrevive com seu salário de servidor público e dos direitos autorais de livros sobre emplacamento, ele disse que decidiu denunciar o esquema.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, deputado Durval Angelo (PT), confirmou ter recebido as denúncias de Lucas Arcanjo. A situação será alvo de uma audiência pública no dia 9 de junho.

A assessoria da Polícia Civil informou que as denúncias já vinham sendo investigadas pela Corregedoria Geral e que só irá se manifestar após a audiência pública.

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Governo do Acre concede reajuste salaraial de 15% aos servidores





Governo do Acre concede reajuste salaraial de 15% aos servidores


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Reajuste linear de 15% para todos os servidores públicos, concedido de forma parcelada até julho do próximo ano.

Esta é a proposta do governador Tião Viana, tirada de um grande esforço de gestão para garantir investimentos em aéreas estratégicas, atendimento com qualidade das necessidades básicas e a valorização do funcionalismo através de um aumento salarial. 
A proposta do Governo do Estado é conceder 5% de reajuste em julho, 5% em janeiro e mais 5% em julho do próximo ano. Hoje a folha de pagamento dos 42 mil funcionários estaduais é de R$ 112 milhões mensais. Com os novos valores, o governo terá um custo de R$ 150 milhões a mais no orçamento/ano. 
“O Governo está fazendo um esforço enorme para continuar promovendo essa valorização dos servidores, nesse processo que já vem sendo desenvolvido há 12 anos. Hoje nós temos orgulho em mostrar que a política salarial é uma das melhores da região Amazônica e do Brasil. Fiz questão que este aumento fosse linear para garantir benefícios a todos os servidores de forma igualitária, já que podemos fazer isso porque avançamos em negociações anteriores”, disse o governador. 
Tião Viana explicou que o sacrifício orçamentário e financeiro nas contas do governo foi grande devido a responsabilidade que um governante tem enquanto chefe de Estado. “Nosso esforço foi para atender as expectativas dos servidores, dentro das nossas limitações. O governo dialoga com serenidade e firmeza, mostrando o orçamento e como estamos avançando nesse processo de valorização. Ninguém na Amazônia falou em conceder 15% de reajuste. Nós falamos. Mas não é uma equação fácil para o governo valorizar os servidores, atender as necessidades da sociedade e os compromissos de governo”, comentou o governador. 
Outro ponto apresentado por Tião Viana que exige atenção e responsabilidade é  a questão dos aposentados. Milhares de servidores que entraram nos quadros do Estado na década de 1980 começam a se aposentar, exigindo novas contratações. “Eu não posso, enquanto governante, tomar decisões que prejudiquem os próximos governadores quanto à gestão do Estado”.
Em janeiro de 1999, a folha de pagamento do funcionalismo público, com 33 mil servidores, era de R$ 17 milhões. Em janeiro de 2007, quando Jorge Viana entregou o governo a Binho Marques, a folha custava R$ 66 milhões. Em janeiro deste ano, ao assumir o Estado, Tião Viana encontrou uma folha de pagamento de R$ 109 milhões mensais para 40 mil servidores.  
Os dados mostram de forma clara que o aumento significativo nos gastos com o pagamento do funcionalismo ocorreu por valorização salarial, e não por ampliação no número de funcionários. 
De 2003 a 2011 o crescimento nominal da receita do Estado (o que foi arrecado mais os repasses de recursos constitucionais recebidos do Governo Federal) foi 161%. Os gastos com pagamento de pessoal no mesmo período foram de 159,74%.
Fonte: ORB

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Policiais cobravam R$ 400 mil de donos de postos de gasolina, diz PF






Suspeitos exigiam dinheiro para não iniciar inquéritos.
Polícia apreendeu R$ 4.100, documentos e porções de maconha.

