terça-feira, 4 de dezembro de 2012

PM é condenado a 21 anos de prisão pela morte da juíza Patrícia Acioli




O Policial militar Sérgio Costa Júnior, réu confesso no assassinato da juíza Patrícia Acioli , foi condenado pela 3ª Vara Criminal de Niterói por formação de quadrilha e homicídio triplamente qualificado. A condenação estipulou 18 anos de pena por homicídio triplamente qualificado e mais três por formação de quadrilha, totalizando 21 anos de pena.

Réu confesso: 'Tenho arrependimento e preciso pagar', diz acusado de matar juíza 
Acusação: Promotor não vai aceitar grande redução na pena de acusado 

Luiz Roberto Lima/Futura Press Sérgio Costa Junior, acusado da morte da juíza Patrícia Acioli, durante sue julgamento, nesta terça-feira

Sérgio foi o responsável por 18 dos 21 tiros que atingiram a magistrada, em agosto do ano passado. Durante leitura da sentença, o juiz disse que "cada tiro representou dor", sobre o número de disparos feito pelo acusado na vítima. O juiz decretou ainda a perda do cargo público do acusado, que deixa de ser policial militar.

O cabo obteve 12 anos e seis meses de redução da pena dos dois crimes, pelo benefício da delação premiada. Do total, 11 pelo homicídio triplamente qualificado e um ano e seis meses por formação de quadrilha.

Fábio Gonçalves / Agência O Dia Mãe de Patrícia Acioli chega ao fórum no primeiro dia de júri com camiseta com foto da filha

O julgamento 
- Promotor compara defensor de PM a advogados do goleiro Bruno 
- Delegado e advogada de PM confirmam que juíza foi morta por prender policiais 

O policial militar Sérgio Costa Júnior, um dos acusados de executar a juíza Patrícia Acioli, em agosto do ano passado, é julgado nesta terça-feira na 3ª Vara Criminal de Niterói.

Assassino confesso da magistrada, o cabo disse que se arrependeu. "No dia que cheguei em casa chorei muito. Tenho muito arrependimento e tenho que pagar pelo que fiz".

Denunciado por homicídio triplamente qualificado e formação de quadrilha armada, Sérgio podia pegar pena até 36 anos de prisão.

“A gente não tem dúvida da participação no homicídio. Ele já confessou que disparou 18 dos 21 tiros que atingiram a juíza. Mas vamos julgar outro crime importante. Ele apenas comentou irregularidades cometidas por policiais do 7º BPM (São Gonçalo), que entendemos como formação de quadrilha armada”, explicou o promotor.

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