quarta-feira, 26 de setembro de 2012

ALE: prisão de presidente do Sinmed repercute e LOA entra em pauta




Prisylla Régia/Alagoas24Horas
 
Deputado estadual Judson Cabral presta solidariedade à Wellington Galvão

A prisão, nesta segunda-feira, 24, do presidente do Sindicato dos Médicos de Alagoas (Sinmed), Wellington Galvão, repercutiu na sessão ordinária desta terça-feira, 25, na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).

Os petistas Judson Cabral - que esteve ontem na Central de Polícia, onde conversou com o sindicalista - e Ronaldo Medeiros prestaram solidariedade ao médico e criticaram os poderes Executivo e Judiciário.

Primeiro a usar a tribuna, Cabral classificou a prisão de ‘equívoco’: “O Sindicato dos Médicos não pode ser responsabilizado pela situação constrangedora, que se arrasta há anos, vivenciada no IML. Já foi constatado que não há a menor condição de trabalho no IML, mas, o Governo do Estado promoveu acordos que não foram cumpridos”, frisou.

Em aparte, Ronaldo Medeiros foi mais duro ao classificar a prisão como ‘violenta e truculenta’, mas, lembrou também da situação dos parentes das vítimas da violência no Estado, que, devido a paralisação dos médicos legistas, sofreram aguardando a liberação dos corpos no Instituto Médico Legal de Maceió e de Arapiraca.

“Os médicos podem protestar, mas, não têm o direito de segurar vários corpos. Já pensou se fosse um parente, um filho nosso ali, durante dois, três ou quatro dias?”, questionou o parlamentar, relatando um episódio ocorrido no interior do Estado, onde uma mãe aguardou por dois dias o recolhimento do corpo do filho e por mais dois dias a liberação para sepultamento.

LOA aberta para emendas

O prazo – de dez sessões ordinárias - para o recebimento de emendas parlamentares à Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2013 começou a contar na sessão desta terça-feira, que teve a presença de dez parlamentares.

A LOA do Estado para 2013 foi encaminhada pelo Poder Executivo à ALE no dia 14 de setembro, fixando o Orçamento Geral do Estado para o próximo ano em R$ 7, 152 bilhões.

Após o final do período para recebimento das emendas, a peça orçamentária será debatida em audiência pública para, então, ser apreciada na Comissão de Orçamento da Casa de Tavares Bastos e votada em plenário antes do recesso do final do ano.

Por Vanessa Alencar 

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