terça-feira, 12 de março de 2013

Júri condenada três acusados de matarem policial rodoviário federal






Julgamento terminou às 5h desta terça-feira (12), na Justiça Federal.
Condenados receberam penas de 26, 28 e 30 anos de reclusão.


Do G1 SC

Réus são julgados por morte de policial rodoviário federal (Foto: Sérgio Guimarães/RBS TV)Réus foram julgados culpados por morte de policial
rodoviário federal (Foto: Sérgio Guimarães/RBS TV)
Os três acusados de matarem o policial rodoviário federal Leonardo Leon Valgas dos Santos, de 36 anos, foram condenados na madrugada desta terça-feira (12) a penas de 26, 28 e 30 anos de reclusão, em regime fechado. O Tribunal do Júri ocorreu na Justiça Federal, em Florianópolis e terminou às 5h. Os jurados decidiram que os homens assassinaram o agente federal, após serem perseguidos por ele em 9 de dezembro de 2011. Eles também foram considerados culpados por roubo, porte ilegal de arma e ocultação de arma de fogo e munição.
João Antônio Neto Santana Santos, que confessou ter atirado contra o policial, pegou a menor pena, pois confessou e não tinha antecedentes criminais. Ele foi condenado a pena de 26 anos, oito meses e 13 dias de reclusão. A maior pena foi aplicada a Ricardo Elias Ferreira, que foi condenado a 30 anos de reclusão. Paulo Henrique Rei dos Santos recebeu pena de 28 anos, oito meses e 13 dias de prisão.
O julgamento começou na manhã desta segunda-feira (11) e terminou na madrugada desta terça (12). O conselho de sentença, que formou o júri, foi composto por seis mulheres e um homem. A sessão foi presidida pelo juiz Rafael Selau Carmona, da 2ª Vara Federal Criminal de Florianópolis. Os condenados podem recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
Entenda o caso
policial rodoviário federal Leonardo Leon Valgas dos Santos (Foto: PRF/Divulgação)Leonardo Leon Valgas dos Santos foi morto em
dezembro de 2011(Foto: PRF/Divulgação)
No dia 9 de dezembro de 2011, o policial rodoviário federal, Leonardo Leon Valgas dos Santos, de 36 anos, fazia rondas na BR-282, a Via Expressa, em Florianópolis, quando viu os suspeitos passarem em um carro. Ele suspeitou e passou a perseguir os acusados, que pararam, fizeram menção de se entregar, mas atiraram contra o policial. Os acusados também foram julgados por roubo e porte ilegal de arma. Os três homens integravam uma quadrilha especializada em roubo.
A Polícia Federal organizou um esquema especial para garantir a segurança e evitar tentativas de fuga. De acordo com a assessoria de imprensa da Justiça Federal, eles foram presos preventivamente na Penitenciária Federal de Mossoró (RN) até o julgamento
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