sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Taxa de homicídos cresceu 1,8% em BH




Em Minas Gerais houve uma estabilização das taxas de homicídios, que passaram de 19 registros para cada grupo de 100 mil habitantes para 19,1 (0,8% de diferença). Esta taxa leva em conta a evolução populacional. Já em números absolutos de registros, foram 3.862 em 2011 contra 3.924 em 2012. Em Belo Horizonte, os homicídios apresentam aumento de 1,8% no comparativo 2011/2012. A taxa de homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes, que também leva em conta o crescimento populacional, foi de 30,9 no ano de 2011 para 31,4 no ano de 2012. Já os registros de ocorrência de homicídios passaram de 767 para 786,ou seja, uma diferença de 19 casos.

Quando se avalia a série histórica dos homicídios em Minas, percebe-se que o Estado voltou a patamares de 2006, quando a taxa deste tipo de crime por 100 mil habitantes também era de 19,1. Ao longo dos últimos oito anos, houve queda. Nas 40 cidades da Região Metropolitana que compõem as Regiões Integradas de Segurança (Risps) 1, 2 e 3, a taxa de homicídios caiu 2,9%, passando de 34,3 para cada grupo de 100 mil habitantes no ano de 2011 para 33,3 no ano de 2012. Esta taxa leva em conta o crescimento populacional. Em números absolutos de registros de homicídios foram de 1.860 ocorrências em 2011 e 1.825 em 2012. A maior quantidade de homicídios consumados, em 2011, foi registrada no segundo semestre. 

O secretário de Estado de Defesa Social, Rômulo de Carvalho Ferraz, juntamente com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Márcio Martins Sant’Ana, e o chefe da Polícia Civil, delegado geral Cylton Brandão da Matta, apresentou, na tarde desta quarta-feira , os índices de criminalidade de Minas Gerais do ano de 2012. Para 2013, as expectativas são de números menores não só para os homicídios, como também para os Crimes Violentos e Crimes Violentos contra o Patrimônio, que tiveram aumento na comparação 2011/2012. Já estão em caixa cerca de R$ 400 milhões de investimentos oriundos do financiamento do Estado com o Banco do Brasil, que serão investidos em mais de 120 obras e ações de ampliação do sistema de defesa social, como contratação de novos policiais, tecnologia, treinamento, viaturas, entre outros. Afora os investimentos de mais de R$ 107 milhões em ações de integração que beneficiam as três instituições – Polícia Civil, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros – a Polícia Civil terá investimentos de mais de R$ 104 milhões e a Polícia Militar, de quase R$ 63 milhões.

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