sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Nova perícia será realizada no prédio onde morreu coronel Ubiratan





O prédio em que morreu o ex-coronel da Polícia Militar (PM) Ubiratan Guimarães deverá passar por nova perícia na tarde desta sexta-feira. Ubiratan foi morto em setembro de 2006, em seu apartamento na zona oeste da capital paulista.

De acordo com a Polícia Civil, o caso corre em sigilo de Justiça, e essa perícia irá complementar as investigações sobre o crime. Na tarde desta sexta-feira, agentes da Polícia Técnico Científica voltarão ao local onde ocorreu o assassinato.

O caso
Ubiratan foi encontrado morto com um tiro no abdômen em seu apartamento no bairro paulistano dos Jardins em 9 de setembro de 2006. Guimarães, 63 anos, era coronel da reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo, onde atuou por mais de três décadas.

Na época do crime, Guimarães era deputado estadual, candidato à reeleição. O coronel ficou conhecido em São Paulo em 1992, quando coordenou a invasão do presídio do Carandiru, durante uma rebelião. A ação terminou com o saldo de 111 presos assassinados.

À época do crime, por meio e uma carta pública, a namorada do coronel, Carla Cepollina, apontada como autora do disparo que matou o policial, se disse inocente e afirmou que é a maior interessada em encontrar o culpado.

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