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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Gratificação de PM's não pode ser retroativa, diz TJRN

Acs PM RN
A 2ª Câmara Cível do TJRN não deu provimento ao pedido de policiais militares, que argumentaram ter direito ao recebimento de gratificações, no período de janeiro a maio de 2007, em 100%, e no período de junho a novembro de 2007, em 50 %.

O julgamento foi relacionado ao recurso (Apelação Cível nº 2011.001791-3), movido pelos servidores, que pediam o pagamento retroativo das gratificações de Função Policial Militar, Moradia e Fardamento, instituídas por meio da Lei Complementar Estadual nº 341/2007.

De acordo com a decisão, a controvérsia no tocante à retroatividade do pagamento das gratificações, deu-se por causa do artigo 7º, o qual estabelece que "a presente lei complementar entra em vigor na data da sua publicação, produzindo os seus efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2007”.

Tal redação, ao contrário do que argumentou o Estado, tão somente destaca a regra de direito financeiro, no que se relaciona à repercussão orçamentária naquele exercício de 2007, não resultando em retroatividade da implantação.

Os desembargadores ressaltaram que, ao se analisar os autos, se verifica que os autores tiveram implantadas as gratificações de Função Policial Militar, Auxílio Moradia e Fardamento, em junho de 2007, no montante correspondente a 50%, as quais passaram a ser pagas integralmente a partir de dezembro de 2007. No entanto, não houve qualquer pagamento em relação as diferenças refletidas no 13º salário de 2007, o qual deverá ser pago.

DN Online / ACS-PM/RN

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Bombeiros do Piauí reclamam da falta de capacetes, luvas e trajes

Acs PM RN
Segundo associação, há apenas um carro de resgate em todo o estado.
Comandante dos bombeiros diz que entrega de equipamentos atrasou.

Os baixos salários deixaram de ser motivo de insatisfação para os bombeiros do Piauí há muito tempo. A principal reclamação da categoria no estado é a falta de equipamentos de proteção individual. Não são raras as vezes em que os bombeiros precisam manipular cadáveres sem luvas ou combater incêndios sem os trajes adequados, conforme denúncia feita pela Associação dos Bombeiros Militares do Piauí (ABMEPI).

Segundo a ABMEPI, existe somente uma unidade de resgate no estado que é usada em Teresina e na Região Metropolitana. Para combate a incêndio, há apenas dois carros em operação. Se a equipe sai para socorrer uma pessoa, é necessário esperar o retorno do veículo para que outra vítima seja atendida.

“Os bombeiros têm que decidir quem vive e quem morre, a verdade é essa. Não há condições de executarmos duas operações ao mesmo tempo. Outro dia, eu fiz um parto e a criança morreu nos meus braços, porque chegamos tarde e não tínhamos equipamento para atender. Passei semanas com aquilo na minha cabeça. Não é fácil ver uma pessoa morrer na sua frente só por falta de estrutura”, afirma o sargento Marcone Costa Alves, da equipe de resgate de Teresina.

Bombeiro há 17 anos, ele ganha um soldo de R$ 1.573, somado a um auxílio refeição de R$ 120, mais um adicional de habilitação de formação de sargento de R$ 70 e uma gratificação por tempo de serviço de R$ 9 a cada dez anos – que ele explica que já foi extinta para os novos bombeiros, mas ele terá até se aposentar.


Alves conta que os homens trabalham “na base da garra e da coragem” porque amam a profissão. “Faltam luvas, capacetes, material de proteção contra incêndio. Estamos carentes de tudo o que dá para imaginar. Semana passada, houve um acidente grave que terminou com três pessoas mortas. Passamos meia hora para conseguir tirar as pessoas de dentro do carro só por causa da falta de equipamento”, diz.

A existência de apenas um quartel também prejudica a logística em Teresina. Alves explica que, quando há fogo em residências de bairros afastados, eles sabem que não vão conseguir chegar a tempo. “Às vezes, demoramos uma hora para chegar. São tragédias anunciadas, estão brincando com a vida da população. Infelizmente, as pessoas pagam com a própria vida.”

Alves conta que fica desanimado com as condições de trabalho. “Eu não vejo ser bombeiro como uma profissão, vejo como religião. Mas, não vou mentir, essas condições trazem uma insatisfação muito grande. Muitos profissionais bons pensam em sair, porque não aguentam mais a falta de estrutura.”

O bombeiro militar A. (que preferiu não se identificar por temer retaliações) afirmou que o problema de gestão na instituição é generalizado. Ele explica que falta efetivo, por isso os homens fazem escalas abusivas de trabalho.
“Trabalhamos mais de 70 horas por semana, porque o efetivo é reduzido. As escalas são apertadas, a folga é diminuída. O pessoal ainda trabalha em condições inseguras, com carros sucateados, mas estão em serviço porque se pararmos não há socorro”, afirma.


O bombeiro confirma que não há equipamentos de proteção individual. “Nós temos um efetivo diário de 20 homens em Teresina, mas só temos oito roupas de aproximação, então muitos vão atender ocorrências sem os trajes. Cada militar deveria ter sua própria roupa, mas aqui elas são passadas de efetivo para efetivo e ainda acabam se transformando em um vetor de contaminação”, diz.

Ele afirma que tem consciência dos riscos, mas não pode se omitir de realizar as atividades até por conta do regime militar ao qual são subordinados os bombeiros. Porém, ele diz que a grande justificativa é a questão humanitária do trabalho, já que os bombeiros são acionados geralmente quando pessoas precisam ser salvas.

“Nosso maior problema, além da remuneração, é a falta de condições de trabalho. O bombeiro entra no serviço operacional diário, mas não tem a condição de proteção devida. Pode voltar no final do dia em óbito”, diz o bombeiro, que revelou comprar equipamentos com o próprio salário para tentar se proteger, já que eles não são fornecidos pela instituição.

Outro lado

O coronel Manoel Bezerra dos Santos, comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar do Piauí, explicou ao G1 que foram comprados 15 equipamentos completos de combate no início deste ano, compostos por traje especial, capacete, bota e outros equipamentos de proteção. A compra teria sido feita no início deste ano por cerca de R$ 70 mil.


“Estamos dependendo de a empresa fazer a entrega. Ela ficou de repassar o material até o dia 10 de junho, mas houve um problema por parte deles e tivemos o atraso. Mas os equipamentos já foram adquiridos”, disse.
Santos admite que a compra de 15 equipamentos, somados a outros oito que estão em uso, não são suficientes para o efetivo do estado. “Um equipamento desses é muito caro, só o conjunto gira em torno de R$ 3,5 mil. Vamos vendo de que forma vamos priorizar as guarnições para tentar, realmente, atender o que prevê a lei. Nossa proposta é no futuro ter um equipamento para cada bombeiro. Esse é o pensamento do Comando e também do governo do estado do Piauí”, afirmou.

