sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Reeleição e a institucionalização da tirania




O País afunda nas maracutaias, nos conchavos, na miséria, na falta de nacionalismo, ...

Decididamente, a reeleição é uma grandiosa patifaria que deveria ser expurgada no mais curto prazo.

Podemos salientar a nossa afirmativa com o que tem ocorrido e ocorrerá no futuro próximo.

Na primeira eleição, é válido ou mesmo humano, o equívoco, e que uma pústula seja eleita. Ou seja, o candidato com maior cacife promete, promete, tem recursos, tempo para embromar e vence o pleito.

Passados os anos de sua vigência, temos o retrospecto de sua gestão, e o estrume apesar de um governo sofrível ou péssimo, quando não uma desgraça, concorre à reeleição. E pasmem, vence!

No caso da metamorfose foi impressionante como nada fez, e pelo contrário, quanta coisa desfez. Talvez a mais supimpa foi fazer o Brasil perder naquela oportunidade impar, a possibilidade de deslanchar como uma nova potência, pelo menos economicamente.

Mas, o canastrão foi reeleito, e, o pior, sacou de sua cueca suja a madama que hoje nos rege.

Não foi a sua mais cretina façanha, pois outras ele executará.

Quando analisamos a trajetória da ilustre, nada encontramos que a levasse a concorrer àquela eleição, talvez o seu título de guerrilheira «hors - concours» tenha sido seu grande sustentáculo.

Passados os anos de sua desastrada gestão, inundados por pronunciamentos incompreensíveis, com a economia afundando, e cá estamos nós prestes a reeleger a megera sem neurônio.

Os fracassos se acumularam, regredimos, se tanto é possível, perdoamos dívida de diversos tiranos africanos, o BNDES está a serviço do desgoverno, que empresta graciosamente para grandes empresas, as quais, evidentemente, patrocinarão a sua «luta» pela reeleição.

A mídia é cooptada com fabulosos dividendos do desgoverno, que inunda a população com vasta e mentirosa propaganda e difunde as glórias do Brasil sob a égide de um governo maravilhoso.

A tudo podemos somar à permanente atualização dos valores das bolsas e das melhorias de várias outras benesses, como a «Minha Casa Minha Vida», entregues e mobiliadas às nossas expensas.

Assistimos à liquidação das manifestações mais justas pela infiltração de um bando de facínoras que desmoralizam as boas intenções dos manifestantes.

Na prática, fruto da campanha pela reeleição, a dama viaja pelo Brasil em inaugurações e eventos promocionais, isto há mais de um ano antes da votação, tudo no exercício do poder.

Por outro lado, quando procuramos desesperados alguém com um mínimo de dignidade para opor - se, um cidadão ou uma cidadã decente para participar deste pleito indigesto, ninguém aceita.

Pululam a nossa frente falsos opositores, numa pantomima ridícula e, praticamente, por não terem as mínimas condições para governar este País, nos deixam totalmente desanimados. Concluímos que estamos num mato sem cachorro.

Infelizmente, nossos heróis do passado foram esquecidos, e não são citados, por isso nem servem de exemplo para as novas gerações

Realmente, chegamos à beira do abismo, e pouco falta para que o «efeito Chávez» tome conta de nossa democracia cambaleante.

Por vezes, circula na internet, o histórico de Cuba, e ficamos impressionados como era aquele país antes de Fidel Castro.

Podemos acusar o Fulgêncio Batista de ter sido um tirano que foi afastado, mas em compensação é terrível verificar que a mudança de Cuba de antes para o depois é algo de impressionante.

Contudo, apesar do retrocesso ser monumental, os nossos adeptos do comunismo apontam aquela nação como um exemplo a ser seguido, e não vamos tão longe, basta mirar a atual situação de nossos amigos do Foro de São Paulo, a Venezuela, o Equador, e outros mais distantes, aos quais nosso desgoverno louva, para sabermos que estamos à matroca.

Somando e diminuindo a terrível verdade, é que o País afunda nas maracutaias, nos conchavos, na miséria, na falta de nacionalismo, na perda de todos os valores que deveriam ser apanágios de uma nação.

No entanto, abestalhadamente, estamos às vésperas de deglutir mais uma sórdida reeleição.

Eita povinho sem compostura que em breve, mergulhado no «efeito Chávez», institucionalizará a tirania democrática.


Brasília, DF, 22 de outubro de 2013
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo PereiraFonte: Jornal da Paulista

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