terça-feira, 27 de março de 2012

Policiais trocam tiros após briga de trânsito em avenida de Cuiabá




Agente federal e policial civil dispararam ao menos 14 tiros, diz Politec
Policial civil ficou ferido por estilhaços de vidro do carro.


Policial ficou ferido pelos estilhaços de vidro. (Foto: Reprodução /TVCA)

Um policial civil e um agente da Polícia Federal trocaram tiros na noite desta segunda-feira (26) na Avenida Rubens de Mendonça (CPA), uma das mais movimentadas de Cuiabá. A briga entre os policiais teria sido causada por um desentendimento no trânsito, iniciada em outra avenida da capital.

O tiroteio foi registrado por volta das 19h30 próximo ao viaduto da avenida, que fica ao lado do prédio da Polícia Federal. Segundo a Polícia Técnica (Politec), a briga entre os policiais resultou em pelo menos 14 tiros, além de interromper o trânsito no local. A ocorrência será registrada na Central de Flagrantes e conduzida como crime comum.

Em entrevista à TV Centro América, o policial civil envolvido, Fabricio Costa Leite, disse que a confusão começou na Avenida Mato Grosso. “O outro policial desceu atirando em mim. Eu atirei nele também”, explicou.

Ele ficou ferido por causa dos estilhaços de vidro do próprio carro, que foi atingido por vários disparos. Uma das balas atingiu o para-brisa da caminhonete do policial e por pouco não acertou um homem que estava no banco do carona.
Veículo de um dos policiais foi atingido por vários disparos (Foto: Reprodução /TVCA)

Já o policial federal envolvido na discussão foi recolhido por outros agentes no próprio prédio da Polícia Federal, que fica ao lado do local dos disparos. “Alguma coisa fomentou o saque de arma em ambos os condutores de veículos. Graças a Deus não houve ninguém alvejado”, disse o capitão da PM, Gilcimar Mendes.

Os peritos procuravam marcas de tiros no muro que cerca o prédio da PF e nos comércios que ficam próximos ao viaduto da avenida. O diretor metropolitano da Policia Civil Luciano Inácio e o secretario adjunto de segurança pública, Alexandre Bustamente acompanharam a situação.

“A questão dos procedimentos será feita pela Polícia Civil na unidade de plantão. É lamentável a situação. Os procedimentos legais serão tomados, tanto as corregedorias civil e federal serão comunicadas”, garantiu Luciano Inácio.

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