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quinta-feira, 28 de março de 2013

Sede da Polícia Rodoviária Federal em Salvador muda de endereço


Prédio que funciona no Comércio fica aberto só até esta quinta-feira (28).
A partir de segunda-feira (1), a sede vai funcionar em Porto Seco Pirajá.

Sede da Polícia Rodoviária Federal em Salvador muda de endereço 
(Foto: Reprodução / TV Bahia)

A sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Salvador está mudando de endereço. O prédio que funciona no bairro do Comércio fica aberto só até esta quinta-feira (28).

A partir de segunda-feira (1), a nova sede vai funcionar em Porto Seco Pirajá, na entrada de Salvador.

A mudança começou na quarta-feira (27) e segundo a PRF, o prédio é antigo e a estrutura não suporta dias de chuva. O imóvel vai ser devolvido à Superintendência do Patrimônio da União.
A Polícia Rodoviária Federal atende também pelo número 191.

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Policiais federais e militares reforçam segurança no Pará


Cerca de 250 homens da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança Pública, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Aérea Brasileira estão em Itaituba, no Pará, para garantir a realização dos estudos de impacto ambiental do Complexo Hidrelétrico do Tapajós. O Ministério Público Federal pediu a suspensão da operação policial, pelo risco de conflitos com índios da etnia Munduruku, contrários à construção das usinas no rio amazônico, mas a Justiça Federal negou o pedido. Lideranças indígenas chegaram a bater boca com o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, quando estiveram em Brasília, em fevereiro, para cobrar justiça pela morte de um índio, em dezembro, durante a Operação Eldorado, da PF, que desbaratou garimpos na região.

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RJ: PM conclui inquérito de 11 policiais envolvidos em esquema de propina

A Corregedoria Interna da Polícia Militar (PM), concluiu nesta quarta-feira o inquérito que investigou a participação de 11 policiais do 7º Batalhão da PM, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio, de recebimento de propina de mototaxistas da comunidade do Jockey.

Um dos policiais militares foi preso em flagrante na sexta-feira pela equipe da 4ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM) suspeito de comprar uma pistola ilegal. No carro em que ele estava também foram apreendidas 80 cápsulas de cocaína e material para embalar drogas. Os demais policiais foram indiciados por corrupção. Eles trabalhavam no Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) e no setor de radiopatrulhamento da comunidade do Jockey.

De acordo com o corregedor da PM, coronel Waldyr Soares Filho, os policiais cobravam R$ 10 por semana de cada mototaxistas. Em troca, os policiais não abordavam mototaxista em situação irregular ou que circulava sem equipamentos de segurança. Quem se recusasse a pagar a propina era ameaçado pelo grupo e proibido de trabalhar na região.

"A partir da denúncia envolvendo os policiais do 7° Batalhão, passamos a monitorar. Foi aí que ficou constatado o indício forte de um esquema. Então, registramos o contato de policiais com mototaxistas. Também identificamos que o líder dos mototaxistas recolhia os valores e se dirigia ao DPO, onde tinha contato com os policiais envolvidos", disse o coronel.

Agência Brasil

Fonte: http://noticias.terra.com.br

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Sinop: obras do quartel do Exército e Vila Militar podem iniciar este ano


Fonte: Só Notícias/Thais Festa

A construção do Batalhão do Exército em Sinop deve durar cerca de três anos. A expectativa é do comandante Militar do Oeste, general João Francisco Ferreira, que esteve hoje no município. A estimativa de investimento é de aproximadamente R$ 70 milhões. Mesmo sem o valor integral, o general aponta que a construção simultânea do batalhão e vila militar pode iniciar ainda este ano. "Não precisamos começar tendo todo o recurso disponível, tem uma parcela e depois a cada ano inclui-se outra necessária", disse, ao Só Notícias. "A parcela inicial já disponível fica em torno de R$ 10 milhões a R$ 20 milhões", completou.

A expectativa para o efetivo do Batalhão de Infantaria do Exército é de pelo menos 800 militares. A base militar formada por oficiais e sargentos, que prestam serviço em outras unidades do Brasil, virá para Sinop. "A medida que se construam as instalações, nós colocaremos o pessoal. Já os soldados e cabos serão incorporados por Sinop e os municípios vizinhos".

Segundo o general, a instalação do Exército na região partiu da necessidade de mais segurança. "Além do Tiro de Guerra, nós sentimos que é necessário ter uma tropa mais forte nessa área para dar mais segurança, em função de várias apreensões", explicou.

De acordo com o prefeito Juarez Costa, a instalação do Exército no município pode beneficiar a economia da cidade. "Teremos um quantidade grande de oficiais com salários expressivos que vai ficar no comércio. Porém, o mais importante é a disciplina imposta por essa instituição aos jovens. Provavelmente esses jovens sairão de lá [Exército] com outra mentalidade".

A prefeitura formalizou, hoje, a entrega da área que será utilizada na construção do Batalhão e Vila Militar. São 56 hectares para o primeiro e 22,5 hectares para o segundo. A liberação da área, conforme Só Notícias já informou, foi confirmada no dia 22 deste mês, após o processo de georreferenciamento ser liberado pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A área fica próxima a Embrapa (rodovia dos Pioneiros).

O batalhão do Exército em Sinop vai ter abrangência até a divisa com o Pará e Rondônia com abrangência em mais de 35 cidades.

Durante a solenidade militar, esta manhã, no Tiro de Guerra, o general João Francisco Ferreira concedeu ao prefeito Juarez Costa a “Medalha do Pacificador”, honraria prestada pelo Exército Brasileiro aos militares e civis que destacam-se na prestação de serviços e nos laços de amizade com o Exército.

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Indústria de armas pede apoio ao Planalto para desoneração do setor


Tendência de Dilma é vetar extensão de benefício fiscal

Catarina Alencastro

BRASÍLIA O presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), Sami Youssef Hassuani, reuniu-se ontem com o presidente da República em exercício, Michel Temer, para pedir apoio do Palácio do Planalto à desoneração do setor de armas. A inclusão dessa indústria na Medida Provisória 582, que desonerava a folha de pagamento de 15 setores da economia, foi feita no Congresso por parlamentares que tiveram suas campanhas financiadas pelo setor. Segundo interlocutores da presidente Dilma Rousseff, a desoneração das armas e de outros 32 setores adicionados pelo Parlamento será vetada. Dilma tem até o dia 2 de abril para sancionar a medida.

- Da mesma maneira que foi feita a contemplação da construção civil e de vários outros setores, o nosso pleito é que o setor de defesa seja contemplado na MP 582. Disse (a Temer) que essa é uma preocupação nossa e que a gente conta com o apoio do Planalto para que o setor seja contemplado e aprovado na lei que vai ser sancionada - contou Hassuani, para quem a área de defesa está "a serviço da nação".

Segundo ele, Temer concordou que o setor é importante, mas não prometeu interceder junto a Dilma para que ela mantenha o benefício fiscal para a indústria de armas e munição.