Caroline Hasselmann
Do G1 SP
iO grupo detido nesta terça-feira (31) durante operação da Polícia Federal em São Paulo cobrava R$ 400 mil a proprietários de postos de combustíveis no litoral paulista, indicam as investigações. De acordo com a PF, os presos exigiam o dinheiro para não iniciar inquéritos contra os proprietários.
No total, 21 mandados foram cumpridos nesta terça em São Paulo, São José dos Campos, São Sebastião, Caraguatatuba e Praia Grande. Quatro pessoas foram detidas: dois policias federais, um advogado e um estagiário de direito. De acordo com as investigações, o advogado e o estagiário diziam que os donos de postos eram investigados por adulteração de combustíveis e distribuição irregular. Para intimidar, a dupla mostrava vídeos com imagens de caminhões descarregando combustíveis.
As investigações que levaram à operação, intitulada Pré-Sal por conta de a ação ter se concentrado no litoral, duraram cinco meses. Três dos nove donos de postos vítimas da extorsão não pagaram o valor exigido e denunciaram o caso à polícia.Além das prisões, foram apreendidos R$ 4.100, documentos e porções de maconha. Segundo o delegado Renato Menezes, que coordenou a operação, o dinheiro é fruto do tráfico de drogas.
Os estabelecimentos, segundo o delegado, foram vistoriados e alguns já foram lacrados. De acordo com a Corregedoria Regional de Polícia Federal de São Paulo, que também atuou na operação, os agentes serão afastados. Caso seja comprovada a participação, eles poderão ser exonerados dos cargos.

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PF prende agente prisional com 27 kg de cocaína em Mato Grosso





Ele e outro suspeito foram presos quando saíam de um hotel.
A droga foi encontrada no carro do agente
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Kelly Martins
Do G1 MT

PF apreende 27 kg de cocaína em MT (Foto: PF/MT)PF apreende 27 kg de cocaína em MT (Foto: PF/MT)
Duas pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal na madrugada desta terça-feira (31) com 27 kg de cocaína, em Campo Novo dos Parecis, interior de Mato Grosso. Um dos suspeitos é agente prisional.
Segundo a polícia, as prisões ocorreram quando os dois se preparavam para sair de um hotel. O agente estava em uma caminhonete, onde a droga foi encontrada pelos policiais no banco traseiro.
Já o segundo suspeito estava em um outro carro, do lado de fora do hotel, aguardando a saída do agente. Em depoimento à polícia, ele confessou que teria contratado o agente para transportar a droga e estava o aguardando para evitar possíveis barreiras policiais.
Porém, a estratégia dos suspeitos foi interrompida com a abordagem policial nos veículos. O agente prisional foi encaminhado para o presídio militar em Santo Antônio de Leverger, distante 35 km de Cuiabá.
Já o outro suspeito seguiu para a Penitenciária Central do Estado, na capital.

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PM vai criar pelotão de policiais universitários para atuar na USP

Policiais devem participar de treinamento para agir no campus.

USP quer ampliar presença da Polícia Civil para coibir quadrilhas.

Da Agência Estado

A Polícia Militar vai criar uma unidade de policiamento especializada no público universitário. PMs que cursam graduação e pós-graduação na Universidade de São Paulo (USP) devem participar do treinamento do novo pelotão e serão destacados para policiar a Cidade Universitária, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo. Para a corporação, eles entendem "melhor o que pensam os universitários" e podem ajudar a adaptar o policiamento comunitário ao ambiente da USP.
Além do reforço na atuação da PM, a ampliação da presença da Polícia Civil no campus, está entre os pedidos da USP à Secretaria de Segurança Pública (SSP). A proposta é que a Polícia Civil crie um destacamento especializado na investigação de crimes dentro da universidade. Essa é uma das solicitações encaminhadas pela reitoria ao governo do estado, que faz parte de protocolo de cooperação definido após a morte do estudante Felipe Ramos de Paiva, de 24 anos, assassinado no campus no dia 18 de maio.
A PM ainda aguarda a análise do protocolo pela SSP, mas entre as medidas de policiamento ostensivo a serem adotadas está a instalação de pelo menos uma base móvel no campus e policiamento com bicicletas durante os fins de semana. A maior presença da Polícia Civil, na visão da reitoria, servirá para combater quadrilhas especializadas em crimes na Cidade Universitária.
Fonte: G1

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