Santos disse também que a Secretaria Nacional de Segurança Pública adquiriu três veículos para o Piauí. “A entrega dos carros já foi feita, eles estão no quartel do Corpo de Bombeiros de Teresina. Vamos agora agendar com o governador para que seja feita a entrega oficial para que sejam colocados em uso.”

Sobre a falta de efetivo, Santos afirma que os homens recebem treinamento justamente para poder praticar “várias atividades”. Ele admite que, eventualmente, a escala de 24 horas de trabalho por 48 de folga não é cumprida à risca, mas os bombeiros são consultados antes da convocação para horas extras e recebem pelo serviço extra. Segundo Santos, não há imposição do Comando.

“Fizemos cursos de capacitação para manter o homem na operacionalidade, para que não faça uma coisa só. Ele faz a parte de salvamento, combate a incêndio, resgate. Ele é bem eclético”, disse.
Em relação aos salários, o coronel afirma que houve um reajuste neste mês, o que elevou o salário inicial de R$ 1.405,00 para R$ 1.570,00. “Não é que seja o salário ideal, o governo tem intenção de melhorar, mas ele precisa ver a questão do caixa do governo.”

Santos explicou que sua próxima meta é a aquisição de dois jet skis para utilização no município de Parnaíba no período das férias escolares, em julho.

Fonte: G1. / ACS-PM/RN

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Mudanças no Fardamento e Equipamento da Policia Militar: Quem lucra ou já lucrou com isto?

farda 
Militares que trabalham na atividade operacional tem demonstrado um enorme descontentamento em relação às seguintes questões envolvendo o fardamento e o colete padrão utilizado no trabalho policial:

I – O colete padrão além de desconfortável, não possui compartimentos para conduzir equipamentos, como rádio HT, lanternas, luvas ou carregadores;

II- A Polícia proíbe a calça de elástico, contudo, o outro modelo de calça dificulta que o militar corra, pule um muro ou realize,  outra atividade que exija mobilidade, tais como, uma busca pessoal minuciosa;

III – Os comentários do retorno do boné regulável, em substituição a boina, é visto como um retrocesso, bem como a chamada “farda fina”, para o serviço operacional.

Na verdade, os policiais não entendem por que a polícia Militar não autoriza a utilização de um colete com compartimentos para os equipamentos e, a pirraça em proibir a calça com elástico, em nome de uma disciplina  que  só dificulta a prestação de serviços.

Será que é, para forçar os militares a adquirirem estes equipamentos para desovar estoques de alguém, antes da mudança definitiva, que está sendo planejada?

Por fim, os militares esperam que, desta vez, as anunciadas mudanças no fardamento não tenham apenas o condão de enriquecer, ainda mais, grandes empresários do setor e tragam, de forma definitiva, um fardamento confortável e adequado com o trabalho policial.

Para isto, rogam que sejam, pelo menos, ouvidos aqueles que efetivamente pelejam na atividade operacional, vez que desconfiam que, burocratas corruptos, tenham pouco interesse em criar algo duradouro, pois, toda vez que se muda a farda, certamente, alguém lucra e muito, com estas mudanças.

Será que vão retornar o boné, para depois retornar a boina e, com isto, aquecer este mercado, em continuidade a um surrado ciclo vicioso que envolve também criações de braçadeiras, distintivos de identificação de Regiões, troca de cores dos bonés e outras mudanças, desprovidas de objetivos republicanos?

Domingos Sávio de Mendonça
Assessor Jurídico da Ascobom
OAB/MG 111515
Fonte: ASCOBOM

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Policiais virão à Câmara na terça para pedir votação da PEC 300

Representantes das forças policiais virão à Câmara na próxima terça-feira (5) com o objetivo de pressionar os deputados a definir uma data para a votação, em segundo turno, da chamada PEC 300 (de 2008). Na verdade, o texto em análise na Câmara é o da PEC 446/09, que cria um piso salarial transitório de R$ 3,5 mil reais para os policiais de menor graduação — os soldados, no caso da PM — e de R$ 7 mil para os oficiais do menor posto (os tenentes, por exemplo).

A proposta, aprovada em março de 2010 em primeiro turno, determina a criação de uma lei federal estabelecendo o piso salarial definitivo dos policiais civis e militares e bombeiros. Ela também determina a criação de um fundo federal para auxiliar os governadores a pagar os salários desses profissionais.

O presidente da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Mendonça Prado (DEM-SE), afirma já ter pedido ao presidente da Câmara, Marco Maia, a marcação de uma data para a análise em segundo turno da PEC. Caso a data não seja definida logo, Mendonça Prado prevê manifestações dos policiais.

"As consequências não serão as melhores, porque existe a possibilidade de mobilizações, de deflagração de um processo reivindicatório que não é normal para essas categorias; infelizmente, elas chegaram à exaustão. A espera tem sido enorme por decisões congressuais", afirma o parlamentar.

Responsabilidade
Mendonça Prado atribui ao Executivo a culpa pela demora na conclusão da votação da PEC.

Já o deputado Domingos Dutra (PT-MA), também integrante da Comissão de Segurança, avalia que a votação ainda não aconteceu por responsabilidade também do Legislativo: "Essa culpa tem de ser repartida entre todos, inclusive a Câmara — que admitiu a PEC, formou comissão especial, deu parecer favorável, votou em Plenário em primeiro turno e depois se deu conta de que o nó é muito grande com a PEC."

Mendonça Prado e Domingos Dutra discordam sobre a posição dos estados em relação à proposta. Mendonça Prado afirma que os governadores são favoráveis à PEC: "Eles só teriam benefícios, pois a proposta de número 300 cria um fundo constitucional com recursos de tributos federais que seriam transferidos aos estados."

Para o deputado Domingos Dutra, porém, os governadores é que pressionam o governo pela não aprovação da matéria.

Os dois parlamentares concordam que é necessária uma articulação entre governo federal, governos estaduais e Congresso para garantir um salário melhor aos policiais e bombeiros.

Íntegra da proposta:

Reportagem - Renata Tôrres/Rádio Câmara
Edição – João Pitella Junior

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Anistia criminal a bombeiros do RJ é aprovada pela Câmara

Estado de Minas
Bombeiros protestam em frente ao Congresso Nacional (Credito Antonio Cruz/ABr. Brasilia )
Bombeiros protestam em frente ao Congresso Nacional

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou hoje (30) a anistia criminal aos bombeiros presos no Rio de Janeiro durante protestos por melhores condições de trabalho. Eles haviam sido enquadrados no Código Penal Militar pelo crime de motim.

A proposta aprovada é a do presidente da Comissão de Segurança Pública, Mendonça Prado (DEM-SE), e segue agora para o Senado. Depois de aprovada pelos senadores, precisa ser sancionada pela presidenta Dilma Rousseff.