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4G Brasil: Exército e polícia pressionam por fatia dos 700 MHz



Luís Osvaldo Grossmann

Enquanto radiodifusores e teles ainda brigam pela faixa de 700 MHz, diversos representantes da segurança pública deixaram claro nesta quarta-feira, 27/3, em audiência na Anatel, que fazem questão de levar uma fatia do espectro. Exército, polícias civil e militar, além de fabricantes interessados no segmento, insistiram em peso nessa questão.

O pleito implica em que pelo menos 20 MHz dos 108 MHz a serem “vendidos” sejam destinados ao uso, ainda que compartilhado, dos diferentes órgãos de segurança, ainda que o desenho possa variar. A polícia militar de São Paulo sugere dois blocos de 5+5 MHz. O Exército quer um de 10+10 MHz.

“Reconhecemos a importância dos serviços privados, mas a segurança do cidadão também tem relevância. O pleito do Exército é de que 20 MHz sejam destinados à segurança, ainda que não para uso exclusivo. Podemos inaugurar uma administração compartilhada em alguns estados”, defendeu o general Antonino dos Santos Guerra, comandante do Centro de Comunicações e de Guerra Eletrônica do Exército.

Santos Guerra coordena testes de 4G/LTE na faixa de 700 MHz, nos quais são utilizados equipamentos da Motorola. Não por menos, a fabricante também foi a público defender o uso de um pedaço do espectro pelos órgãos de segurança. “É extremamente importante a alocação exclusivamente para segurança e defesa. O LTE, ao contrário de tecnologias de banda estreita, não se presta bem ao uso secundário”, ressaltou o gerente de negócios da Motorola Solutions, Bruno Novak.

Além deles, representantes das polícias civil e militar de São Paulo se juntaram ao coro. O tenente coronel Ronaldo de Oliveira Filho, da PMSP, apresentou o pleito dos dois blocos de 5+5 MHz. “Precisamos que esteja no regulamento uma reserva de espectro em caráter primário. Por enquanto ele fala apenas em uma possibilidade”, insistiu. “É necessário que tenhamos também esta faixa de espectro para que possamos ter provida comunicação de ponta”, completou o delegado da polícia civil, Renato Rodrigues.

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Teto da polícia será de R$ 22 mil


Com o reajuste de 15,8% concedido aos servidores das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros, os maiores salários se aproximarão dos vencimentos do governador. Correção será aplicada em três etapas e deve evitar novas paralisações das categorias

SAULO ARAÚJO

O reajuste de 15,8% concedido às forças de segurança do Distrito Federal elevará o salário de delegado da Polícia Civil em fim de carreira para R$ 22,8 mil. Já um coronel da Polícia Militar passará a receber R$ 17.949. Os valores são uma projeção para 2015, considerando que o aumento foi dividido em três anos. A primeira parcela é retroativa a 1º de março. Já os agentes e os soldados da PM e do Corpo de Bombeiros recém-formados terão vencimentos de R$ 8.337 e R$ 4.979, respectivamente. O Projeto de Lei nº 4921, de 2012, aprovado pelo Senado Federal na terça-feira, segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff. No caso da Polícia Civil, um outro projeto de lei aprovado pelos parlamentares autoriza a criação de 3.029 cargos na instituição. Desse total, 2 mil serão agentes e 400, delegados.

O projeto do reajuste previa a correção das remunerações a partir de março deste ano. Como a presidente vai sacionar a proposta já em abril, a próxima folha de pagamento trará a diferença relativa ao período.

Apesar de integrarem as tropas mais bem pagas e equipadas do país, representantes das três corporações não estão completamente satisfeitos. O presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar, coronel Sérgio Souza, defende um reajuste de pelo menos 26%. "Na verdade, a diferença salarial entre os militares em comparação com outras forças de segurança aumentou ainda mais. Vale lembrar, ainda, que (os 15,8%) não cobre a inflação do período em que ficamos sem qualquer aumento. Mas vamos continuar negociando e buscando melhorias."

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF (Sinpol), Ciro de Freitas, também lamentou o percentual aprovado, mas entendeu que os valores parecem razoáveis. "Dentro do contexto global, tendo em vista que 99% dos servidores públicos foram agraciados com esse reajuste, foi até bom. Aceitamos porque tivemos ganhos indiretos como a criação de cargos. Essa é uma conquista histórica, considerando que nosso efetivo é o mesmo há mais de duas décadas", disse. Com o reajuste, o delegado em fim de carreira ganhará R$ 2 mil a mais do que deputado distrital e secretário de Governo e R$ 4 mil a menos do que o governador do DF.

A conquista veio depois de integrantes das polícias Civil e Militar radicalizarem em 2012. Os agentes protagonizaram a maior greve da história da instituição. Já soldados e oficiais passaram a retardar o atendimento de ocorrências (leia Memória). O presidente do Sinpol acredita que 2013 será estável para os policiais civis, mas não descarta um novo movimento. "Falta ainda o encaminhamento de mais alguns projetos. Acredito que, se mantivermos o diálogo aberto com o governo e formos atendidos, não teremos greve neste ano", afirmou.

Com o efetivo maior, o diretor-geral da Polícia Civil, Jorge Xavier, pretende sugerir a abertura de delegacias em cidades como Itapoã e Águas Claras. "Esse é um dos nossos objetivos. Hoje, nós já temos até terreno para construir uma unidade no Itapoã, mas não há pessoal. Além disso, uma das nossas demandas é descentralizar o trabalho da Deam (Delegacia Especial de Atendimento à Mulher) e criar um centro de referência em Ceilândia", projeta Xavier.

Política ampla

O governador Agnelo Queiroz declarou que o reajuste concedido às corporações faz parte de uma política mais ampla, voltada para a redução da criminalidade. Ele também lembrou outras ações tomadas a fim de deixar as corporações mais aparelhadas. "Tivemos um reforço das equipes, principalmente no Corpo de Bombeiros. O aumento nos salários e no efetivo de policiais em mais de 3 mil homens vai nos permitir fazer concursos. Fora isso, várias ações foram tomadas depois do Programa Ação pela Vida, que prevê, entre outras coisas, a parceria das polícias Civil e Militar. Por fim, instalamos novas unidades móveis, com o emprego de carros e motos no patrulhamento ostensivo", destacou o governador.

Memória

Paralisação, atraso e prejuízos à população

As três corporações conquistaram o reajuste depois de causarem enormes prejuízos à população do Distrito Federal no ano passado. Os agentes da Polícia Civil, por exemplo, cruzaram os braços durante 82 dias em 2012, a maior paralisação da história da corporação. No período, a violência registrou aumento em quase todas as modalidades criminosas. Março, auge do movimento, fechou com um saldo de 88 assassinatos, quase o dobro da média verificada em outros meses. Para piorar, a Polícia Militar deflagrou a chamada Operação Padrão. Como a Constituição Federal proíbe greve de militares, soldados e oficiais passaram a atrasar o atendimento das ocorrências. A mobilização durou quase dois meses e desafiou o comando da PM. No caso da Polícia Civil, a greve só foi encerrada depois de a Justiça determinar que todo o efetivo voltasse ao trabalho. Já os policiais militares acabaram com a Operação Tartaruga após os governos federal e local prometerem manter o diálogo sobre a extensa pauta de reivindicação, que incluía restruturação da carreira e reajuste salarial de pelo menos 26%.

