quarta-feira, 6 de novembro de 2013

A onda terrorista petista




Por Aileda de Mattos Oliveira * 


E agora, Dona Maria? 



E, agora, Dona Maria do Rosário (foto), ministra dos Direitos Humanos? A quem defende? Os delinquentes, os infratores, os arruaceiros, os predadores?

O que tem a dizer sobre a sua complacência com a fúria incontrolável, no centro do Rio de Janeiro e de São Paulo, da onda terrorista petista?

Ministra, bem remunerada, atua como protetora de grupos de antissociais radicais, sustentados, dizem, com o dinheiro do Estado. Sendo este do contribuinte, impõe-se à senhora o dever de vir a público dar explicações, sem as artimanhas peculiares ao seu partido.

Deduzimos que a devastação do patrimônio alheio deve-lhe trazer saudosas lembranças dos antigos tempos em que a presidente era chefe de aparelhos. Hoje, chefia aparelhos com nomes de ministérios.

Talvez se contorça de satisfação, ao contemplar os ônibus tomados pelas chamas, a Câmara dos Vereadores destruída, o Theatro Municipal pichado e, para gozo final, o Clube Militar apedrejado pelos heroicos predadores, seus protegidos. Que prazer doentio a senhora deve sentir diante da quebra da ordem social, regra básica de sua patológica ideologia, posta em prática pela violência desenfreada dos desenfreados infratores!

Se forem menores, onde estão os pais desses revoltados? Por que não é cobrado deles, sempre ausentes, o prejuízo sofrido pelos órgãos públicos e privados, destroçados pelas mãos agressivas de seus filhos?

Aguardamos o seu pronunciamento, dona Maria do Rosário. Embora ofendendo a língua, característica de sua confraria, venha explicar à sociedade por que não toma atitude contra os ‘idiotas úteis’ que deveriam ser responsabilizados pelos atos de barbárie dos quais são agentes. Será que eram exercícios práticos aprendidos nos cursinhos de guerrilhas, criados neste governo de guerrilheiros?

Isso nos leva a acreditar que os ‘dimenores’ e os adultos, anacronicamente adolescentes, estejam dominados por um obsessivo e compulsivo complexo de destruição causado pelos manuais petistas de desconstrução comportamental.

Foi publicado na imprensa cooptada que a senhora falou alto e grosso com a Polícia Militar do Rio de Janeiro. A Corporação tinha que mudar os métodos de ação diante dos «manifestantes» (leia-se: ‘vândalos’), seus protegidos.

No entanto, no último dia 8 de outubro, os policiais não estavam presentes, já que a senhora não permite que cumpram a sua missão, mas os predadores cumpriram a deles: a tarefa previamente ordenada de manter a cidade em estado de terror, com a aquiescência do poder público federal.

O que tem a dizer a senhora dona Maria do Rosário, criadora do Mutirão da Mentira, que tem como preferencial predileção, forçar a entrada em quartéis? Ou teremos que pôr em cada prédio destroçado uma placa para informar ao público que foi obra de seus correligionários?

Aguardamos a ministra, em cadeia nacional, tendo à frente AQUELE canal domesticado e transmissor de suas petulantes mentiras e as de sua chefe. Ansiosos, esperamos a sua horrível presença, mas indispensável, para que explique a razão da critica à ação policial contra os delinquentes, que com tanto zelo, defende.

Que a ministra dos Direitos Humanos é condescendente com o terrorismo sabemos, por isso nos deve a explicação do porquê de lhe ser mais cara a indisciplina dos grupos de agitadores, formados por desocupados arrivistas, filhos de pais alienados, robôs dirigidos pelo controle remoto do PT, do que a manutenção da ordem urbana e da paz social.

Dona Maria do Rosário, ministra solerte, aqui fica meu profundo desapreço pela criatura dissimulada que é: que inverte os fatos para justificar os atos.


(* Aileda de Matos Oliveira - Prof.ª Dr.ª em Língua Portuguesa)

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