A proposta pode ser votada depois de acordo feito entre líderes e a presidência da Casa para a retirada da urgência do projeto e, com isso, poder votá-lo na comissão sem a necessidade de passar pelo plenário, o que dá mais agilidade à matéria.

Além disso, o Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro publicou hoje a Lei 5.997, que anistia administrativamente os cerca de 400 bombeiros.

O grupo passou uma semana preso depois de ter invadido o quartel central do Corpo de Bombeiros do Rio. As prisões ocorreram durante um protesto por melhores salários e condições de trabalho.

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Operação flagra crianças ganhando R$ 2.000 por hora com tráfico

Imagens da polícia mostram a venda de drogas em rua movimentada

   
Câmeras da polícia flagram crianças vendendo drogas no meio da rua, chegando a ganhar R$ 2.000 por hora com o tráfico. Em outra imagem, os policiais encontram uma arma escondida dentro de um aparelho de vídeo cassete, na casa de um suspeito.

O Câmera em Ação, novo quadro do programa Domingo Espetacular, mostra diversas operações policiais. Veja a reportagem completa neste domingo (3), às 20h30.

Assista ao vídeo:

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Quadrilha suspeita de vender habeas corpus é presa em Minas Gerais

Segundo PF, liminares judiciais eram vendidas por até 180 mil.
Cinco pessoas foram detidas em operação nesta quinta-feira (30).


Cinco pessoas foram presas em Minas Gerais nesta quinta-feira (30) por suspeita de integrar uma quadrilha que vendia habeas corpus para liberação de presos no estado. A Polícia Federal de Divinópolis, na Região Centro-Oeste, coordena a operação e informou que as liminares judiciais eram vendidas a valores que variam entre R$ 120 mil e R$ 180 mil. 
As investigações começaram há cinco meses a pedido do Ministério Público Estadual de Alpinópolis, na Região Sul do estado, que pediu apuração da conduta de um advogado suspeito de participar do esquema. De acordo com a polícia, o suspeito protocolava o pedido em determinado plantão do TJMG, onde outro envolvido trabalhava.
De acordo com a assessoria da Polícia Federal em Divinópolis, os suspeitos em Minas presos vão ser levados para o presídio Floramar, em Divinópolis. Os nomes dos suspeitos presos e a participação de cada um no esquema não foram divulgados pela PF porque as investigações continuam.
Dois presos no interior de SP
Duas pessoas foram presas na tarde desta quinta-feira (30) em Ribeirão Preto (SP). De acordo com a assessoria da Polícia Federal em Divinópolis, também há mandados contra traficantes do Mato Grosso que teriam sidos beneficiados pelo esquema. Eles são considerados foragidos pela Polícia Federal.

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Só 9% dos presos do país têm atividade educacional, diz governo

São 40 mil detentos em salas de aula; 9,5 mil sendo alfabetizados na prisão.
Lei autoriza preso a reduzir um dia da pena a cada 12 horas de estudo.

Tahiane Stochero e Fernanda Nogueira


Levantamento do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), órgão do Ministério da Justiça responsável pelo sistema carcerário do país, aponta que apenas 40.014 presos possuem uma atividade educacional no Brasil. O número representa cerca de 9% do total dos detidos custodiados no sistema penitenciário, que chegava a 445.705 em dezembro de 2010.
Segundo o Depen, 9.583 detentos estão sendo alfabetizados. A maioria cursa o ensino fundamental: 22.028. Já no ensino médio são outros 6.468 (veja tabela abaixo).
Apenas 265 detentos no país possuem autorização judicial para deixarem suas celas e irem à faculdade. Outros 1.670 também deixam as prisões para fazer cursos técnicos.

Leia a matéria cpmpleta no G1

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Câmara aprova anistia dos bombeiros

Rio - A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou nesta quinta-feira a anistia aos 439 bombeiros e dois policiais militares do Rio de Janeiro presos após invasão do quartel central da Corporação, no último dia 03, e que correm o risco de serem expulsos da corporação e condenados pela Justiça. Após a aprovação, a proposta segue para o Senado.

Segundo o deputado Mendonça Prado (DEM-SE), a anistia dos bombeiros militares mostrou a capacidade da Câmara de reunir todos os partidos políticos para fazer justiça. A votação da proposta foi uma estratégia elaborada na noite de quarta-feira  por deputados cariocas, líderes e pelo presidente da Câmara, Marco Maia.

Deputados de todos os partidos presentes à reunião fizeram discursos em apoio aos bombeiros e criticaram o governo do Rio de Janeiro. O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) lembrou que o governador Sérgio Cabral admitiu publicamente os excessos.

Segundo o presidente da CCJ, deputado João Paulo Cunha (PT-SP), como o assunto foi acordado entre todos os partidos, a comissão dispensará as cinco sessões necessárias para enviar a proposta ao Senado. Normalmente, esse é o prazo para apresentação de recurso para que a proposta seja votada no Plenário. Ele ressaltou, porém, que a questão não pode abrir precedentes para tramitação.

Com informações da Agência Câmara
Fonte: O Dia

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Cena de 'Insensato Coração' geral mal-estar entre Guarda Municipal e TV Globo


Rio - A Guarda Municipal do Rio divulgou, nesta quinta-feira, uma nota de desagravo à TV Globo, pelo comentário considerado ofensivo entre dois personagens em uma cena da novela das 21h, "Insensato Coração". Na referida cena, o ator que interpretava um delegado da Polícia Federal ao ser perguntado se recebia propina de motoristas bêbados saiu com a seguinte resposta:

"Não sou guarda municipal e muito menos policial militar".

Na cena, o delegado contracenava com a dondoca Paula Cortez, interpretada por Tainá Müller. A filha do banqueiro Horácio Cortez, personagem de Herson Capri e preso pela Polícia Federal por crimes contra o sistema financeiro, demonstrou indignação ao ver o delegado vasculhando sua casa à procura de provas contra seu pai.

Em resposta, o inspetor geral da Guarda Municipal do Rio, coronel Henrique Lima Castro que é oficial da PM, vai enviar e-mail de desagravo à emissora. A conversa se dá na casa do banqueiro Horácio Cortez, personagem de Herson Capri que foi preso e que é pai de Paula.

"Embora seja uma obra de ficção, a resposta do personagem do delegado foi desnecessária e ofensiva e não só aos guardas e policiais militares do Rio mas de todo o Brasil. Entendo a personagem da atriz dizer que o guarda e o policial recebem propina de motoristas bêbados por ela estar sob pressão, por se sentir invadida em sua privacidade com a polícia em sua casa. Mas o delegado dar uma resposta dessas à acusação da personagem foi realmente desnecessária e não enriqueceu o diálogo em nada. Alguns guardas relataram à nossa assessoria de imprensa que se sentiram ofendidos", disse Lima Castro.