No contra-cheque

O reajuste de 15,8% será dividido em três anos, retroativo a 1º de março. Ou seja, em 2015, as remunerações dos policias civis e militares e dos bombeiros ficarão da seguinte forma:

Polícia Civil

Agente (piso)

de R$ 7,2 mil para R$ 8.337

Delegado especial (teto)

de R$ 19.699 para R$ 22.811

Polícia Militar e Corpo de Bombeiros

Soldado (piso)

de R$ 4,3 mil para R$ 4.979

Coronel (teto)

de R$ 15,5 mil para R$ 17.949

Fonte: http://www.exercito.gov.br

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Policial citado na CPI dos extermínio é executado e tem casa invadida na PB


Policial foi assassinado a tiros na noite da segunda-feira (25).
Vítima foi citada na CPI do Extermínio no Nordeste.

Policial tinha liderava milícia que atuava no campo
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

O agente de investigação da Polícia Civil da Paraíba, Sérgio de Souza Azevedo, foi executado a tiros na noite da segunda-feira (25) na cidade de Bayeux, Grande João Pessoa, e teve a casa invadida nesta quarta-feira (27). O nome dele foi citado na Comissão Parlamentar de Inquérito do Extermínio no Nordeste como o líder de uma milícia privada com atuação no campo. Dois adolescentes e um homem foram presos suspeitos de participarem do homicídio.

A invasão à casa dele aconteceu na madrugada desta quarta-feira (27) e, de acordo com o comandante da 2ª Companhia de Polícia Militar, o major Carlos Magno, não se sabe ainda o que foi levado do local.

Segundo o delegado Bruno Victor Germano, responsável pelas investigações, os suspeitos de matar o policial foram detidos por uma guarnição da Polícia Militar logo após o assassinato. Eles foram ouvidos pelo delegado, mas não revelaram o motivo do crime. “Um deles confessou, mas afirmou que matou por matar”, disse. De acordo com o delegado, o carro usado na fuga após o homicídio foi encontrado no bairro do Bessa e havia sido roubado na sexta-feira (22).

A CPI do Extermínio no Nordeste cita, entre as ações do grupo que seria liderado pelo policial, invasão com pistoleiros em acampamento, perseguição e ameaças a lideranças do Movimento Sem Terra (MST), e ao deputado estadual Frei Anastácio. As acusações constam na CPI da Violência no Campo. As informações costam do documento disponível no site da Câmara dos Deputados.

De acordo com a CPI, a milícia liderada pelo policial atuava nas cidades de Mogeiro e Itabaiana, ambas no Agreste da Paraíba. A CPI aponta ainda que Sérgio de Souza Azevedo é suspeito do desaparecimento de um trabalhador rural em junho de 2002, na região de Pedras de Fogo, próximo a Itabaiana.

No entanto, o delegado Bruno Victor Germano disse desconhecer o envolvimento do policial com grupos de extermínios ou formação de milícias. "Essas informações estão chegando até mim pela imprensa. O que sabemos é que ele era um policial bem atuante", disse.

Fonte: http://g1.globo.com/

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terça-feira, 26 de março de 2013

PMs que faziam segurança de bingos de Cachoeira têm recurso negado

Os policiais pediam restituição das carteiras funcionais e o direito ao porte de arma

Os policiais militares denunciados na Operação Monte Carlo vão continuar sem carteira funcional e direito a porte de armas, segundo decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) desta terça-feira. Seguindo o parecer da Procuradoria Regional da República da 1ª Região (PRR1), a 3ª Turma, por unanimidade, resolveu não conhecer o recurso interposto pelos policiais.

Os PMs foram afastados de suas funções e entregaram suas identidades funcionais por suspeita de integrar a organização criminosa chefiada pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Eles seriam responsáveis por dar cobertura às atividades ilícitas, fazendo a segurança das casas de bingo e atuando na repressão dos concorrentes.

Os policiais foram denunciados e respondem a processo por várias condutas criminosas, dentre elas, corrupção e associação à quadrilha armada, praticadas no exercício da função pública. A defesa invocou o princípio da presunção de inocência para pleitear a restituição das identidades funcionais e o direito de portarem arma. Segundo os advogados, a restituição é necessária para a proteção dos acusados.

Para a procuradora regional da República Luciana Marcelino Martins, o recurso em sentido estrito não seria o instrumento correto para pleitear a revisão da decisão de primeiro grau que negou o pedido de restituição, o que já justificaria a rejeição do recurso. Ainda assim, ela explicou que, "mantida a cautelar de afastamento da função pública, não se vislumbra a possibilidade de restituição das carteiras funcionais dos recorrentes, bem como do porte de arma, já que são inerentes ao exercício da atividade pública de policial militar, da qual estão afastados."

Carlinhos Cachoeira
Acusado de comandar a exploração do jogo ilegal em Goiás, Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, foi preso na Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, em 29 de fevereiro de 2012, oito anos após a divulgação de um vídeo em que Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil, José Dirceu, lhe pedia propina. O escândalo culminou na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Bingos e na revelação do suposto esquema de pagamento de parlamentares que ficou conhecido como mensalão.

Escutas telefônicas realizadas durante a investigação da PF apontaram diversos contatos entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres (GO), então líder do DEM no Senado. Ele reagiu dizendo que a violação do seu sigilo telefônico não havia obedecido a critérios legais, confirmou amizade com o bicheiro, mas negou conhecimento e envolvimento nos negócios ilegais de Cachoeira. As denúncias levaram o Psol a representar contra Demóstenes no Conselho de Ética e o DEM a abrir processo para expulsar o senador. O goiano se antecipou e pediu desfiliação da legenda.

Com o vazamento de informações do inquérito, as denúncias começaram a atingir outros políticos, agentes públicos e empresas, o que culminou na abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) mista do Cachoeira. O colegiado ouviu os governadores Agnelo Queiroz (PT), do Distrito Federal, e Marconi Perillo (PSDB), de Goiás, que negaram envolvimento com o grupo do bicheiro. O governador Sérgio Cabral (PMDB), do Rio de Janeiro, escapou de ser convocado. Ele é amigo do empreiteiro Fernando Cavendish, dono da Delta, apontada como parte do esquema de Cachoeira e maior recebedora de recursos do governo federal nos últimos três anos.

Demóstenes passou por processo de cassação por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Casa. Em 11 de julho, o plenário do Senado aprovou, por 56 votos a favor, 19 contra e cinco abstenções, a perda de mandato do goiano. Ele foi o segundo senador cassado pelo voto dos colegas na história do Senado.

