terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Em Varginha, 15 ambulâncias do Samu estão paradas desde 2010




Em Varginha (MG), 15 ambulâncias estão paradas desde 2010 no Pátio do Departamento de Estradas e Rodagem (DER). Imagens flagram veículos ao ar livre, sujeitos à ação do tempo e o mato crescendo em volta das ambulâncias. Os veículos fazem parte da implantação do Samu na região, onde Varginha será o polo.

No Sul de Minas, 34 municípios receberão ambulâncias para atendimento básico e auxílio de um técnico em enfermagem. Desses municípios, nove vão ter ambulância com UTI móvel e a presença de um técnico de enfermagem e um médico. São eles: Alfenas, Lavras, Passos, Piumhi, Poços de Caldas,Pouso Alegre, São Lourenço, Três Corações e Varginha.

O secretário de saúde de Varginha, José Antônio Valério, afirmou que as ambulâncias já foram encontradas nesta situação pela atual administração. Ele disse ainda que a prefeitura recebeu um comunicado da Secretaria Estadual de Saúde informando que os veículos serão encaminhados para Belo Horizonte (MG). "Isso vai ser bom para a gente, porque nós vamos receber ambulâncias novas no período de implantação do Samu", disse o secretário.

A previsão pela Secretaria Estadual de Saúde é de que o Samu iria iniciar suas operações na região em setembro deste ano, mas segundo a Prefeitura de Varginha, o consórcio feito entre os municípios para gerenciar este trabalho está parado. De acordo com o secretário de saúde, este consórcio estaria válido até dezembro do ano passado, mas com a mudança de governo e de pessoas que estavam à frente do projeto nesta transição, o consórcio está parado. "Nós vamos reorganizar o processo para dar início à montagem do Samu”, disse ele.

Em Varginha, 15 ambulâncias do Samu estão paradas sem uso. (Foto: Reprodução EPTV)

Ainda segundo o secretário, a previsão inicial do projeto era para junho, mas eles pretendem manter o prazo previsto pela SES de que o Samu esteja funcionando em setembro deste ano.

Parte da sede do Samu em Varginha já está pronta, mas segundo o secretário de saúde, ainda será preciso uma ampliação e adequação do prédio para este fim. A previsão de gastos para o funcionamento do serviço na cidade é de R$ 2,5 milhões por mês, onde entram financiamentos do governo municipal, estadual e federal.

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