A referida cena pode ser vista no vídeo abaixo, a partir do minuto 7:00.
Fonte: O Dia

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Obras de reforma do Mineirão terão o reforço de mais 18 detentos

Rafael Passos - Estado de Minas

As obras de revitalização Mineirão para a Copa de 2014 no Brasil vão ganhar, a partir desta quinta-feira, 30, o reforço de 18 detentos do sistema prisional na reforma do maior estádio de Minas. Esse grupo vai se somar aos 10 que já trabalham no local.

A Lei 18.725/11 assegura a reserva por parte de empresa vencedora de licitação de obra pública de até 10% das vagas de emprego para detentos. Segundo o governo, três dias trabalhados reduzem um dia da sentença. 

Pelo trabalho, os detentos vão receber um salário mínimo e cesta básica. Por enquanto, os presos contratados são do regime semiaberto da Penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

De acordo ainda com o governo, sentenciados de outras unidades podem beneficiados.

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Em agosto, BH terá mais 150 guardas municipais para multar

Luciane Evans - Estado de Minas

Além dos 23 novos radares já em operação em Belo Horizonte, motoristas da capital devem ficar mais atentos: a partir de agosto, mais 150 homens da Guarda Municipal vão estar nas ruas da cidade para multar, somando aos 115 existentes. Somente este ano, de janeiro a maio, foram 50. 665 autos de infração emitidos pela corporação, sendo que 26% estão relacionadas à falta da folha do rotativo. O batalhão que vem para engrossar o time da canetada, que chegará ao total de 265 em BH, faz parte da turma de 591 guardas que se formam hoje e se juntam ao efetivo de 1,8 mil agentes na cidade, totalizando 2.391 homens. 

Capacitados para “educar o trânsito da cidade”, como defende a assessoria de comunicação da Guarda Municipal, os 2.391 agentes de BH também estarão prontos para atirar. A partir do segundo semestre deste ano, 350 deles poderão usar armas, sendo 300 revolveres calibre 38, e 50 unidades de pistola .380. A preferência é para aqueles que atuam em postos de saúde e escolas em áreas mais críticas .A corporação receberá 500 tasers (armas de choque não letais), fruto de um convênio com o Ministério da Justiça.

Ainda não há uma data definida de quando os guardas passam a usar as armas. De acordo com a Polícia Federal (PF), ainda falta a corporação cumprir algumas das exigências do convênio assinado pela PF e a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH), como, por exemplo, não foi repassado à polícia, os testes de capacidade técnica dos agentes que estão aptos a usar a arma. A PF não foi informada oficialmente sobre os aprovados.

BHTrans 

Enquanto os guardas municipais ganham mais espaços pelas ruas e avenidas da cidade, autuando condutores infratores, a empresa que gerencia o trânsito na capital, proibida de multar desde o fim de 2009, vem amargando decisões judiciais para dar voltar a usar o bloquinho. O caso chegou ao Supremo Tribunal Federal em 2010 e, até então, a BHTrans aguarda uma decisão favorável a ela.

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Caos nos hospitais torna trabalho de socorrista perigoso

Serviço necessário para a sobrevivência de acidentados é feito em meio a problemas

Do Jornal da Record
   
De tão puxado, o trabalho dos socorristas brasileiros está colocando a vida dos próprios profissionais em risco. Isso porque a rotina de hospitais lotados, com muitos pacientes internados, médicos mergulhados até o pescoço no trabalho e no caos, torna seu trabalho um verdadeiro pesadelo, em alguns casos. 

Essa rotina foi flagrada pela reportagem do Jornal da Record em um pronto socorro gaúcho e no Rio de Janeiro. Na cidade maravilhosa, os socorristas vencem o congestionamento, a chuva, e colocam a vida em risco para salvar outra. 

A primeira hora no atendimento de um paciente acidentado é fundamental na recuperação dele. Em uma hora, desde o momento do acidente, ele tem que ser resgatado, imobilizado, receber os primeiros socorros, ser transportado para o pronto socorro e aqui ser atendido. Esse espaço de tempo é conhecido no mundo todo como golden hour ou hora de ouro em português. 

Segundo Alfredo Carlos, médico plantonista, o primeiro atendimento tem de ser rápido. Nele você tem de detectar risco à vida, fatores que estejam a ameaçando e depois partir para exames mais minuciosos. 

Na reportagem da série Emergência Médica - Vidas em Perigo, a realidade do pronto atendimento é dura em todo país. 

Assista:


Além do trânsito pesado, o socorrista ainda lida com alguns motoristas que não respeitam muito uma viatura de socorro. Na grande maioria das vezes, quem faz o chamado ao corpo de bombeiros não tem detalhes sobre o estado de saúde da vítima. E é nessa hora que os bombeiros precisam ser rápidos e eficazes para dar sobrevida a esse paciente. 

A rotina de um socorrista é lidar com os extremos e tentar mudar o destino de quem corre risco de perder a vida.

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Tropa de elite da Força Aérea se instala em Campo Grande

Esquadrão Para-Sar é o único esquadrão terrestre da FAB.
Eles utilizam a estrutura da FAB para chegar a lugares improváveis.

Da TV Morena


Foi instalado nesta quarta-feira (29) em Mato Grosso do Sul mais um esquadrão de busca, salvamento e operações especiais. É o Esquadrão Para-Sar, uma tropa de elite da Força Aérea Brasileira (FAB). Eles formam o único esquadrão terrestre da FAB. Não possuem aeronaves, mas podem usar toda a estrutura da força aérea para chegar a lugares improváveis e cumprir missões sigilosas.
O comandante do esquadrão Para-Sar, Josué dos Santos Lubas explica a atuação do esquadrão. “Operações que exigem atuações cirúrgicas e de equipe altamente adestrada com equipamentos diferenciados que não envolvem tanto os homens. E o objetivo é conseguir uma vantagem militar para aquela unidade”, afirma.
Para o governo brasileiro, Mato Grosso do Sul é um estado estratégico para a segurança nacional, 200 militares do grupo de elite altamente treinado para atuar em operações especiais, virão para o estado. O primeiro grupo foi oficialmente instalado na base aérea.
O comandante da aeronáutica, brigadeiro Junti Saito veio de Brasília e anunciou mais novidades para Campo Grande. “Daqui a quatro ou cinco anos virá, com certeza, uma unidade de combate à jato da força aérea brasileira transferido do Rio de Janeiro para cá”, diz Saito.
Além da chegada dos militares também foi comemorado o dia da aviação de busca e resgate, o atual e um dos antigos comandantes em um encontro de gerações. O Esquadrão Pelicano, que vai completar 45 anos, é o primeiro a ser chamado em caso de acidente aéreo, resgate no mar e na terra. Treinados para buscar sobreviventes em situações dramáticas e trágicas, a eficiência do treinamento ajuda a salvar vidas.
O comandante do Esquadrão Pelicano, Potiguara Vieira Campos comenta que a rapidez da equipe é fundamental para o sucesso das missões. “Uma vez que nós somos acionados por telefone ou qualquer outro meio de acionamento, em 20 minutos nós estamos prontos para sair para qualquer lugar do país ou mesmo do exterior, tem um grupo de pessoas vocacionado, treinado, motivado e pronto para ação”, afirma Potiguara.
Cleonice, uma sobrevivente de um acidente aéreo que ocorreu em 1983 veio de Cuiabá, no Mato Grosso, para o dia de comemorações, ela estava em um avião que caiu na cidade de Sinop. Foram mais de 10 horas na mata esperando pelo resgate, hoje, quase 30 anos depois, a sobrevivente reviveu a emoção. “Que bom te ver, foi maravilhoso, muito obrigado do fundo do meu coração”, diz Cleonice.
Fonte: G1

