terça-feira, 13 de novembro de 2012

Em 4 anos, mais de 20 suspeitos de roubar bancos em MT foram mortos





Balanço da PM também mostra que foram recuperados R$ 3,4 milhões.
Outras 61 pessoas foram presas pelo crime do 'Novo Cangaço' no estado.

Segundo a PM, 21 suspeitos morreram em confrontos com a PM 
(Foto: Tassiany dos Santos/Arquivo pessoal)

Nos últimos quatro anos, 112 criminosos atuaram em 16 ocorrências da modalidade ‘Novo Cangaço’ em Mato Grosso. Os números, da Polícia Militar, também mostram que foram recuperados no período pelo menos R$ 3,4 milhões. Em confronto com a polícia, 21 suspeitos foram mortos e outras 61 foram presos no estado.

De acordo com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Osmar Lino Farias, apenas 30 suspeitos conseguiram fugir do cerco da polícia. “De um total de 112 assaltantes que atuaram aqui, somente 30 conseguiram fugir. Temos um trabalho bem planejado, resultado de grandes articulações dos setores de inteligência das instituições de segurança”, afirmou.

A maior operação da Polícia Militar para desarticular uma quadrilha de roubo a bancos aconteceu em Marcelândia, a 712 quilômetros de Cuiabá. Na zona rural da cidade, a Polícia Militar manteve por 34 dias um contingente de policiais que estiveram à procura dos suspeitos.

De acordo com o comandante-adjunto da PM em Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá, tenente coronel Celso Henrique Barbosa, os policiais entraram por cinco vezes em confronto com os criminosos. Os quatro suspeitos morreram e cinco armas foram apreendidas. Em Comodoro, cidade a 677 quilômetros de Cuiabá, a polícia mantém o cerco aos criminosos.

Neste domingo (11), policiais interceptaram um veículo com quatro ocupantes. Após confronto com os PM’s, dois suspeitos acabaram mortos. Um foi preso na madrugada desta segunda-feira (12). E somente mais um continua foragido. Nessa ação os policiais conseguiram recuperar três armas e mais de R$ 1 milhão no parta-malas do carro.

Assalto em Comodoro
Grupo invadiu 2 agências ao mesmo tempo, fez reféns em Comodoro e fugiu. 
(Foto: Jornal O Diário)

No dia 30 de setembro, o grupo criminoso, composto por cerca de sete homens armados e encapuzados, invadiu e roubou duas agências bancárias e fez 15 clientes e funcionários reféns. Durante a ação, os reféns foram usados como 'escudo humano' em frente aos locais para dar proteção à quadrilha.

Na fuga, ainda de acordo com a Polícia Militar, a quadrilha incendiou uma das caminhonetes e abandonou o veículo no entroncamento das rodovias BR-364 e BR-174. Eles libertaram os reféns na saída da cidade.

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