quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Alckmin diz que segurança de São Paulo vive 'novo momento'





Alckmin observa projeto da ciclopassarela que será instalada em São Paulo
Foto: Vagner Magalhães / Terra

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta-feira que a segurança de São Paulo já vive "um novo momento", reflexo da troca da cúpula da segurança pública no Estado. De acordo com ele, o pico de homicídios no Estado vem cedendo e novas medidas nas áreas de inteligência e de recursos tecnológicos serão anunciadas em breve.

"Temos muita confiança no trabalho do novo secretário, o Fernando Grella. Ele montou um bom time e os reflexos disso serão sentidos rapidamente", disse ele.

O governador disse também que a cidade de São Paulo deve sofrer menor impacto das chuvas neste verão, principalmente em relação ao rio Tietê, que passou por obras em sua calha para melhorar a vazão da água. "O rio está muito mais preparado para o verão. Isso não quer dizer que não vá sair da calha, mas o trabalho que foi feito já poderá ser sentido.”

Nesta quinta-feira, o governador anunciou a construção de uma ciclopassarela que ligará as margens do rio Pinheiros ao Parque Villa-Lobos e à Cidade Universitária, na Universidade de São Paulo (USP). Com cerca de 500 m de comprimento e 12 ou 14 m de largura - o projeto final ainda será anunciado - essa passarela poderá receber simultaneamente cerca de 30 mil pedestres e 1 mil bicicletas.

"É uma obra que vai ligar duas áreas verdes importantes da cidade, com trânsito em separado para pedestres e bicicletas", disse. O projeto deve ir para licitação em março e a previsão para a conclusão é de cerca de 11 meses, com inauguração prevista para o início de 2014.

A passarela integra o plano de requalificação das marginais, que prevê também alterações na região do Cebolão, onde há a confluência dos rios Tietê e Pinheiros. De acordo com o governo, em dois anos, o local também deve passar por alterações.

O governador também anunciou que o muro que margeia a Cidade Universitária, com cerca de 2,3 km de extensão, será derrubado e no local serão colocadas grades. Dessa maneira, a raia da USP passará a ser visível aos motoristas.

Por VAGNER MAGALHÃES

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