sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Associações X Governo: Sem Acordo





Sem Acordo


Todo mundo já está sabendo que a contraproposta que os presidentes das associações militares apresentaram ao governo foi rejeitada pela representante do governo. Como “retaliação”, a proposta do governo também foi rejeitada pelos presidentes classistas, sendo que cada um apresentou uma razão diferente.
Vejamos alguns pensamentos dos “nossos” “líderes”:
Estamos obtendo avanço junto ao governo e esperamos que no dia cinco de março tenhamos uma resposta definitiva, pois a tropa não aguenta mais tantas reuniões sem um resultado concreto. A tabela apresentada não é viável para a categoria, mas espera-se que na próxima reunião tudo seja definido. (...) Todos os militares, ao que tudo indica, terão o realinhamento até junho deste ano, além do IPCA que será por volta de 5,8 % e dos 3% de resíduo que está previsto para abril deste ano”, disse o presidente da ACS, o Cabo José Soares.
Discordamos da tabela apresentada. Queremos que primeiro seja aplicado o percentual de 3%, oriundos do acordo com o Governo em 2012. Em seguida seja feito o realinhamento para depois ser implantado o IPCA de 5,8%. Isso não foi feito na tabela apresentada pela SEGESP. Por isso, pedimos que os valores fossem recalculados”, explicou o presidente da ASSMAL, o Sargento Teobaldo de Almeida.
A ASSOMAL só aprova o realinhamento em que todos tenham a mesma proporçãode percentual acrescido na mudança de nível, para não corrermos o risco de erro cometido no passado, e não podemos permitir que quem está no último nível de tempo de serviço não seja contemplado”, afirmou o Major Fragoso.
Resumindo: foi agendada uma nova reunião, para o dia 05 de março, às 15h, no mesmo local, ocasião em que o governo vai apresentar uma nova proposta.
Moral da história
Somos representados por pessoas fracas, sem atitudes em prol da tropa, mas que são capazes de articular reuniões na calada na noite, na ASSOMAL (no dia anterior ao da reunião, bem dizer algumas horas antes), para ver a melhor forma de negociar os seus interesses particulares com o governo. E a única maneira de virar essa maré a nosso favor é por meio de um esforço da tropa, bem orquestrado, para banir esses “líderes” das nossas associações.
Se os militares que se mostrarem dispostos a representar a tropa, fazendo oposição ao Cabo José Soares, ao Cabo Wagner Simas, ao Sargento Teobaldo Almeida, e ao Major Fragoso (este último em especial), quiserem o nosso apoio, nós nos colocamos à disposição. Enviem material contra os mesmos, para contatobriosaemfoco@gmail.com, que a gente solta a lenha.
Esses presidentes de associações, politiqueiros fracos, dependem de suas reputações, e como eles não estão nos representando altivamente, vamos expô-los na mídia e nas redes sociais, inclusive por meio de anúncios de publicidade e pesquisas de opinião.
Queremos começar pelo Cabo Soares (que antes era um “Zé Ruela”, mas que agora está metido a “Zé Playboy”), que representa a base Tropa Miliciana, porém até agora não personificou os atributos do cargo de Presidente da Associação de Cabos e Soldados – a entidade que, sozinha, pode definir o rumo das negociações. Em seguida queremos partir para o Cabo Simas, que representa a Associação das Praças Militares, e o mesmo com os demais...
Amigos briosianos, paciência tem limite. Que fique claro que nós não temos nada contra a pessoa de cada um dos presidentes das associações e sim com as suas atuações. É por isso que vamos fazer barulho contra os mesmos. Enquanto isso, a Greve Branca continua: continuemos fazendo corpo mole no serviço.
Ass: Todos os membros do Blog Briosa em Foco

Fonte: Blog Briosa em Foco

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