terça-feira, 23 de outubro de 2012

PMERJ - RESPOSTA PARA A REVISTA VEJA





Vanessa Andrade - assessoria 

 


 A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, em resposta à matéria da Revista Veja intitulada “A indústria da extorsão” (p.82 e p.83), vem a público informar o seguinte:

1) Com relação a sequestros de familiares de presos no Complexo de Gericinó supostamente perpetrados por policiais militares, a Corporação afirma que a 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), que atua na Zona Norte, não está realizando apuração alguma a respeito e não existe Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado.

2) A matéria diz que somente em um único caso, em maio, foram presos policiais militares em flagrante. ISSO NÃO É VERDADE. Só a 4ª DPJM (Niterói), na última semana, prendeu em flagrante e autuou duas guarnições do 7º BPM (São Gonçalo) nestas circunstâncias.

3) Nos anos de 2011 e 2012, as DPJMs lavraram sete autos de prisão em flagrante, totalizando 26 policiais militares presos e autuados com base no Art. 244 do Código Penal Militar (extorsão mediante sequestro).

4) É leviano atribuir à corporação, portanto, "leniência com a banda podre". A corporação preserva informações que possam prejudicar investigações.

5) Os jornalistas de VEJA têm, no sistema democrático, o direito de terem as fontes que quiserem. Ao mesmo tempo, a PM tem o direito de não atender jornalistas que tenham fontes com interesses escusos –entre estes, o de desconstruir o trabalho correicional da corporação.

6) A PM não deixará de atender Veja, pois não segue o comportamento de determinados jornalistas, ou seja, não generaliza. Seguramente a grande maioria dos 45 mil policiais que trabalham incessantemente para melhorar o Rio de Janeiro têm o mesmo direito de se sentirem ofendidos com a expressão "os bandidos de farda" quanto teriam os jornalistas de VEJA se fossem acusados de ligação com fontes de interesses escusos.

7) A obsessão e determinação do jornalista em atacar a PM chega até a ferir o bom senso - como no trecho da reportagem em que manifesta a opinião de que "nos tempos do tráfico armado havia mais resistência".

A vontade de ser destrutivo com a PM é tão grande que o jornalista chega a manifestar preferência pelos tempos em que o tráfico de drogas oprimia milhares de cidadãos pobres do Rio de Janeiro.


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