Em 21 de novembro, após 265 dias preso, Carlinhos Cachoeira, deixou a penitenciária da Papuda, em Brasília. No mesmo dia, o contraventor foi condenado pela 5ª Vara Criminal do Distrito Federal a uma pena de 5 anos de prisão por tráfico de influência e formação de quadrilha. Como a sentença é inferior a 8 anos, a juíza Ana Claudia Barreto decidiu soltar Cachoeira, que cumpriria a pena em regime semiaberto.

No dia seguinte, o Ministério Público Federal (MPF) de Goiás pediu nova prisão do bicheiro, com base em uma segunda denúncia contra ele e outras 16 pessoas, todos suspeitos de participar de uma intensificação de ações criminosas em Brasília. O pedido foi negado pela Justiça.

No dia 7 de dezembro, Cachoeira voltou a ser preso. O juiz Alderico Rocha Santos, da 11ª Vara Federal de Goiás, condenou o bicheiro a 39 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão por diversos crimes relativos à Operação Monte Carlo e determinou sua prisão preventiva. A defesa recorreu e, quatro dias depois, o juiz federal Tourinho Neto, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) concedeu novo habeas-corpus e Cachoeira foi libertado.

Fonte: Terra

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Convocação Mobilização PEC 300 – Dias 23 e 24 Abril


 Nos dias 23 e 24 de Abril de 2013, Policiais e Bombeiros de todo  o Brasil estão convocados para estarem em Brasília na retomada das ações de cobrança da aprovação da PEC 300 em 2° turno.  Sua presença é indispensável nesta luta. 
Procure sua associação e cobre uma posição em relação a PEC 300. 
Dias 23 e 24 de Abril. Contamos com você!

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Policiais de SP poderão fazer treinamento nos EUA


Programa faz parte de parceria entre o país e o governo do estado.
Acordo prevê ainda investimentos em áreas como educação e comércio
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Policiais civis e militares de São Paulo ganharam um programa de treinamento nos Estados Unidos. Esse é um dos pontos de uma parceria fechada em uma reunião do governador Geraldo Alckmin com o embaixador norte-americano no Brasil, Thomas Shannon. Essa é a primeira vez que os Estados Unidos formalizam uma relação bilateral com um governo estadual na América Latina.

Até 2014, o grupo de trabalho deve fortalecer o programa de bolsas de intercâmbio cultural para alunos e professores de Etec's e Fatec's e também investir em cursos para policiais civis e militares brasileiros nos Estados Unidos.

Também estão previstos investimentos em áreas como educação, pesquisa, comércio e cooperação para o desenvolvimento da África.

Fonte: G1

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PARAÍBA: POLICIAIS AMEAÇAM DEIXAR O BOPE APÓS PROIBIÇÃO DO USO DA CAVEIRA EM UNIFORME.

A polêmica sobre a caveira do pelotão especial da Polícia Militar BOPE continua rendendo. Após o símbolo ser proibido pelo comandante da PM, coronel Euller Chaves, devido a reação de militantes e políticos ligados aos Direitos Humanos, policiais que integram o pelotão estão ameaçando deixar o grupo especial da PM.

O próprio comandante do BOPE, major Bisneto, teria entregado o cargo ao secretário de Segurança, Claudio Lima, mas teve o pedido recusado e continua no cargo.

A maioria dos policiais do pelotão são contrários a proibição, mas evitam falar sobre o assunto publicamente por conta do respeito a hierarquia militar, já que a decisão de retirar a caveira da farda do grupo partiu do comando geral da PM. Em contato com alguns, eles confirmam que muitos estão até pensando em deixar o Pelotão do BOPE.

O major Souza Neto, comandante do Batalhão da PM em Campina Grande, é um dos que fizeram o curso do BOPE no Rio de Janeiro, mas disse que não iria se posicionar sobre o caso. “Tenho minhas convicções, mas como foi uma decisão de comando, não devo fazer declarações”.

O comandante da PM, coronel Euller Chaves, disse em entrevista ao programa Correio Verdade da 98 FM, que a Polícia não visa entrar em polêmica e que a mensagem e atuação da Instituição é muito maior que um símbolo.

O secretário de Segurança, Claudio Lima, também colocou panos quentes no assunto e disse que o assunto ganhou mais repercussão do que deveria. Ele explicou que existe uma determinação ministerial que solicita que se evite elementos que remetam a violência.

Fonte: Blog da Soldado Glaucia / AMESE

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BANDIDOS PERDEM O MEDO E ASSALTAM PONTO DO BANESE DENTRO DE COMPLEXO POLICIAL.


A ousadia dos assaltantes em Sergipe tem chamado a atenção da população e principalmente dos poucos policiais militares e civis que ainda estão na ativa, tentando fazer a segurança publica no estado. Sem segurança, marginais roubam casch dentro de posto policial.

Diariamente várias instituições financeiras têm sido alvo dos assaltantes. Só esta semana, cerca de cinco agencias bancárias foram assaltadas. Na madrugada desta sexta-feira (22), uma agencia do Banco do Brasil teve seus caixas eletrônicos arrombados por elementos que conseguiram furtar o dinheiro e fugir tomando rumo ignorado.

Mas o que mais chamou a atenção quanto aos assaltos e arrombamentos a bancos, foi a ousadia de elementos que conseguiram realizar um assalto, a cerca de 15 dias dentro do complexo de segurança publica, localizado no bairro Santa Maria (Terra Dura), onde elementos arrombaram um caixa eletrônico do Banese. Esse assalto seria só mais um a ser acrescido na estatística não fosse a localização.

O caixa eletrônico do Banese e que foi assaltado por elementos esta localizado dentro do complexo de segurança publica, do bairro Santa Maria, entre o 1º Batalhão da Policia Militar e a delegacia de policia. A ação dos marginais transcorreu de forma tranqüila porque no momento, na delegacia havia apenas um policial civil e no primeiro batalhão um outro policial, desta feita um militar, que foi obrigado a se trancar dentro do local para não correr o risco de perder todas as armas que haviam no local.

Esse assalto acabou não sendo divulgado de forma que não chamou a atenção, porem na manha de hoje, após o anuncio do arrombamento de uma agencia do Banco do Brasil, um policial desesperado, disse por telefone que não sabe mais o que fazer. “Eu estou entrando em desespero. A nossa policia vai acabar. Imagina você ver todos os dias de oito a dez policiais indo para a reserva, me diga até quando isso vai acontecer?”, questionou o PM.

A preocupação dos militares é com o concurso público que não tem previsão de acontecer e enquanto isso, os arrombamentos, assaltos e assassinatos continuam engrossando as estatísticas do estado de Sergipe.