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Cabral sanciona anistia e benefícios a bombeiros do Rio

Agencia Estado

O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou na noite de hoje a sanção aos projetos de anistia, gratificações e antecipação de reajuste salarial da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) para os policiais civis e militares, bombeiros militares e inspetores de segurança.
Ontem, foi aprovada pela Alerj a anistia administrativa aos bombeiros que se manifestaram por melhores salários. A proposta beneficia os 439 bombeiros e policiais militares presos depois da invasão ao quartel no dia 3 de junho.
A sanção do governo se refere ao projeto de lei 664/11 que concede anistia administrativa aos "militares estaduais aos quais se atribuem condutas durante movimentos reivindicatórios por melhorias nos vencimentos e de condições de trabalho ocorridos entre abril e junho de 2011".
A antecipação das parcelas referentes aos meses de agosto a dezembro para os policiais civis e militares, bombeiros militares e inspetores de segurança contida no projeto de lei 571/11 aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) na terça-feira também recebeu a sanção do governador. Com a antecipação, o aumento para as categorias será de 5,58% em julho. O governo ainda anunciou uma gratificação de 30% para o Funesbom - Fundo Especial do Corpo de Bombeiros.
Fonte: G1

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STF nega anulação de processo de comandante do massacre de Carajás

Coronel Mário Colares Pantoja foi condenado a 228 anos de prisão.
No dia 17 de abril de 1996, 19 sem-terra foram mortos pela Polícia Militar.


A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou na terça-feira (28), o habeas corpus em que o coronel da Polícia Militar do estado do Pará (PA), Mário Colares Pantoja, pedia a anulação do processo que o condenou a 228 anos de reclusão pelo massacre ocorrido em Eldorado do Carajás (PA), em 1996.
No dia 17 de abril de 1996, 19 sem-terra foram mortos pela Polícia Militar. O confronto ocorreu quando 1.500 sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora na desapropriação de terras. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local, porque estariam obstruindo a rodovia PA-150, que liga a capital Belém ao sul do estado.

O caso dos policiais paraenses acabou sendo deslocado para Belém, onde o coronel Pantoja, inicialmente absolvido num primeiro julgamento ocorrido em agosto de 1999 e anulado em 2000 pelo TJ-PA, por irregularidades , acabou sendo condenado em novo julgamento, em maio 2002.
O julgamento do HC pela Segunda Turma do STF foi suspenso em 14 de junho do ano passado, quando o ministro Celso de Mello pediu vista. Naquele momento, o relator, ministro Gilmar Mendes, e a ministra Ellen Gracie, haviam votado pela denegação da ordem.
Na sessão desta terça-feira (28), o ministro Celso de Mello trouxe o processo de volta a julgamento e votou pela anulação parcial do processo. Por entender que houve violação do princípio do juiz natural, previsto no artigo 5º, inciso LIII da Constituição Federal (CF), ele considerou que o processo esteve viciado desde a sentença de pronúncia para o militar ser julgado pelo Tribunal do Júri, que acabou decidindo por sua condenação. O entendimento do ministro, no entanto, foi voto vencido, pois, ao ser concluída a votação, o ministro Ayres Britto acompanhou o voto do relator.
No habeas corpus, a defesa alegava justamente ofensa ao princípio do juiz natural e que o coronel teria sido julgado por um tribunal de exceção. Isso porque, quando o juiz de Curionópolis, juiz natural da causa, foi transferido para outro posto, o presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (PA) designou o então juiz titular da 14ª Vara Penal da Capital, em Belém, para cuidar exclusivamente da instrução e julgamento do processo contra 144 policiais militares indiciados pela participação da ação em Eldorado do Carajás, sem prejuízo de suas funções na comarca de Belém.
Por isso, a defesa alegou nulidade do processo a partir da atuação do juiz especial, que proferiu a sentença de pronúncia para o coronel ser julgado por Tribunal do Júri e, por ocasião do julgamento, também a sentença condenatória.
Denunciado inicialmente pelo Ministério Público do Pará por abuso de autoridade, o coronel teve posteriormente revista acusação para homicídio qualificado (artigo 121, parágrafo 2º, inciso IV do Código Penal). Essa revisão o levou a ser condenado à pena de reclusão de 228 anos.

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Granadas são encontradas em frente à rodoviária de Vitória

Explosivos foram achados por Tropa de Choque da Polícia Militar do ES.
Um dos artefatos era de uso exclusivo das Forças Armadas.

Do G1 ES
Granadas encontradas em frente à Rodoviária de Vitória (Foto: PMES/Divulgação)
Granadas encontradas próximo à rodoviária Vitória
(Foto: PMES/Divulgação)

Duas granadas, sendo uma de uso exclusivo das Forças Armadas, foram encontradas em frente à rodoviária de Vitória, pelo Batalhão de Missões Especiais (BME) do Espírito Santo, nesta quarta-feira (29). O material foi localizado na Avenida Nair de Azevedo Silva, no bairro Ilha do Príncipe.
A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações e Defesa Social (Ciodes), a partir de uma denúncia anônima, e encontrou os artefatos no mato.
Uma das granadas de efeito moral estava com sinais de adulteração e a outra, que é de uso das Forças Armadas, estava intacta. Os agentes do BME isolaram o local e detonaram os artefatos. Ninguém foi detido. A Prefeitura de Vitória vai apurar se as câmeras de vídeomonitoramento da cidade detectaram a ação.

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Justiça condena ex-PMs a 16 anos de prisão por assassinato em Cuiabá

Hércules e Célio teriam assassinado empresário em Cuiabá. 
Eles foram condenados em julgamento nesta tarde na capital de MT.


