segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Esquema de facção criminosa envolvia 4 comandos em Campinas




O esquema criminoso desarticulado, nesta segunda-feira (22), pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) com o apoio da polícia, tinha quatro comandos na região de Campinas (SP). Segundo o Ministério Público, dois líderes locais foram presos, além de outros 25 membros de organização criminosa, que atuam dentro e fora dos presídios paulistas envolvidos com tráfico de drogas e roubo de carga.
As investigações começaram há dez meses para identificar a estrutura de ação em todo o estado de São Paulo. As ordens eram feitas de um comando geral para três macrorregiões que envolviam a capital, a Baixada Santista e o interior.
No interior foram caracterizadas sete áreas de atuação, sendo uma regional com o DDD 19. A divisão local, composta por dois chefes, se difere da atuação dos outros grupos, em que apenas uma liderança é dominante. A estrutura foi identificada por meio de um mapeamento das atividades da facção nas referências aos DDD das localidades, de acordo com o Gaeco.
As quadrilhas se dividiam para efetuar a coordenação da disciplina envolvendo três pessoas, a venda das drogas e o responsável que cuidava do cadastro dos integrantes.
Apreensão
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) as prisões foram feitas em Campinas, Sumaré (SP), Hortolândia (SP), Monte Mor (SP) e Cosmópolis (SP). No total foram apreendidos um fuzil, seis espingardas de vários calibres, uma carabina calibre 20, duas pistolas calibre 40 e 380, quatro revólveres calibre 38, duas granadas, uma bomba de efeito moral, quatro coletes balísticos, várias munições de diversos calibres, aproximadamente R$ 10 mil, 70 quilos de maconha e sete de cocaína, além de vários materiais para embalagem das drogas.
Buscas
Dois suspeitos que seriam responsáveis por outros dois comandos da região seguem foragidos. Um dos suspeitos é empresário proprietário de uma rede de lanchonetes. Ele foi procurado em uma loja na Avenida José de Souza Campos, no Cambuí, e também do condomínio de luxo onde mora, mas até a publicação da reportagem, não havia sido encontrado. Outro suspeito, com mandato de prisão expedido, também não foi localizado.
Veja o artigo original no G1

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