Fonte: Faxaju / AMESE

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sexta-feira, 22 de março de 2013

PM é encontrado morto dentro de carro abandonado

Edu Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo

Vítima estava algemada e tinha marcas de tiros pelo corpo, segundo polícia

Gio Mendes, do R7, com Agência Record

PM foi encontrado algemado e morto dentro de um carro na zona sul de SP

Um policial militar foi encontrado morto dentro de um carro na rua Luciano Silva, na Vila das Belezas, região do Campo Limpo, zona sul de São Paulo, no final da noite desta quinta-feira (21).

De acordo com moradores do bairro, o Renault Kangoo foi abandonado na via há quase uma semana. Eles sentiram um cheiro forte vindo do interior do veículo e avisaram a Polícia Militar.

O corpo do PM estava em avançado estado de decomposição.

Fonte: R7

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Policiais Militares têm prisão decretada por incitar greve no PA

Policiais estariam usando redes sociais para incentivar greves.
Justiça Militar diz que policiais estariam realizando motim.

Do G1 PA

A Justiça Militar expediu mandado de prisão contra nove policiais militares do Pará que estariam incentivando a categoria a entrar em greve através de postagens nas redes sociais. As buscas pelo grupo estão sendo realizadas pelo Comando Geral da Polícia Militar, nesta sexta-feira (22). As prisões foram solicitadas pela Corregedoria da PM.
De acordo com o promotor de Justiça Militar Armando Brasil, a conduta dos agentes se enquadra no artigo 152 do Código Penal Militar, que caracteriza “conspiração para crime de motim”. “Os policiais vinham postando mensagens que incitavam a greve da categoria, que poderia paralisar a qualquer momento”, afirma Brasil.

Perfil em rede social anuncia o movimento de greve da Polícia Militar do Pará. (Foto: Reprodução/ Facebook)Perfil em rede social anuncia o movimento de greve da Polícia Militar do Pará. (Foto: Reprodução/ Facebook)
Redes sociais
Perfis foram criados nas redes sociais para promover a ação grevista dos PMs. Diversas mensagens postadas convocam a categoria para a paralisação e levantavam pautas de reivindicação. Nos comentários, alguns usuários que se identificavam como oficiais da PM demonstravam apoio à causa.
Segundo o promotor, os policiais que tiveram a prisão decretada estariam incitando tumulto nos quartéis, em decorrências do aumento de 9% dado pelo governo estadual, que foi considerado baixo pelo movimento grevista. O governo do Pará informou que o salário dos PMs no estado é o quarto maior do Brasil, e que nos últimos anos a categoria teve aumentos com ganhos reais.
De acordo com o promotor, os policiais presos serão encaminhados para o Centro de Recuperação Especial Coronel Anastácio das Neves, em Santa Izabel, nordeste do Pará.

Fonte: G1

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MG: Carga horária de PMs e BMs é aprovada na CCJ


Fonte: Paraíba no QAP / ASPRASE

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CÂMARA APROVA REAJUSTE PARA POLICIAIS CIVIS E MILITARES, BOMBEIROS E DELEGADOS DO DISTRITO FEDERAL.


O Plenário da Câmara aprovou nesta quinta-feira duas propostas que tratam dos servidores do Distrito Federal. O Projeto de Lei 4921/12 aumenta os valores de soldos, subsídios, gratificações e vantagens pecuniárias de policiais civis e militares, bombeiros e delegados de polícia do Distrito Federal. Já o Projeto de Lei 4366/12 cria cargos em carreiras da Polícia Civil do Distrito Federal. Ambas as propostas são do Executivo e seguem para análise do Senado.

De acordo com o PL 4921/12, o aumento será dividido em três parcelas – em março de 2013, 2014 e 2015. Os soldos dos coronéis, que têm a maior patente nesse caso, chegarão a R$ 3.195,04 em 2015. O valor hoje é de R$ 2.760.
A maior parcela dos salários desses militares, no entanto, está na chamada Vantagem Pecuniária Especial (VPE), que será aumentada dos atuais R$ 6.192,73, pagos aos coronéis, para R$ 7.279,17 a partir de março de 2015. No caso dos soldados de segunda classe, que recebem os menores valores, o reajuste elevará a VPE dos atuais R$ 1.199,54 para R$ 1.498,95.

Polícia Civil

Em relação aos subsídios da Polícia Civil, o projeto eleva dos atuais R$ 19.699,82 para R$ 22.805,00 o salário dos delegados de polícia, peritos criminais e médicos legistas de categoria especial. Já os agentes (de polícia e penitenciários), escrivães e papiloscopistas de categoria especial passarão a receber até R$ 13.751,51 em março de 2015.

De acordo com o Executivo, a proposta terá impacto de R$ 56 milhões em 2013, R$ 115 milhões em 2014, R$ 179 milhões em 2015 e R$ 212 milhões de 2016 em diante. Esses valores referem-se somente aos reajustes da Polícia Civil do DF.
Para os aumentos da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar, o impacto será de R$ 110 milhões em 2013, R$ 227 milhões em 2014, R$ 349 milhões em 2015 e R$ 413 milhões de 2016 em diante.

Novos cargos

O Projeto de Lei 4366/12 aprovado pelo Plenário hoje cria 3.029 cargos: 200 de delegado de polícia, 80 de perito médico-legista, 199 de perito criminal, 2 mil de agente de polícia, 495 de escrivão de polícia e 55 de papiloscopista policial. Hoje, de acordo com a lei, já existem 400 delegados de polícia, 80 peritos médicos-legistas, 201 peritos criminal, 3649 agentes de polícia, 505 de escrivães e 305 papiloscopistas.

De acordo com o projeto, o preenchimento das vagas ocorrerá de forma gradual, a partir de janeiro de 2014.

Fonte: Agência Câmara / Amese

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TENENTE DA PM É PRESA ACUSADA DE RECEBER PROPINA DO JOGO DO BICHO E DE RINHA

Uma tenente da policia militar foi presa nesta quinta-feira (21), acusada de receber propinas e distribuir com alguns colegas, oriundas do jogo do bicho, rinha de galo e de bancos. O “negócio” estava sendo tão rentável que havia até “reuniões” entre a tenente e os subordinados para se “discutir a distribuição” das propinas.

A tenente Cristina, que comandava o pelotão da policia militar no município de Campo do Brito, teve a prisão administrativa decretada nesta quinta-feira, após o comandante do 3º- Batalhão, instalado em Itabaiana, major Chaves ter feito algumas advertências à policial que mesmo sendo avisada, continuou recebendo propina. Ela fazia o recolhimento e distribuía com alguns PMs, enquanto outros não aceitaram.