Do G1 MT
Hércules Araújo Agostinho e Célio Alves vão a julgamento em Cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)
Hércules Araújo Agostinho e Célio Alves vão a
julgamento em Cuiabá (Foto: Reprodução/TVCA)

A juíza Mônica Catarina Perry, que preside o Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, condenou na tarde desta quarta-feira (29) a 16 anos de prisão, em regime fechado, os ex-policiais militares Hércules Araújo Agostinho e Célio Alves de Souza, pelo assassinato do empresário Mauro Sérgio Manhoso, em 2000, na capital. As defesas dos réus podem recorrer da decisão.
O empresário Mauro Manhoso foi assassinado com nove tiros em outubro de 2000, no centro de Cuiabá. As investigações apontaram que o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro teria pago R$ 8 mil para que Célio e Hércules executassem o empresário. Os ex-policiais militares negaram envolvimento no crime e foram condenados por homicídio qualificado.

Outras condenações

Hércules já cumpre pena de mais de 117 anos de prisão por vários crimes cometidos em Mato Grosso. Célio Alves também havia sido condenado a 82 anos de prisão em regime fechado também por vários homicídios. Os dois ainda respondem na justiça por outros assassinatos.
Caso Manhoso
De acordo com as investigações da polícia, o crime aconteceu na capital quando a vítima tentava implantar uma espécie de loteria. O processo aponta que João Arcanjo Ribeiro, que é acusado na Justiça por comandar o jogo do bicho na capital, teria encomendado o assassinato de Manhoso para que não tivesse concorrência no jogo ilegal. O ex-bicheiro João Arcanjo deve ser julgado pelo mesmo crime em outra data, ainda não definida.
Conforme os autos, Manhoso era o proprietário de uma empresa, cuja atividade era desenvolver sistemas para sorteios eletrônicos e bingos. Nos meses que antecederam a morte dele, Manhoso estava montando um sistema de jogo denominado ‘raspadinha’.
A atividade, direcionada para o jogo, não agradou o ex-bicheiro que detinha o monopólio dos jogos ilegais no estado e não permitia que terceiros ocupassem espaço. Para eliminar o concorrente, ele teria contratado o serviço de pistolagem de Hércules Araújo e Célio Alves, conforme denúncia do Ministério Público Estadual (MPE).
Arcanjo também foi denunciado por mandar matar o empresário Domingos Sávio Brandão, assassinado a tiros em 2002. Sávio era empresário e dono do jornal Folha do Estado, que fazia denúncias contra Arcanjo.
Defesa
O advogado Valdir Caldas, que fez a defesa do ex-policial militar Célio Alves, disse que vai recorrer da decisão e que irá pedir a nulidade do julgamento. Segundo o advogado, foram levados em consideração no julgamento outros fatos que não estão relacionados diretamente com o caso em análise. Já o advogado de Hércules, Jorge Godoy, ainda não se manifestou sobre o assunto até o fechamento desta reportagem.
Histórico
Os ex-policiais Hércules e Célio foram presos em 2002 durante a Operação Arca de Noé, da Polícia Federal. Porém, eles fugiram pela porta da frente da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Hércules Agostinho foi recapturado em 2003 e Célio Alves foi encontrado pela polícia somente em 2007. Na sequência, eles foram encaminhados para o presídio federal de segurança máxima, em Campo Grande (MS). Neste ano eles retornaram para a penitenciária em Mato Grosso onde estão cumprindo pena.

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Perito da Polícia Federal diz que oxi não é uma droga nova

O oxi não é uma droga nova no país, segundo o perito criminal federal Adriano Maldaner. De acordo com ele, estudos recentes feitos pela Polícia Federal (PF) com 20 amostras de drogas denominadas oxi no estado do Acre apontam que o entorpecente não passa de pasta-base ou cocaína base.

“Não há droga nova no mercado ilícito. Aquilo que se chama oxi se encaixa nas formas de representação da cocaína. Ainda não tem parâmetro técnico-científico”, disse Maldaner, durante audiência da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Rural, na Câmara dos Deputados.

Além das amostras colhidas no Acre, a PF também está analisando porções de oxi apreendidas no Distrito Federal. O perito federal rechaçou a versão de que o oxi tem grande quantidade de cal virgem e querosene. “Em nenhuma amostra existe mais de 1% de combustível. O que existe é uma droga com alto teor de cocaína. A maioria tem entre 60% e 80% de pureza [quantidade de cocaína na mistura]”.

O coordenador de Repressão a Entorpecentes da Polícia Federal, delegado Oslain Santana, disse que o oxi é mais barato porque possui menos insumos químicos. “O que regula [O PREÇO]é o mercado consumidor”. Segundo ele, 70% da cocaína que chega ao Brasil, principalmente pela Região Centro-Oeste, é proveniente da Bolívia e do Peru.

De acordo com o delegado, nos últimos dez anos, 75% das apreensões de cocaína e maconha foram feitas em sete estados – Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Pará. A maior parte do consumo de drogas, acrescentou, está concentrada nas regiões Sul e Sudeste.

As prioridades da PF no momento são o controle das fronteiras e o desmantelamento quadrilhas organizadas de traficantes, assinalou Santana. O delegado disse que a PF confisca de R$ 80 milhões a R$ 100 milhões dos narcotraficantes por ano.

AGÊNCIA BRASIL
Fonte: O Tempo

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Ex-goleiro alega inocência, confirma extorsão e leva deputados a cogitarem CPI

Bruno depôs nesta terça na Comissão de Direitos Humanos da AL, com a noiva, Ingrid Calheiros, com quem trocou carícias

Thiago Ricci - Do Portal HD - Hoje em Dia

RENATO COBUCCI
goleiro bruno chorando
Atleta chorou durante depoimento e alegou inocência do suposto assassinato de Eliza Samudio

O ex-goleiro Bruno Fernandes de Souza reafirmou nesta terça-feira (28) a inocência, a tentativa de extorsão do delegado Edson Moreira e a convicção de que Eliza Samúdio ainda possa estar viva. O atleta fez as alegações em depoimento durante audiência realizada pela Comissão de Direitos Humanos para tentar esclarecer a suspeita de esquema de venda de habeas corpus envolvendo o advogado Robson Pinheiro e a juíza da Comarca de Esmeraldas Maria José Starling. Ao final do encontro, os deputados prometeram tentar criar uma Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI) do Caso Bruno.

Visivelmente emocionado e com lágrimas nos olhos, Bruno alegou não ter culpa no suposto homicídio de Eliza Samúdio. "Olhando nos olhos de todos vocês eu posso garantir: sou inocente". O atleta disse também que a denúncia contra Edson Moreira passou despercebida. O delegado teria pedido R$ 2 milhões para tirar a culpa do ex-jogador do Flamengo no processo.