Major Chaves disse na manha desta sexta-feira (22), que a tenente Cristina foi presa através de medida preventiva e se encontra presa no QCG da Polícia Militar de Sergipe onde aguarda a decisão da justiça e os procedimentos que devem ser instalados pelo comando geral. “Infelizmente eu tenho que contar isso na manha de hoje. Isso aconteceu no município de Campo do Brito onde a tenente Cristina estava recebendo propina do jogo do bicho, das rinhas de galo e dos bancos. Ela, mesmo tendo sido avisada, continuou praticando o ilícito, recebendo dinheiro da contravenção e inclusive em uma reunião que ela fez com os subordinados, um soldado disse a ela que não queria propina e se ela não parasse com isso ele, o soldado, iria denunciá-la na corregedoria. Por conta disso ela transferiu o soldado”, disse o major em entrevista ao jornalista Gilmar Carvalho no programa Jornal da Ilha.

O major lamentou a atitude da tenente Cristina afirmando que a policial mesmo sabendo que estava realizando coisa errada, a policial continuou praticando o recebimento das propinas. Chaves lamentou o fato mas explicou que “a oficial foi avisada por duas vezes, mas mesmo assim ela continuou recebendo propina. A coisa estava tão liberada que a tenente Cristina foi até o comandante para contar o que estava fazendo. Isso acabou fazendo com que eu decretasse a prisão dela por setenta e duas horas, já que tudo foi investigado após uma discussão que houve entra ela e um soldado que a avisou que não participaria das irregularidades”, lamentou o major Chaves.

Major Chaves avisou também que “eu não aceito essa oficial trabalhando ao meu lado, porque nós que estamos combatendo o crime no agreste sergipano não posso me calar e deixar passar um fato como esse. O oficial que a manter no cargo, que fique com ela em seu gabinete, comigo eu nao quero”, disse o major fazendo uma denuncia mais grave ainda.

Segundo o comandante do 3º Batalhão, major Chaves, “havia venda do trabalho dos policiais militares para políticos. Isso acontece e não vamos aceitar. Quero explicar que o fato não trata de perseguição e sim de indignação. Eu quero aqui dizer que tenho convicção de que tudo será resolvido”, disse o militar.

Chaves, ao explicar a situação sobre a prisão, conta que a medida cautelar foi feita porque a “promiscuidade tomou conta daquilo lá. E inclusive poderia haver uma morte por conta de tudo que acontecia. Portanto isso foi apenas cautela e tem mais. Haverá mais prisões”, garantiu o militar.



Fonte: FAXAJU

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quinta-feira, 21 de março de 2013

17 concursos na área de segurança oferecem 6,5 mil vagas


Cargos são de todos os níveis de escolaridade.
Os salários chegam a R$ 13.831,10 na Polícia Civil do Paraná.

Do G1, em São Paulo

Pelo menos 17 concursos públicos na área de segurança somam 6.475 vagas em cargos de todos os níveis de escolaridade, nos estados de Minas Gerais, Piauí, Roraima, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Paraná, São Paulo, Tocantins, Maranhão e Rio Grande do Sul.

Os concursos são no Corpo de Bombeiros, Polícias Civil e Militar, secretarias administração penitenciária e prefeitura. Os salários chegam a R$ 13.831,10 na Polícia Civil do Paraná.

Em Minas Gerais são 3.627 vagas divididas em oito editais em cargos de nível médio, técnico e superior.

Veja abaixo os concursos públicos com inscrições abertas ou para começar:
-27/03/13 para oficiais
-10/04/13 para soldados 830 vagas, R$ 3.541, nível médio  veja edital

Corpo de Bombeiros do Piauí 21/03/13, 4 vagas, R$ 3.500, nível superior  veja edital

Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (1) 06/05/13 a 10/06/13, 25 vagas, R$ 4.708,93 nível superior  

Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (2) 25/03/13 a 26/04/13, 150 vagas, R$ 2.433,67 nível médio  veja edital

Polícia Civil da Bahia 31/03/13 600 vagas R$ 9.155,28 vagas nível superior  veja edital

Polícia Civil do Espírito Santo 24/04/13 113 vagas R$ 7.675,22 nível superior  veja edital

Polícia Militar de Goiás 21/04/13,1.300 vagas, R$ 1.341,90, nível médio  veja edital

Polícia Civil de Minas Gerais 18/04/13, 1.497 vagas, R$ 5.446,78, nível médio, técnico e superior Minas Gerais veja edital

Polícia Civil do Paraná 08/04/13 26 R$ 13.831,10 nível superior em direito  veja edital

Polícia Civil de São Paulo (1) 22/03/13, 16 R$ 2.848,,36 nível médio  veja edital

Polícia Civil de São Paulo (2) 12/04/13, 113 vagas, R$ 2.278,05 nível fundamental  veja edital

Polícia Militar de Minas Gerais 28/04/14 a 28/05/13, 1.300 vagas,  R$ 1.123,56 nível médio  veja edital

Polícia Militar de Roraima 02/04/13, número de vagas não informado, R$ 60 por hora/aula nível superior  veja edital

Polícia Militar de Tocantins 09/04/13 300 vagas ,R$ 3.057,77, nível médio,  veja edital

Prefeitura de Canela (RS) 15/04/13 a 26/04/13, 10 vagas, R$ 1.007,08, nível fundamental  veja edital

Secretaria da Administração Penitenciária de São Paulo 19/04/13, 150 vagas, R$ 1.679,78, nível médio veja edital

Fonte: G1


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quarta-feira, 20 de março de 2013


Tenente Coronel discute com Deputado durante reunião


 Autor: 

Deputado e Tenente coronel discutem
Um tenente da PMMG entrou sem autorização judicial na casa de um policial militar. A esposa do PM denunciou à Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa. A corregedoria da PMMG convidou a esposa do PM para ser ouvida. Numa reunião da Comissão que apurava o assunto, o Deputado Estadual Cabo Júlio disse que ia acompanhar a esposa do PM na oitiva, na condição de advogado dela. Um tenente coronel da PMMG, lotado na corregedoria, disse que “ia avaliar” a presença do Deputado, que não gostou do que do que ouviu.

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MINISTRO DA JUSTIÇA LISTA MEDIDAS DE SEGURANÇA PRIORITÁRIAS; ALVES QUER VOTAR PROPOSTAS NESTA SEMANA.


As propostas de segurança pública consideradas prioritárias para o governo foram destacadas por José Eduardo Cardozo, em comissão geral, nesta terça, na Câmara. Segundo Henrique Eduardo Alves, muitas delas podem ser votadas pelo Plenário até amanhã.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu nesta terça-feira (19) aos deputados a aprovação de propostas relacionadas à segurança pública. Os projetos destacados como prioritários pelo ministro criam regras uniformes para as polícias civis, indenizam policiais que trabalham em fronteiras, facilitam a identificação de explosivos, criam um sistema de prevenção à tortura, entre outras medidas.

O apelo foi feito durante comissão geral sobre segurança pública e violência no trânsito, que aconteceu hoje na Câmara. Mais de 40 deputados, autoridades de todos os níveis de governo e representantes de movimentos sociais, participaram do encontro, que durou todo o dia.