Bruno sugeriu também que a ex-modelo poderia estar viva, escondida fora do Brasil. Momentos antes, o atual advogado do atleta Cláudio Dalledone Júnior fez graves acusações contra o colega Robson Pinheiro e a juíza Maria José Starling.
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Bruno voltou a afirmar que Eliza Samúdio está viva e que foi ameaçado por delegado (Foto: Renato Cobucci)

Ele afirmou que o advogado foi sugerido pela magistrada, na própria casa dela, versão confirmada pela noiva do goleiro, Ingrid Calheiros Oliveira. "Eu fui com a mãe e a tia do Bruno à casa dela, na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Ela me sugeriu contratar o advogado pessoal dela [Robson Pinheiro] e cerca de 30 minutos depois ele estava lá", relembrou.

No contrato assinado por Ingrid, Pinheiro exigia o pagamento de R$ 1,5 milhão 48 horas após o alvará de soltura ser expedido. "O curioso é que ele parecia ter a certeza do sucesso. Isso não existe, advocacia é um contrato de meio, não de fim", afirmou. O atual defensor do goleiro teria se encontrado com Pinheiro em Belo Horizonte, onde teria reforçado a tese do esquema. 


Ingrid teria desconfiado do esquema quando o antigo defensor quis mudar o contrato firmado. "Robson [Pinheiro] encontrou comigo no Rio de Janeiro e falou que eu deveria pagar R$ 1,5 mi na hora, antes do habeas corpus ser aceito. Ele me garantiu que o alvará seria expedido em poucas horas", disse a noiva do goleiro.

A Comissão de Direitos Humanos afirmou, ao final da reunião, que pedirá a suspensão preventiva de Pinheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e também o afastamento de Starling. Também foi cogitada a criação de uma Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI) para o caso. 

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Alerj aprova anistia administrativa a bombeiros

Cabral prometeu sancionar o projeto, segundo o presidente da casa.
Foram aprovados ainda reajuste e mudança de uso de Funesbom.
Tássia Thum


Do G1 RJ
Bombeiros comparecem a sessão na Alerj (Foto: Tássia Thum/G1)
Bombeiros acompanharam votação na Alerj
(Foto: Tássia Thum/G1)

Os deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovaram, na noite desta terça-feira (28), o projeto de lei 644/2011, que concede anistia administrativa aos mais de 400 bombeiros e a dois PMs presos após a invasão ao quartel central da Corpo de Bombeiros, no último dia 3. Isso significa que eles não poderão ser punidos pela corporação.
O projeto de lei foi aprovado por unanimidade pelos 60 deputados presentes e seguirá para sanção do governador Sérgio Cabral, que já prometeu sancioná-lo, segundo o presidente da Alerj, deputado Paulo Melo (PMDB).

Paulo Melo adiantou ainda que o governo já acenou também para a possibilidade de dar o vale-transporte, uma das principais reivindicações da categoria. No entanto, ele não confirmou de onde sairá o recurso para o pagamento.

O deputado informou também que a questão deverá ser conduzida pelo secretário estadual de Defesa Civil e comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Sérgio Simões.
Projeto
Em nota oficial divulgada na noite desta terça-feira, a Alerj informou que o projeto de lei 644/2011 é de autoria de 50 deputados. Os 12 deputados estaduais da base apelidada de "pró-bombeiros" não foram incluídos na autoria do projeto, o que causou insatisfação ao grupo. Antes da votação, os deputados da base governista trocaram farpas com os representantes da oposição.
Muitos bombeiros que compareceram ao plenário da Alerj para acompanhar as votações comemoraram a decisão, cantando o hino da corporação e gritos de guerra. Eles foram ao plenário com camisas vermelhas e cartazes pedindo a anistia criminal e administrativa aos mais de 400 colegas que foram presos.
Reajuste de 5,58% e Funesbom
Mais cedo, os deputados aprovaram a antecipação para julho do reajuste de 5,58% para os bombeiros e funcionários do setor da segurança do estado, como policiais militares e civis, que também será encaminhado para a sanção de Cabral. Anteriormente, o projeto havia recebido 32 emendas, mas nenhuma delas foi aprovada.
Também foi aprovado o projeto de lei que modifica a finalidade de uso do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom). Com isso, parte do fundo pode ser usado para pagamento de gratificações aos bombeiros. Antes, o fundo era utilizado para a compra de equipamentos para a corporação. O projeto, que foi aprovado com o texto original, também seguirá para a sanção do governador.
No entanto, os bombeiros são contra as gratificações e querem o aumento do piso salarial de R$ 950 para R$ 2 mil líquido. E também reivindicam o vale-transporte.
Senado aprova anistia
Carreata dos bombeiros no Rio (Foto: Bernardo Tabak/G1)
Pelo menos 100 carros de passeio participaram do
protesto dos bombeiros (Foto: Bernardo Tabak/G1)

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, no dia 22, um projeto de lei que anistia os bombeiros do Rio de infrações previstas no Código Penal Militar e no Código Penal. O projeto de lei foi aprovado em caráter terminativo (sem necessidade de ser aprovada em plenário) e segue para análise da Câmara dos Deputados. Se aprovada pelos deputados, a proposta vai à sanção presidencial.
No último domingo (26), centenas de bombeiros fizeram uma passeata pedindo a anistia criminal e administrativa. Professores da rede estadual de ensino, policiais militares e funcionários públicos também participaram do protesto. Depois da caminhada, os bombeiros fizeram uma carreata da Zona Sul a Zona Oeste.

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Base da Guarda Municipal de Cajamar é atacada a tiros

Dois guardas estavam no posto. Eles não foram atingidos.
Pelo menos seis tiros foram disparados contra a base.


Uma base da Guarda Civil Municipal de Cajamar, na Grande São Paulo, foi atacada a tiros no início da madrugada desta quarta-feira (29).
O ataque ocorreu por volta de 1h, informou a Polícia Militar (PM). Dois homens que ocupavam uma motocicleta pararam o veículo e um deles atirou seis vezes contra a base, que fica no Bairro Polvilho.
Dois GCMs estavam no posto. Eles não foram feridos pelos disparos, que atingiram vidro e armários da base. Após os tiros, a dupla fugiu.

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Manutenção em sistema interrompe registro de ocorrências em delegacias

Interrupção acontece das 5h às 7h desta quarta-feira (29) em SP. 
Prodesp diz que parada ocorre para fazer melhorias em sistema.


Nenhuma delegacia de polícia do estado de São Paulo está registrando ocorrências no início da manhã desta quarta-feira (29). O sistema de registro digital de ocorrências saiu do ar às 5h e só voltará a funcionar às 7h. A parada, desta vez, foi programada, diferente do que aconteceu no início de junho, quando uma instabilidade derrubou o sistema entre a noite do dia 7 e a manhã do dia 8.
A Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) diz que a interrupção acontece para fazer manutenção no sistema. Quem precisa registrar um boletim de ocorrência neste período pode ir a uma unidade da Polícia Militar ou acessar a delegacia eletrônica, no site da Secretaria da Segurança Pública.