Segundo o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, algumas das propostas prioritárias poderão ser votadas ainda nesta semana pelos deputados. “Esta Casa tem a obrigação de ser protagonista dos grandes debates nacionais e buscar as suas soluções”, destacou Alves. O autor do requerimento para a realização da comissão geral, deputado Lincoln Portela (PR-MG), complementou: “O debate [de hoje] é o pontapé para darmos um basta à contradição brasileira entre desenvolvimento econômico e social, por um lado, e índices crescentes de violência, por outro”.

Ação conjunta

Cardozo pediu a ação conjunta dos deputados, independentemente dos partidos, para a aprovação das propostas. “Às vezes, temos grandes polêmicas, porém algumas questões são maiores que as nossas divergências, tendo em vista o interesse público”, declarou.

O presidente da Comissão da Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, deputado Otavio Leite (PSDB-RJ), concordou com a aprovação das propostas, mas cobrou do Ministério da Justiça “mais efetividade no combate à violência”. “Em 2012, a dotação orçamentária da pasta foi de R$ 12,4 bilhões e somente cerca de 60% foram executados. O orçamento do órgão para este ano diminuiu para R$ 10,7 bilhões. Isso é falta de priorização?”, questionou.

Propostas

A primeira proposta destacada por Cardozo estabelece normas gerais sobre o funcionamento das polícias civis (PL 1949/07 - Lei Geral das Polícias Civis). Essa harmonização de regras, segundo ele, seria “um marco para a segurança jurídica do País”. Já o PL 4471/12 cria regras para a apuração de mortes e lesões corporais decorrentes de ações de agentes do Estado, como os policiais. “Muita vezes, quando há morte em um embate policial, é caracterizada resistência seguida de morte – e aí não há inquérito. Por melhor que seja o nosso corpo policial, não existe uma situação em que não deva haver apuração”, argumentou o ministro.

Cardozo também defendeu a aprovação do PL 3667/12, que obriga a instalação de um mecanismo de identificação em cada explosivo. O objetivo da medida é coibir a explosão de caixas eletrônicos. “Essa não é só uma reivindicação do sistema bancário, uma vez que esse dinheiro roubado financia o crime organizado”, disse.

A criação do Sistema Nacional de Combate à Tortura (PL 2442/11) também está entre as prioridades destacadas pelo ministro. O projeto faz parte de uma série de compromissos assumidos pelo Brasil com a Organização das Nações Unidas (ONU) e estabelece mecanismos de prevenção à tortura em presídios, clínicas psiquiátricas, casas de idosos, centros de recuperação de adolescentes em conflito com a lei, entre outros locais.

Trabalho nas fronteiras

O ministro da Justiça também destacou uma proposta que prevê indenização para policiais federais, policiais rodoviários federais e auditores da Receita Federal que trabalham nas fronteiras (PL 4264/12). Segundo Cardozo, esses profissionais enfrentam problemas como falta de moradia adequada, dificuldade de transporte e altos preços de alimentos. “Isso faz com que muitos policiais queiram sair. Muitos inclusive pedem exoneração se não são removidos”, alertou o ministro.

“Boa parte dos problemas brasileiros relativos a tráfico de drogas e armas tem relação com a falta de segurança nas fronteiras”, concordou o procurador da República no Distrito Federal José Robalinho Cavalcanti, que também participou da comissão geral. “Os policiais que estão nas fronteiras não aguentam mais, não têm saúde de qualidade, escola de qualidade, nem segurança”, informou o presidente do Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal, Jones Borges Leal.

Para garantir a aprovação da proposta, Cardozo pediu aos deputados que não procurem estender esse benefício para novas categorias profissionais na proposta: “Sei da boa intenção de alguns parlamentares no sentido de beneficiar outras carreiras. Mas devemos deixar essa discussão para um segundo momento, já que, dessa forma, a possibilidade de matar o projeto na raiz é grande”, argumentou.

Defensorias públicas

O defensor público geral federal, Haman de Moraes e Córdova, e a defensora pública-geral de Minas Gerais, Andréa Tonet, também participaram do debate e pediram a aprovação da proposta de emenda à Constituição que disciplina atribuições, garantias e vedações da Defensoria Pública (PEC 487/05).

“O fortalecimento da defensoria é necessário para assegurarmos o equilíbrio entre o estado repressor e o defensor”, afirmou Córdova. Segundo Tonet, a nova lei ajudaria a garantir melhores condições de trabalho para os defensores. “Ninguém quer ficar (na defensoria) porque vivemos um estado de anemia e desestruturação”, alertou. A PEC 487/05, do deputado Roberto Freire (PPS-SP), está pronta para a pauta do Plenário.

Fonte: Agência Câmara /  Amese

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Acompanhe projetos de interesse dos militares no Facebook



COMPANHEIROS MILITARES, ACOMPANHEM A TRAMITAÇÃO DOS PROJETOS QUE INTERESSAM À NOSSA CLASSE ATRAVÉS DA PÁGINA NO FACEBOOK.

Durante a reunião em Brasília, na qual participou o sargento Edgard Menezes, presidente da AMESE, os participantes opinaram pela criação de uma página no Facebook.

Imediatamente, a competente equipe do deputado federal Mendonça Prado colocou a mão na massa e a partir de agora os militares do Brasil podem acompanhar toda a tramitação dos nossos projetos passo à passo.

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terça-feira, 12 de março de 2013

Sobe para 52 o número de presos no Rio através da Operação Fortaleza


Entre eles estão 21 policiais militares suspeitos de receber propina. 
Ação tem objetivo de reprimir tráfico de drogas no Centro do Rio. 

Do G1 Rio

Subiu para 52 o número de presos na megaoperação Fortaleza da polícia no Centro do Rio, como mostrou o Bom Dia Rio. Entre eles estão 21 policiais militares, que podem ser expulsos da corporação, por supostamente terem recebido propina para não reprimir o tráfico de drogas no morro da Providência, na Zona Portuária.
As investigações, que duraram aproximadamente 10 meses, dão conta que os agentes recebiam a propina na Praça Mauá. Imagens divulgadas pela polícia mostram um PM cumprimentando um homem envolvido com o tráfico, mas, de acordo com a corporação, estava recebendo, na verdade, dinheiro do suspeito. Ambos estão presos.
A ação, batizada de Fortaleza, teve início no último dia 8, dia em que levou à prisão 21 PMs e 28 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas presas, sendo três delas menores de idade.
A operação contou com cerca de 200 homens e apoio de helicópteros. Segundo o sub-chefe operacional da Polícia Civil, Fernando Veloso, a ação necessitava grandes esforços. "Era uma operação grande e complexa, com mais 70 objetivos a serem cumpridos, que precisavam  ser desencadeados simultaneamente. Monitoramento aéreo se fez necessário para serem captadas imagens, que seriam enviadas à Academia de Polícia, que controlava tentativa de fuga, monitorava casas suspeitas e alvos mais perigosos em caso de resistência.”
As investigações foram realizadas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), com apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE). Na operação, além dos dois órgãos, a Corregedoria e a Coordenadoria de Inteligência da PM, além da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança atuavam.
Segundo a delegada titular da DPCA, Bárbara Lomba, foram 10 meses de investigações. "Esses crimes ocorrem com armas em imediações de unidades policiais e estabelecimentos de ensino. Isso tudo agrava a pena."
Os traficantes da Providência utilizavam casarões invadidos por famílias carentes na região Central. Eles controlavam a saídas desses moradores, com portões de ferro em locais estratégicos. Além disso, os criminosos exploravam adolescentes para para vender drogas aos usuários.
Durante as investigações, os agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança perceberam o envolvimento de policiais militares do 5º BPM, responsável pelo patrulhamento na área, na quadrilha. As informações dão conta que eles recebiam propina para não reprimir o tráfico de drogas na região
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Fonte: http://g1.globo.com

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Xavante faz sua despedida como aeronave de instrução em São José


Aeronave foi montada no início da Embraer, na década de 1970.
Últimos vôos são realizados em aulas de instrução do DCTA em São José.