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terça-feira, 28 de junho de 2011

PF e Receita cumprem 17 mandados de prisão em operação em 8 estados

Mais de um R$ 1 bilhão pode ter deixado de ser recolhido pela Receita. 
Cerca de 300 policiais federais foram mobilizados em oito estados.


A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, realiza uma megaoperação em vários estados nesta terça-feira (28) para desarticular duas quadrilhas acusadas de importar mercadorias de maneira irregular e remeter divisas ao exterior ilegalmente. A estimativa é que os cofres públicos tenham deixado de recolher R$ 1,4 bilhão devido à ação dos criminosos. A ação, chamada de Operação Pomar, mobiliza 301 policiais federais e 136 auditores da Receita Federal.
O cumprimento de 17 mandados de prisão e 67 de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Criminal Federal da Seção Judiciária de São Paulo, acontece em oito estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Alagoas, Espírito Santo, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. Até as 10h desta terça, a PF ainda não havia informado o número de presos.
Durante quatro anos de investigação, a PF e a Receita observaram a utilização pelas quadrilhas de dezenas de pessoas jurídicas com capacidade econômico-financeira incompatível com as transações que realizavam. As organizações criminosas utilizariam os “laranjas” para constituir empresas, realizar operações ilegais e remeter ao exterior os valores arrecadados.
A mercadoria, que entrava no país por diversos portos, era trazida para a cidade de São Paulo e armazenada em depósitos, a partir dos quais era distribuída. Os suspeitos podem ser indiciados pelos crimes de descaminho, sonegação fiscal, formação de quadrilha, falsidade ideológica, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

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PF e PM prendem casal com 5 armas, drogas e dinamite em PE

Explosivos seriam usados para assaltos a caixas eletrônicos, diz polícia.
Cão encontrou na casa dos suspeitos 42,7 kg de maconha, crack e cocaína.

cao (Foto: Divulgação/PF-PE)
Cão encontrou dinamite e drogas escondidas em casa
(Foto: Divulgação/PF-PE)

Uma operação conjunta da Polícia Federal e Polícia Militar prendeu um casal suspeito de tráfico de drogas e de participar de assaltos a caixas eletrônicos em Pernambuco.
Segundo a PF, policiais militares detiveram o casal na segunda-feira (27). Um agricultor de 20 anos, que já havia sido preso por tráfico, e uma mulher de 19 anos estavam em um Meriva roubado e portavam um revólver calibre 38 quando foram abordados no bairro Jardim Paulista Baixo, em Paratibe (PE).
O suspeito mentiu que o carro era seu, segundo a polícia, e foi levado à delegacia. A PF, que investigava o preso por roubos a bancos, foi acionada, e resolveu fazer uma busca na casa do suspeito.
drogas (Foto: Divulgação/PF-PE)
Armas, drogas e dinamite apreendidas pela PF e PM
(Foto: Divulgação/PF-PE)

No local, com ajuda de um cão farejador, foram encontrados 42,7 quilos de maconha e mais quatro armas – um rifle calibre 44, uma espingarda e dois revólveres – alem de munições.
Na casa foram encontrados também materiais usados na destruição de caixas eletrônicos, como cinco unidades de dinamite, detonadores, espoletas, além de crack e cocaína.

A investigação aponta que os explosivos seriam usados para o assalto a agências bancárias em Recife (PE) e João Pessoa (PB).

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Policial militar é suspeito de atirar duas vezes em homem em BH

Disparos teriam sido feitos após uma discussão no trânsito.
PM localizou a moto envolvida no crime.


Do G1 MG


Um policial militar é suspeito de atirar duas vezes contra um homem no Centro de Belo Horizonte nesta terça-feira (28). De acordo com a Polícia Militar (PM), os dois teriam discutido depois que o homem atravessou a rua fora da faixa de pedestre.


Ainda segundo a PM, o suspeito fugiu após os disparos. A vítima foi levada para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte. De acordo com a unidade de saúde, ele não corre risco de morte.


A polícia localizou a moto envolvida no crime. O veículo pertence a um policial militar, que foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos. Segundo a PM, o motoqueiro ainda não foi identificado.

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Defesa de policial acusado de integrar grupo de extermínio em Goiás tenta relaxamento de sua prisão

A defesa do submajor da Polícia Militar de Goiás (PM-GO) A.R.A., preso pela Polícia Federal na operação “Sexto Mandamento”, que investigou o suposto envolvimento de policiais militares em grupo de extermínio que atuava em várias cidades do estado e também na região do entorno de Brasília (DF), impetrou Habeas Corpus (HC 109087) no Supremo Tribunal Federal (STF) em que pede o relaxamento de sua prisão. O policial foi preso no dia 15 de fevereiro deste ano e, três dias depois, transferido para o Presídio Federal de Campo Grande (MS).
Sua defesa alega que a prisão preventiva decretada pelo juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de Goiânia baseou-se em fato sem qualquer vinculação ao processo a que responde – conhecido como “caso Marta Cosac”. Ele irá a júri popular sob acusação do homicídio da empresária e de seu sobrinho, mortos a golpes de faca em outubro de 1996. O mesmo oficial também foi denunciado no chamado “Caso Parque Oeste”, uma operação de reintegração de posse comandada por policiais militares de Goiás.
Para a defesa, o juiz da 1ª Vara Criminal de Goiânia aproveitou “fato novo”, embora não haja “qualquer indicativo de que o policial irá cometer algum outro crime conexo ao “caso Marta Cosac” (processo 9600533130) ou atrapalhar as investigações”, mesmo porque o processo já está no Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), para julgamento do recurso em sentido estrito apresentado pela defesa do oficial contra a denúncia de pronúncia.
No HC, os advogados afirmam que, embora não tenha competência para o processo decorrente da operação “Sexto Mandamento”, o juiz da 1ª Vara Criminal de Goiânia determinou sua prisão na véspera da deflagração da operação, o que demonstraria ocorrência de compartilhamento de informação estritamente sigilosa e limitada ao juízo da 8ª Vara Criminal. “Se realmente há esse perigo todo, que então o juiz da 8ª Vara Criminal da Comarca de Goiânia determine sua prisão preventiva, mas não o juiz da 1ª Vara Criminal, que aproveita um fato extraneus para que possa satisfazer seu capricho, afrontando de forma opaca (quase transparente) decisão anterior do Egrégio Tribunal de Justiça de Goiás”, argumenta a defesa.  
O relator deste HC é o ministro Celso de Mello.

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