Carlos Santos e Renato FerezimDo G1 Vale do Paraíba e Região

Aeronave Xavante sobrevoa pista do aeroporto de São José dos Campos para treinamento e a calibragem de equipamentos. (Foto: Carlos Santos/G1)Aeronave Xavante sobrevoa pista do aeroporto de São José dos Campos para treinamento e a calibragem de equipamentos. (Foto: Carlos Santos/G1)
O Xavante, aeronave de caça leve, faz este mês, seus últimos voos pela Aeronáutica. A 'aposentadoria' acontece após 40 anos de uso, em um curso para a formação de pilotos e engenheiros de prova, em São José dos Campos, no interior de São Paulo, cidade onde o modelo foi montado pela Embraer, na década de 1970.
O treinamento começa cedo. As 6h, os pilotos e engenheiros já estão a postos para receber as instruções de voo. "As condições de voo neste horário são melhores e também evitamos o tráfego do aeroporto", diz o capitão Diogo Castilho, que coordena as atividades, iniciadas em fevereiro e que prosseguem até dezembro.
A cada ano, 11 pessoas participam do curso (4 pilotos de prova, 4 engenheiros de prova e 3 instrumentadores) são selecionados por concurso. Há requisitos para participar desta seleção. Os pilotos, todos da FAB, devem ter pelo menos, mil horas de voo. A seleção de engenheiros é feita entre os que seguem a carreira militar no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).
Após a formação, eles seguem trabalhando no DCTA. “Os profissionais formados aqui estão envolvidos em análises de aquisições e modernização de aeronaves ou até mesmo de desenvolvimento de novas tecnologias”, explica Castilho.
O curso é ministrado em dois períodos. Pela manhã acontecem as aulas nas aeronaves - são 16 aeronaves, entre elas o Xavante - e a tarde acontecem as aulas teóricas.
O Xavante é utilizado na atividade chamada de 'calibração anenométrica', que inclui voos rasantes e passagens com a aeronave em frente a uma estação de medição. O objetivo é testar sensores da aeronave em várias altitudes e comparar a informação que aparece no painel do piloto com as informações medidas por terra. "É um modelo que tem um sistema simples, fácil de estudar e analisar. Isso facilita também a nossa avaliação", diz o capitão.
40 anos de Xavante
O MB-326 é um projeto da italiana Aermacchi. Foi produzido sob licença pela Embraer entre 1971 e 1981, sendo batizado de AT-26, Xavante, pela Força Aérea Brasileira (FAB). A aeronave fez parte de diversos esquadrões da FAB, sendo considerada uma aeronave com bom desempenho para o treinamento de pilotos.
Ao lado do Bandeirante, o Xavante faz parte das primeiras encomendas da Força Aérea para a Embraer, em São José dos Campos, e impulsionou o início da indústria nacional de aviação.
O IPEV, de São José dos Campos, é a única organização da FAB que ainda voa com a aeronave. São os últimos quatro Xavantes em operação.
Até o início de abril, o avião deve ser aposentado definitivamente pela Aeronáutica. O substituto dele, para o curso, será uma versão do caça F5 para treinamento de pilotos, com espaço para duas pessoas na cabine
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Júri condenada três acusados de matarem policial rodoviário federal



Julgamento terminou às 5h desta terça-feira (12), na Justiça Federal.
Condenados receberam penas de 26, 28 e 30 anos de reclusão.


Do G1 SC

Réus são julgados por morte de policial rodoviário federal (Foto: Sérgio Guimarães/RBS TV)Réus foram julgados culpados por morte de policial
rodoviário federal (Foto: Sérgio Guimarães/RBS TV)
Os três acusados de matarem o policial rodoviário federal Leonardo Leon Valgas dos Santos, de 36 anos, foram condenados na madrugada desta terça-feira (12) a penas de 26, 28 e 30 anos de reclusão, em regime fechado. O Tribunal do Júri ocorreu na Justiça Federal, em Florianópolis e terminou às 5h. Os jurados decidiram que os homens assassinaram o agente federal, após serem perseguidos por ele em 9 de dezembro de 2011. Eles também foram considerados culpados por roubo, porte ilegal de arma e ocultação de arma de fogo e munição.
João Antônio Neto Santana Santos, que confessou ter atirado contra o policial, pegou a menor pena, pois confessou e não tinha antecedentes criminais. Ele foi condenado a pena de 26 anos, oito meses e 13 dias de reclusão. A maior pena foi aplicada a Ricardo Elias Ferreira, que foi condenado a 30 anos de reclusão. Paulo Henrique Rei dos Santos recebeu pena de 28 anos, oito meses e 13 dias de prisão.
O julgamento começou na manhã desta segunda-feira (11) e terminou na madrugada desta terça (12). O conselho de sentença, que formou o júri, foi composto por seis mulheres e um homem. A sessão foi presidida pelo juiz Rafael Selau Carmona, da 2ª Vara Federal Criminal de Florianópolis. Os condenados podem recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
Entenda o caso
policial rodoviário federal Leonardo Leon Valgas dos Santos (Foto: PRF/Divulgação)Leonardo Leon Valgas dos Santos foi morto em
dezembro de 2011(Foto: PRF/Divulgação)
No dia 9 de dezembro de 2011, o policial rodoviário federal, Leonardo Leon Valgas dos Santos, de 36 anos, fazia rondas na BR-282, a Via Expressa, em Florianópolis, quando viu os suspeitos passarem em um carro. Ele suspeitou e passou a perseguir os acusados, que pararam, fizeram menção de se entregar, mas atiraram contra o policial. Os acusados também foram julgados por roubo e porte ilegal de arma. Os três homens integravam uma quadrilha especializada em roubo.
A Polícia Federal organizou um esquema especial para garantir a segurança e evitar tentativas de fuga. De acordo com a assessoria de imprensa da Justiça Federal, eles foram presos preventivamente na Penitenciária Federal de Mossoró (RN) até o julgamento
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